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Agronegócio & Produção

Momento Agrícola: Crime de baderna, congelamento na Argentina e entrevistas são destaque

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Os atos de vandalismo contra uma entidade do Agro, as medidas para combate à inflação da vizinha Argentina, a tributação sobre os combustíveis e outros assuntos são os destaques do Momento Agrícola deste sábado.

O programa é produzido e apresentado pelo produtor rural, engenheiro agrônomo e consultor Ricardo Arioli e transmitido pela rede de rádios do agro aos sábados. É, também, repercutido em formato de matéria jornalística pelo Enfoque Business, com o link da Soundcloud ao final do texto.

Baderna e afronta

O primeiro assunto abordado pelo Momento Agrícola foi a baderna promovida pela Via Campesina e pelo MST na sede da Aprosoja, em Brasília, na manhã da última quinta-feira (14).

Cerca de 50 integrantes da Via Campesina invadiram a sede da Associação Brasileira dos Produtores de Soja, na capital federal, e picharam a fachada e paredes internas. A direção da entidade ligada ao Agro lamentou os atos de vandalismo e considerou uma afronta ao Estado Democrático de Direito.

Baderna da Via Campesina e do MST será investigada pela Polícia.

Segundo informações repassadas à imprensa pelos vândalos ligados à Via Campesina, a depredação foi motivada pelo veto do presidente Jair Bolsonaro ao projeto de lei 823/2021 (PL Assis Carvalho). Ainda conforme a imprensa nacional, a Via Campesina alega que a proposta do projeto consiste numa iniciativa dos movimentos populares do campo para garantir a segurança alimentar e subsídios na agricultura familiar.

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Ricardo Arioli faz um comentário sobre o lamentável episódio de vandalismo ocorrido na capital federal.

Congelamento na Argentina

O governo da Argentina congelou os preços de 1.245 produtos de consumo em massa por 90 dias para tentar controlar a inflação. O secretário de Comércio, Roberto Feletti, pediu que as empresas enviem as tabelas de preços válidas até dia 1º de outubro.

Os preços permanecerão inalterados aos consumidores até 7 de janeiro, numa medida clara do governo para buscar a estabilização dos preços.

O Momento Agrícola comenta o assunto relacionado ao país vizinho.

Outras

Outra notícia comentada nesta edição do Momento Agrícola é a unificação das alíquotas do ICMS sobre os combustíveis nos estados, através de projeto de lei aprovado pela Câmara Federal e que, agora, está sob apreciação no Senado.

O decreto do MAPA para simplificação dos processos de pesquisa, análise e registro comercial de defensivos agrícolas é outra abordagem do Momento Agrícola, assim como as entrevistas.

No segundo bloco, o entrevistado é César Borges, do Instituto da Soja Livre. Na sequência, o tema abordado é “O ritmo de plantio e da entrega de insumos em Mato Grosso”. Concluindo o programa, Ricardo Arioli discorre sobre “A Crise dos Insumos”.

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Para ouvir o Momento Agrícola na íntegra, clique abaixo:

 

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Agronegócio & Produção

Momento Agrícola: Percentual do biodiesel, inovação com ‘lignina’ e entrevistas são destaques

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A manutenção do percentual de 10% de biodiesel sobre o diesel, uma inovação que vem da bioeconomia florestal e entrevistas são os destaques da edição do Momento Agrícola neste primeiro sábado do último mês do ano de 2021.

De autoria do produtor rural, agrônomo e consultor Ricardo Arioli, o programa é veiculado aos sábados pela Rede de Rádios do Agro e repercutido em forma de notícias e com o link do Soundcloud pelo Enfoque Business, também aos finais de semana.

% Biodiesel

Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) decidiu ontem (29/11) pela manutenção do teor de 10% de biodiesel no diesel para todo o ano de 2022. A medida, segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), tem como objetivo conciliar medidas para a contenção do preço do diesel com a manutenção da Política Nacional de Biocombustíveis.

Houve, porém, um impasse quando da tomada da decisão, que deveria ter saído semana passada. Enquanto a equipe econômica defendia a manutenção da mistura em 10% para evitar o encarecimento do combustível, técnicos do Ministério de Minas e Energia opinavam pela adoção do novo percentual, de 13%.

No entanto, a soja – matéria prima que responde por 70% da composição do biodiesel – está em alta no cenário internacional em razão do aumento da demanda global, além, é claro, da desvalorização do real frente ao dólar. Ou seja, em tese, quanto o maior o percentual de biodiesel adicionado, mais caro será o litro de diesel para o consumidor final.

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Outra visão

O agronegócio, porém, tem uma interpretação diferente e as lideranças dos produtores pretendem conversar com o presidente Jair Bolsonaro para ampliar o percentual de mistura de biodiesel no diesel.

Setor produtivo entende que produção de biodiesel no Brasil a partir da soja reflete positivamente na economia.

Ricardo Arioli destaca que, ao contrário do que é apregoado pelo CNPE, os preços do diesel não caíram nas bombas por força da valorização do barril de petróleo no mercado internacional. Ele destaca que a produção de biodiesel no Brasil resulta em ganhos indiretos para toda a economia nacional, já que agrega valor a uma matéria prima que é exportada, gera empregos e renda, faz crescer a arrecadação dos estados via ICMS, aumenta a oferta de farelo de soja (utilizado na ração animal), além de apresentar ganhos ambientais em razão da menor emissão de gases de efeito estufa.

Arioli discorre sobre o assunto com muita propriedade, logo no primeiro bloco do Momento Agrícola.

Inovação e revolução

A lignina representa entre 20% e 30% da árvore e é um subproduto da produção da fibra de celulose.

Ainda em seu primeiro bloco, o Momento Agrícola destaca uma inovação que revolucionará um importante segmento industrial. A finlandesa Stora Enso, uma grande empresa que tem se concentrado em desenvolver a promissora bioeconomia florestal, recebeu o prêmio Metsä360 e 30.000 euros financiados pela Fundação Marjatta e Eino Kolli por seu desenvolvimento inovador de ‘Lignode ‘, um material de origem biológica que está revolucionando a fabricação de baterias.

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O grafite sintético, um material fóssil não renovável comumente empregado na produção de baterias, pode ser substituído por lignina, de acordo com a Stora Enso.

A lignina representa entre 20% e 30% da árvore e é um subproduto da produção da fibra de celulose. É uma das maiores fontes renováveis de carbono do mundo, é rastreável e milhões de toneladas são produzidas na Europa. A Stora Enso é a maior produtora de lignina kraft da Europa, com capacidade de produção de 50.000 toneladas por ano.

O carbono à base de lignina pode ser usado em baterias, normalmente aquelas usadas em produtos eletrônicos de consumo e na indústria automotiva, e em sistemas de armazenamento de energia em grande escala.

Outros

Além de outras notícias comentadas, o Momento Agrícola traz em seus blocos de entrevistas abordagens sobre “As Certificações da SLC Agrícola”, com Álvaro Dilli; “A Qualidade na Semente de Soja”, com José França Neto, da Embrapa; e “De Olho no Material Escolar”, com Helen Jacintho.

Para ouvir o Momento Agrícola na íntegra, clique abaixo.

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