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Saúde Pública

Município habilita mais seis leitos Covid-19 em parceria com Hospital Santa Angela; Agora são 25 leitos entre públicos e privados

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O município de Tangará da Serra anunciou nesta segunda-feira celebração de parceria com o Hospital Santa Angela para habilitação de seis novos leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) exclusivamente par Covid-19. A documentação já está completa e depende apenas da assinatura do secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, e aval do Ministério da Saúde.

Leitos já poderão ser utilizados assim que o secretário de Estado de Saúde assinar a documentação pertinente à habilitação.

Segundo o prefeito Fábio Martins Junqueira, a proposta de habilitação dos novos leitos partiu do Executivo, após reunião com a direção do hospital particular, que investiu na ampliação de sua ala de UTI’s.

(Veja imagens de documento abaixo)

Os leitos estão equipados com ventiladores pulmonares, monitores multiparâmetros, oxímetros de pulso e oxigênio, bombas de perfusão/infusão e de seringa, usina/rede de gases, além de suporte para hemodiálise. Os recursos humanos contam com médicos intensivistas e plantonistas (com a devida escala), enfermeiro (incluindo um RT), técnicos de enfermagem, fisioterapeutas e fonoaudiólogos.

Os leitos já poderão ser utilizados assim que o secretário de Estado de Saúde assinar a documentação pertinente à habilitação.

Com os seis novos leitos, Tangará da Serra passa a contar com um total de 25 leitos de UTI exclusivos para Covid-19, sendo 12 privados – no próprio Hospital Santa Angela – e 13 públicos, no Hospital Municipal.

 

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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