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Agronegócio & Produção

Momento Agrícola: Relações sino-brasileiras, balança comercial, combustíveis e entrevistas são destaques

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Os negócios do Brasil com a China, a balança comercial brasileira em outubro, a conjuntura atual dos combustíveis e entrevistas sobre algodão, conferência do clima e mercado da soja são os destaques do Momento Agrícola desde início de mês de novembro.

De autoria do produtor rural, agrônomo e consultor Ricardo Arioli, o programa é veiculado aos sábados pela Rede de Rádios do Agro e repercutido em forma de notícias e com o link do Soundcloud pelo Enfoque Business, também aos finais de semana.

Negócios na China

As exportações brasileiras de carne bovina para a China caíram 76,5% em outubro por força do embargo motivado pelos dois casos atípicos do mal da vaca louca registrados no Brasil no final de agosto. O percentual é em comparação a outubro do ano passado.

Mas, apesar do tombo nas vendas de carne para os chineses, as exportações totais para o gigante asiático mantiveram uma linha de crescimento em outubro deste ano, com 14,3% a mais em relação ao mesmo mês de 2020.

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Ricardo Arioli comenta sobre o assunto e faz pertinente análise sobre as relações comerciais sino-brasileiras logo na abertura do primeiro bloco do Momento Agrícola deste final de semana.

Balança Comercial

China é o principal comprador da carne bovina in natura brasileira.

O crescimento das importações e a desaceleração das exportações de alguns produtos fizeram o superávit da balança comercial cair para o nível mais baixo em seis anos em outubro. No mês passado, o país exportou US$ 2,004 bilhões a mais do que importou.

Esse foi pior resultado para o mês desde 2015, quando o superávit tinha atingido US$ 1,567 bilhão. Em relação a outubro do ano passado (resultado positivo de US$ 4,404 bilhões), a queda chega a 54,5% pelo critério da média diária.

O saldo recuou, mesmo com as exportações totais batendo recorde. Esta é outra abordagem nas notícias comentadas do Momento Agrícola deste sábado.

Outras

O Momento Agrícola traz outras abordagens relevantes para o atual momento econômico do Brasil. O congelamento do ICMS sobre os combustíveis como medida para conter a disparada dos preços  é um dos assuntos comentados ainda no primeiro bloco do programa.

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Ricardo Arioli complementa o assunto ‘combustíveis’ analisando conjunturas internacionais, citando pontualmente o caso da China, que usará suas reservas estatais e ampliará a produção nas refinarias para evitar desabastecimento e estabilizar os preços.

Ainda no primeiro bloco, a solução representada pelos biocombustíveis para a limpeza da matriz energética mundial foi tema relevante abordado por um empresário brasileiro nos debates da COP 26, que acontece em Glasgow, na Escócia. Arioli comenta sobre o assunto.

Além das notícias comentadas, o Momento Agrícola traz, nos blocos seguintes, entrevistas sobre os temas “O I Simpósio do Algodão Brasileiro”, com Dr. Luiz Gonzaga Chitarra, da Embrapa; “As Negociações da Conferência do Clima”, com Rodrigo Lima, do Agroícone; e “O Mercado da Soja é você quem faz”, com Liones Severo, da SIM Consult.

Para ouvir o Momento Agrícola na íntegra, clique abaixo:

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Agronegócio & Produção

Momento Agrícola: Percentual do biodiesel, inovação com ‘lignina’ e entrevistas são destaques

Publicado

A manutenção do percentual de 10% de biodiesel sobre o diesel, uma inovação que vem da bioeconomia florestal e entrevistas são os destaques da edição do Momento Agrícola neste primeiro sábado do último mês do ano de 2021.

De autoria do produtor rural, agrônomo e consultor Ricardo Arioli, o programa é veiculado aos sábados pela Rede de Rádios do Agro e repercutido em forma de notícias e com o link do Soundcloud pelo Enfoque Business, também aos finais de semana.

% Biodiesel

Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) decidiu ontem (29/11) pela manutenção do teor de 10% de biodiesel no diesel para todo o ano de 2022. A medida, segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), tem como objetivo conciliar medidas para a contenção do preço do diesel com a manutenção da Política Nacional de Biocombustíveis.

Houve, porém, um impasse quando da tomada da decisão, que deveria ter saído semana passada. Enquanto a equipe econômica defendia a manutenção da mistura em 10% para evitar o encarecimento do combustível, técnicos do Ministério de Minas e Energia opinavam pela adoção do novo percentual, de 13%.

No entanto, a soja – matéria prima que responde por 70% da composição do biodiesel – está em alta no cenário internacional em razão do aumento da demanda global, além, é claro, da desvalorização do real frente ao dólar. Ou seja, em tese, quanto o maior o percentual de biodiesel adicionado, mais caro será o litro de diesel para o consumidor final.

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Outra visão

O agronegócio, porém, tem uma interpretação diferente e as lideranças dos produtores pretendem conversar com o presidente Jair Bolsonaro para ampliar o percentual de mistura de biodiesel no diesel.

Setor produtivo entende que produção de biodiesel no Brasil a partir da soja reflete positivamente na economia.

Ricardo Arioli destaca que, ao contrário do que é apregoado pelo CNPE, os preços do diesel não caíram nas bombas por força da valorização do barril de petróleo no mercado internacional. Ele destaca que a produção de biodiesel no Brasil resulta em ganhos indiretos para toda a economia nacional, já que agrega valor a uma matéria prima que é exportada, gera empregos e renda, faz crescer a arrecadação dos estados via ICMS, aumenta a oferta de farelo de soja (utilizado na ração animal), além de apresentar ganhos ambientais em razão da menor emissão de gases de efeito estufa.

Arioli discorre sobre o assunto com muita propriedade, logo no primeiro bloco do Momento Agrícola.

Inovação e revolução

A lignina representa entre 20% e 30% da árvore e é um subproduto da produção da fibra de celulose.

Ainda em seu primeiro bloco, o Momento Agrícola destaca uma inovação que revolucionará um importante segmento industrial. A finlandesa Stora Enso, uma grande empresa que tem se concentrado em desenvolver a promissora bioeconomia florestal, recebeu o prêmio Metsä360 e 30.000 euros financiados pela Fundação Marjatta e Eino Kolli por seu desenvolvimento inovador de ‘Lignode ‘, um material de origem biológica que está revolucionando a fabricação de baterias.

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O grafite sintético, um material fóssil não renovável comumente empregado na produção de baterias, pode ser substituído por lignina, de acordo com a Stora Enso.

A lignina representa entre 20% e 30% da árvore e é um subproduto da produção da fibra de celulose. É uma das maiores fontes renováveis de carbono do mundo, é rastreável e milhões de toneladas são produzidas na Europa. A Stora Enso é a maior produtora de lignina kraft da Europa, com capacidade de produção de 50.000 toneladas por ano.

O carbono à base de lignina pode ser usado em baterias, normalmente aquelas usadas em produtos eletrônicos de consumo e na indústria automotiva, e em sistemas de armazenamento de energia em grande escala.

Outros

Além de outras notícias comentadas, o Momento Agrícola traz em seus blocos de entrevistas abordagens sobre “As Certificações da SLC Agrícola”, com Álvaro Dilli; “A Qualidade na Semente de Soja”, com José França Neto, da Embrapa; e “De Olho no Material Escolar”, com Helen Jacintho.

Para ouvir o Momento Agrícola na íntegra, clique abaixo.

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