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Agronegócio & Produção

Momento Agrícola: Biológicos, inflação global, marco ferroviário e entrevistas são destaques

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Produtos biológicos, inflação pelo mundo, marco ferroviário, estiagem no Sul, renegociação de dívidas e as entrevistas são os destaques do Momento Agrícola deste sábado, 18 de dezembro.

De autoria do produtor rural, agrônomo e consultor Ricardo Arioli, o programa é veiculado aos sábados pela rede de rádios do Agro e repercutido em forma de notícias e com o link do Soundcloud pelo Enfoque Business, também aos finais de semana.

Novidade biológica

Logo no primeiro bloco, o Momento Agrícola trata de uma novidade no mercado de produtos biológicos. A Biotrop – empresa brasileira de multiplicação industrial de bactérias – obteve aprovação no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) do registro de um fungicida microbiológico com alta eficiência para doenças de final de ciclo.

Com o sugestivo nome “Bombardeiro”, o produto de ação multissítio traz em sua formulação o efeito de choque e, também, residual nas plantas atingidas.

Segundo Ricardo Arioli, o desenvolvimento e uso de produtos biológicos vão “bombar” nos próximos anos. “Não tenho dúvida nenhuma (…) Mas temos que manter o direito de produção dos biológicos nas fazendas e cuidar para que os pesquisadores e as empresas produtoras recebam o justo pagamento pelos produtos que desenvolveram”, observa.

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Arioli faz uma abordagem pontual sobre o tema, ainda no primeiro bloco do Momento Agrícola deste sábado.

Inflação pelo mundo

O Momento Agrícola também aborda uma conjuntura econômica mundial, que é a inflação. Nos Estados Unidos, por exemplo, os preços para os consumidores subiram 6,2% entre novembro de 2020 e outubro deste ano, na maior inflação dos últimos 31 anos.

Os grandes fatores inflacionários são os combustíveis e produtos em falta no mercado, como as carnes, que foram as vilãs da inflação no último mês de novembro nos Estados Unidos.

O presidente norte-americano, Joe Biden, criticou recentemente os frigoríficos daquele país, alegando que eles têm aumentado os preços das carnes acima da inflação. O setor reagiu às declarações do mandatário e, através do Instituto Americano da Carne, respondeu que Biden quer achar um culpado e tirar o foco do governo.

Nos EUA, os combustíveis subiram 49% em um ano, enquanto a eletricidade e o gás tiveram alta média de 11,2%. Os alimentos subiram, em território americano, mais de 5% nos últimos 12 meses. Também tiveram alta os carros usados, valorizados pela queda de produção na indústria automobilística norte-americana, que enfrenta dificuldades para importar componentes.

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Ricardo Arioli também cita a inflação na Alemanha, a maior economia da Europa, que deverá ter inflação de 3,1% neste ano, e 3,3% em 2022, fruto de problemas nas cadeias de abastecimento e da nova onda de Covid-19, que se abate sobre todo o “Velho Mundo”.

Outras

A aprovação do projeto do Novo Marco Ferroviário aprovado pelo Congresso Nacional, a estiagem no Rio Grande do Sul e no Paraná, a prorrogação para 30 de dezembro do mutirão de renegociação de dívidas pelo Banco do Brasil e a retomada das importações de carne brasileira pela China são outros destaques do Momento Agrícola deste sábado.

Nos blocos seguintes, os destaques são as entrevistas. Os temas abordados são: “Importação de Defensivos do Mercosul”, com Reginaldo Minaré, da CNA, e “As Perspectivas 2022 do IMEA”, com Cleiton Gauer.

Para ouvir o Momento Agrícola na íntegra, clique abaixo:

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Agronegócio & Produção

Momento Agrícola: Questões de carbono nos EUA e na UE, tributos e diálogos são destaques

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A decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que limita o poder da Agência de Proteção Ambiental daquele país, a divergência na União Europeia sobre carros a combustão, entrevistas e outros assuntos relevantes para o Agro são os destaques da primeira edição do Momento Agrícola deste mês de julho.

De autoria do produtor rural, agrônomo e consultor Ricardo Arioli, o programa é veiculado aos sábados pela rede de rádios do Agro e repercutido em forma de notícias e com podcast Soundcloud pelo Enfoque Business, também aos finais de semana.

Menos poder

A   primeira edição do Momento Agrícola neste segundo semestre do ano traz à baila uma decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que limita o poder da Agência de Proteção Ambiental americana (EPA, na sigla em inglês) de regular as emissões de carbono das usinas de energia termelétricas do país.

Por seis votos a três, a corte definiu, em sua sessão na última quinta-feira (30), que nenhuma agência federal americana deve ter escopo de ação que não seja o explicitamente concedido por lei aprovada no Congresso. A decisão foi relacionada ao caso Virgínia Ocidental contra EPA.

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Para o ministro-chefe da Corte, John Roberts, “limitar as emissões de dióxido de carbono em um nível que forçará uma transição energética é uma solução sensata, mas uma decisão de tal magnitude cabe ao Congresso”, escreveu, na decisão, que é considerada uma grande derrota para o presidente Joe Biden, que tentava retomar a agenda climática que havia sido suspensa durante o governo de Donald Trump.

UE e a Combustão

Ricardo Arioli comenta, também, sobre uma divergência na Comunidade Europeia envolvendo a redução de gases de efeito estufa.

A Alemanha discordou da aprovação, pela União Europeia, do projeto de proibir a venda de motores a combustão a partir de 2035 nos países do bloco.

O ministro das Finanças da Alemanha, Christian Lindner, afirmou durante em recente conferência (21 de junho) “que continuaria a haver nichos para motores a combustão” e que a proibição “estava errada”, daí a discordância do governo alemão.

Numa análise bastante sensata, os alemães entendem que acelerar a transição para carros elétricos pode criar problemas e obstáculos como montar uma rede de recarga rápida e ultrarrápida o mais pulverizada possível, levando à ampliação da demanda por metais para as baterias de íons de lítio e à oscilação (para cima) do preço das próprias baterias.

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Outras

O Momento Agrícola traz considerações sobre questões estratégicas no Brasil, como a necessidade de importação de óleo diesel pelo País em razão de sua insuficiência nos processos de refino de petróleo. Há, neste particular, a possibilidade de importação direta de diesel por grandes produtores, o que resultaria em menor carga tributária, já que a operação aconteceria em drawback.

Ainda sobre combustíveis, Ricardo Arioli comenta sobre o ICMS dos combustíveis, que tem rendido muita polêmica entre os governadores dos estados.

Nos blocos seguintes, Arioli traz diálogos sobre “O Plano Safra 22-23”, com Antônio da Luz, da Farsul; “O Baixo Carbono da nossa Agropecuária”, com Roberto Giolo, da Embrapa; e “Nosso Agro e a Política”, com Anderson Galvão.

Para ouvir na íntegra o Momento Agrícola deste sábado, clique no podcast abaixo:

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