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Município abrirá licitação dia 03 de maio para usina de CBUQ e recapeamento de avenida

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A prefeitura de Tangará da Serra informou a abertura de processos licitatórios para aquisição de uma unidade processadora móvel para produção de concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ) e capa asfáltica na Avenida Tancredo de Almeida Neves. Os dois certames foram comunicados à Câmara Municipal, através dos respectivos ofícios 237 e 224/DL/SAD/2022.

Usina móvel

A aquisição da usina móvel para produção de CBUQ se dará através de licitação, com abertura do certame na modalidade pregão eletrônico (nº 35/2022) às 09h00 do dia 03 de maio.

O investimento será superior a R$ 2 milhões, compreendendo a unidade processadora móvel e no tanque de armazenagem de material.

Segundo o secretário de Infraestrutura do município, Magno César Ferreira, após o processo licitatório, a empresa vencedora entregará a estrutura em até 120 dias. “Queremos estar com esta usina instalada e funcionando até o início do próximo período chuvoso”, disse Magno.

O titular da SINFRA destaca que a usina permitirá trabalhos até mesmo no período chuvoso, sendo esta uma das vantagens do CBUQ, que é um material mais resistente que os demais, como o TSD (tratamento superficial duplo) e o PMF (pré-misturado a frio).

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Ainda segundo Magno, haverá um planejamento específico para manter o estoque de material (emulsão e outros) a ser utilizado na usina. O secretário ressalta, porém, que há algumas dificuldades na aquisição destes materiais em razão dos atrasos da própria indústria. Os atrasos ainda são reflexos da pandemia – cujo distanciamento social durante o pico provocou queda na produção – e das sucessivas altas do preço do petróleo.

Avenida

O recapeamento da Avenida Tancredo de Almeida Neves também será licitado no dia 03 de maio. A abertura do certame – modalidade Concorrência, nº 01/2022 – se dará às 08hs, na sala de licitações da prefeitura.

O recapeamento será com CBUQ, nas duas pistas da avenida, no trecho desde o Corpo de Bombeiros até a Vila Olímpica, correspondendo a pouco mais de 03 quilômetros.

Além da Tancredo Neves, também receberão novas capas asfálticas, ainda neste período seco, as ruas Júlio Martinez Benevides, Celso Rosa de Lima (26) e a Neftes de Carvalho (19), conforme anunciado pelo Executivo no mês de fevereiro.

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Caldo de cana na Feira do Centro, um brinde à história e à geração de emprego e renda

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Amanhã, quarta-feira, é mais um dia de Feira. Em Tangará da Serra, a Feira do Produtor do Centro nos brinda todas as semanas com bebidas produzidas a partir de itens que fazem parte da História do Brasil e continuam movimentando a economia, gerando empregos e estrelando grandes negócios internacionais.

E, em se tratando de bebidas, o Brasil é um dos países com uma das maiores variedades no mundo.

É claro que quando se fala em tradição em bebidas, logo nos vem à mente o café, histórica commodity que forma uma cadeia econômica de grande peso na balança comercial do país. Lembram do “Ciclo do Café”, conteúdo que invariavelmente caía nas provas de História do Brasil e que registrou em nossas mentes o protagonismo do produto por treze décadas na atividade econômica nacional, entre os anos de 1800 e 1930?

Mas e o que falar da cana-de-açúcar? Esta gramínea (acreditem) nativa da Nova Guiné, na Oceania, chegou ao Brasil trazida pelos portugueses em no ano de 1520 e logo se transformou numa força econômica do então Brasil Colônia, sucedendo ao ciclo do pau-brasil.

Caldo na Feira

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A cana-de-açúcar – ou melhor, o caldo de cana – é uma das atrações da Feira do Produtor do Centro. No box 87-C, os feirantes Elizeu e Elivânia Grinivald servem um generoso caldo de cana, no copo, para beber na hora, ou em garrafas pet, para levar para casa.

Benéfico à saúde humana, o caldo de cana é muito útil na prevenção e tratamento da dor de garganta, resfriado e gripe. Sua natureza alcalina ajuda na luta contra o câncer (especialmente de próstata e câncer de mama), reforça o estômago, rins, coração, olhos, cérebro e órgãos sexuais.

Mas, sabores e benefícios à parte, o caldo de cana leva a uma reflexão sobre o que significou a cana-de-açúcar para o Brasil e o que ela representa hoje para o país, para Mato Grosso e para nossa região.

História e economia

Região sudoeste do estado é grande produtora de cana-de-açúcar.

O ciclo do açúcar – ou ciclo da cana-de-açúcar – foi um período da história do Brasil Colônia compreendido entre meados do século XVI e meados do século XVIII. O açúcar representou a primeira grande riqueza agrícola e industrial do Brasil e, durante muito tempo, foi a base da economia colonial e uma das maiores atividades econômicas do mundo ocidental.

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Até hoje a cana-de-açúcar encabeça um importante segmento da economia brasileira, perfazendo uma grande cadeia.

O agronegócio sucroalcooleiro fatura, direta e indiretamente, cerca de R$ 40 bilhões por ano, o que corresponde a aproximadamente 2,35% do PIB nacional. É, também, um dos setores que mais empregam no país, com mais de 3,6 milhões de empregos diretos e indiretos, e reúne mais de 72.000 agricultores.

Região polarizada por Tangará da Serra conta com quatro grandes usinas de açúcar e álcool.

Na última safra, Mato Grosso somou mais de 260 mil hectares de lavoura canavieira, com uma produtividade média de 78 toneladas/hectare, totalizando 20 milhões de toneladas e um valor de produção de R$ 1,5 bilhão, segundo dados do IBGE. Toda a cadeia da cana-de-açúcar no estado gera cerca 30 mil postos de trabalho.

Na região, as lavouras canavieiras fornecem a matéria prima para a produção de açúcar, etanol, álcool gel e, também, energia elétrica a partir da biomassa da cana.

Neste rico segmento, os destaques são as plantas industriais das usinas Uisa, em Nova Olímpia (a maior usina de álcool e açúcar do Centro Oeste do Brasil); a Barralcool, em Barra do Bugres; a Coprodia, em Campo Novo do Parecis; e a Libra, em São José do Rio Claro.

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