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Infraestrutura & Logística

MT-480: Serra de Deciolândia já recebe paliativo; Consórcio assume obras na MT-240

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Os taludes do trecho da MT-480 na Serra de Deciolândia já recebem trabalhos paliativos de contenção. A informação é da Associação dos Produtores da MT-480, entidade conveniada junto ao governo do Estado para manutenção da rodovia.

Equipe e maquinários estão no local realizando trabalhos de reconformação para estabilização dos taludes, em especial o que vem sofrendo processo erosivo por força  das chuvas.

O gerente operacional da associação, Edílson Sampaio, informa que a reconformação é uma técnica empregada para estabilizar o talude afetado, com trabalhos de limpeza, revegetação, drenagem, instalação de canaletas, instalação de lonas, entre outras intervenções. “O objetivo é manter a estabilidade até que seja aplicada uma cortina atirantada, que é a solução definitiva”, disse.

Sobre estas obras definitivas, Sampaio informa que o projeto está sendo finalizado pelo governo do Estado, através da Secretaria de Estado de Infraestrutura e que, após, haverá a licitação e contratação da empresa que executará os trabalhos. A obra é estimada pelo governo estadual em cerca de R$ 20 milhões.

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MT-240

O Consórcio ENPA/LCM assumirá as obras de pavimentação da MT-240, trecho Tangará da Serra-Santo Afonso. A nova empresa é a terceira colocada no certame licitatório realizado pelo Estado para execução das obras. A Sinfra-MT já prepara a documentação para que a nova empresa já possa trabalhar no trecho.

Segundo Edilson Sampaio, que está na coordenação das obras pela Associação dos Produtores da MT-240, o contrato com a CCL Construtora Centro Leste – empresa que realizava os trabalhos – foi rescindido.

Notificada por duas vezes pela associação e pelo governo, a empresa substituída enfrentava dificuldades técnicas para a execução das obras e já preocupava os usuários da estrada, que ainda temem pela boa trafegabilidade em razão das chuvas.

Edilson Sampaio, porém, afirma que a normalidade do tráfego será mantida. “O governo do Estado está ciente da situação e está atento, assim como a associação e as prefeituras de Tangará da Serra e Santo Afonso”, assegurou.

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Infraestrutura & Logística

Logística: Consema emite Licença Prévia do Terminal Portuário Paratudal, em Cáceres

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O Consema – Conselho Estadual de Meio Ambiente de Mato Grosso aprovou, nesta quarta-feira (29), a Licença Prévia (LP) do Terminal Portuário de Paratudal (foto acima), no rio Paraguai, em Cáceres. A aprovação da LP – emitida no mês passado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) – pelos conselheiros teve 16 votos favoráveis e cinco contrários.

Empreendimento da Companhia de Investimento do Centro Oeste, Paratudal é o segundo porto a receber a licença para se estabelecer no tramo norte do rio Paraguai. Antes dele, em janeiro, fora emitida LP para o Terminal Portuário de Barranco Vermelho.

A aprovação de mais esta LP é uma notícia relevante para o desenvolvimento da macrorregião Oeste-Sudoeste do Estado. “É mais um passo importante na consolidação da logística suprarregional. Os TUPs (Terminais de Uso Privado) são vetores privados importantes na utilização das nossas condições naturais”, observa o engenheiro civil Adílson Reis, de Cáceres. Adílson é membro da Agenda Regional Oeste (ARO), movimento apartidário, de natureza privada, que tem por objetivo acompanhar e colaborar nas obras de integração logística e de desenvolvimento socioeconômico da mesorregião sudoeste de Mato Grosso.

Adílson Reis, da ARO: “Passo importante na consolidação da logística suprarregional”.

O diretor executivo do Terminal Portuário Paratudal, Cláudio Padilha, enalteceu a conquista da LP. “Esta é uma história de persistência que serve como exemplo para incentivar outros empreendedores e fazer o poder público repensar a questão burocrática para que processos como esse, da LP de Paratudal, tenham mais celeridade”, disse, considerando a importância da infraestrutura logística para o crescimento de Mato Grosso. “O estado é carente de infraestrutura logística… o País precisa, cada vez, mais crescer e se soltar dos grilhões do subdesenvolvimento, que as nações mais poderosas ainda tentam manter”, completou.

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O também engenheiro civil e especialista em logística, Silvio Tupinambá, destacou a importância da concessão da LP, que antecede a Licença de Instalação (LI), sendo esta etapa o start para o início das obras de construção da unidade portuária. Ele observa, porém, que para o bom funcionamento de Paratudal e, também, de Barranco Vermelho, é preciso acelerar a pavimentação da BR-174, que dará acesso aos dois terminais. “Esta rodovia é fundamental para acessar os dois portos, que podemos chamar de Estações de Transbordo de Cargas. Vemos, aí, a importância da intermodalidade no contexto do desenvolvimento de uma região como a nossa”, disse Tupinambá, que reside em Tangará da Serra, município que, segundo o próprio especialista, integra a ‘hinterland’ dos portos e, por isso, será largamente beneficiado com o sistema logístico em implantação no município de Cáceres.

Saindo do papel

A partir da LP, o Terminal Portuário Paratudal começará a sair do papel. “Com a Licença Previa expedida, o trabalho agora se volta para a obtenção da Licença de Instalação”, observou o diretor Cláudio Padilha. Segundo ele, a expectativa é de esta fase – que compreende o processo para obtenção da Licença de Instalação (LI) – será bem mais rápida. “Dependemos somente de apresentação dos Planos Ambientais de monitoramento, já aprovados na LP, e cumprir com o termo de compensação ambiental”, projetou, lembrando que, a partir daí, as obras iniciarão, no máximo, em seis meses.

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Além de Paratudal e de Barranco Vermelho – ambos com Licença Prévia – o tramo norte do rio Paraguai já conta com outro porto – o Terminal Portuário APH -, este pronto para operar. Somente Paratudal terá capacidade de movimentar 5 milhões de toneladas de grãos por ano, além de 3 milhões/ano de toneladas de fertilizantes e 250 mil toneladas/ano de contêineres e carga geral.

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