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Infraestrutura & Logística

Mobilidade: Executivo encaminha projeto para ligação de avenida com região do Buritis/Bela Vista

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A prefeitura encaminhou esta semana projeto de lei à Câmara Municipal solicitando abertura de crédito especial para realização de obras de ligação da avenida Tancredo de Almeida Neves ao Loteamento Buritis, setor norte (foto topo) da área urbana de Tangará da Serra.

A informação foi repercutida nas redes sociais pelo vereador Sebastian Ramos (Professor Sebastian, PTB).  “Atento às questões de mobilidade urbana e trafegabilidade, o prefeito Vander (Masson) já enviou para a Câmara Municipal Projeto de Lei para fazer a ligação da avenida Tancredo Neves com o Buritis”, postou, em grupo de WhatsApp. “Será um grande avanço para Tangará da Serra, encurtando distâncias, conectando pessoas e bairros”, completou o vereador.

Mobilidade urbana

Em meio à ampliação gradativa do perímetro urbano, da população e do número de veículos em circulação, as obras de mobilidade urbana se tornam providências mais do que justificadas.

Já faz algum tempo que o município cogita a continuidade do traçado da avenida Tancredo de Almeida Neves em direção à região dos bairros Bela Vista e Buritis I e II.

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A extensão consistirá numa obra de pavimentação de aproximadamente 1,5 quilômetro com necessidade de dois pontilhões/bueiros, já que há dois córregos no trajeto (Araputanga e Mutum), com suas áreas de preservação.

Benefícios

Avenida Nilo Torres: desafogo no trânsito de veículos com ligação Tancredo-Buritis.

O primeiro impacto positivo será para os moradores da região Buritis/Bela Vista, com o encurtamento da distância para a área central da cidade, que hoje tem de ser percorrida ou pela Estrada 11 em conexão com MT-480 e Nilo Torres, ou pela avenida Zelino Lorenzetti em direção à região do Tarumã.

Ainda neste primeiro aspecto, será opção de saída para quem está no Centro, em direção à Linha 12, Deciolândia e anel viário.

Também desafogará o trânsito nas avenidas Ismael José do Nascimento e Nilo Torres, além de representar valorização imobiliária àquela região, preenchimento de vazio urbano e atração de investimentos.

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Infraestrutura & Logística

Logística: Consema emite Licença Prévia do Terminal Portuário Paratudal, em Cáceres

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O Consema – Conselho Estadual de Meio Ambiente de Mato Grosso aprovou, nesta quarta-feira (29), a Licença Prévia (LP) do Terminal Portuário de Paratudal (foto acima), no rio Paraguai, em Cáceres. A aprovação da LP – emitida no mês passado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) – pelos conselheiros teve 16 votos favoráveis e cinco contrários.

Empreendimento da Companhia de Investimento do Centro Oeste, Paratudal é o segundo porto a receber a licença para se estabelecer no tramo norte do rio Paraguai. Antes dele, em janeiro, fora emitida LP para o Terminal Portuário de Barranco Vermelho.

A aprovação de mais esta LP é uma notícia relevante para o desenvolvimento da macrorregião Oeste-Sudoeste do Estado. “É mais um passo importante na consolidação da logística suprarregional. Os TUPs (Terminais de Uso Privado) são vetores privados importantes na utilização das nossas condições naturais”, observa o engenheiro civil Adílson Reis, de Cáceres. Adílson é membro da Agenda Regional Oeste (ARO), movimento apartidário, de natureza privada, que tem por objetivo acompanhar e colaborar nas obras de integração logística e de desenvolvimento socioeconômico da mesorregião sudoeste de Mato Grosso.

Adílson Reis, da ARO: “Passo importante na consolidação da logística suprarregional”.

O diretor executivo do Terminal Portuário Paratudal, Cláudio Padilha, enalteceu a conquista da LP. “Esta é uma história de persistência que serve como exemplo para incentivar outros empreendedores e fazer o poder público repensar a questão burocrática para que processos como esse, da LP de Paratudal, tenham mais celeridade”, disse, considerando a importância da infraestrutura logística para o crescimento de Mato Grosso. “O estado é carente de infraestrutura logística… o País precisa, cada vez, mais crescer e se soltar dos grilhões do subdesenvolvimento, que as nações mais poderosas ainda tentam manter”, completou.

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O também engenheiro civil e especialista em logística, Silvio Tupinambá, destacou a importância da concessão da LP, que antecede a Licença de Instalação (LI), sendo esta etapa o start para o início das obras de construção da unidade portuária. Ele observa, porém, que para o bom funcionamento de Paratudal e, também, de Barranco Vermelho, é preciso acelerar a pavimentação da BR-174, que dará acesso aos dois terminais. “Esta rodovia é fundamental para acessar os dois portos, que podemos chamar de Estações de Transbordo de Cargas. Vemos, aí, a importância da intermodalidade no contexto do desenvolvimento de uma região como a nossa”, disse Tupinambá, que reside em Tangará da Serra, município que, segundo o próprio especialista, integra a ‘hinterland’ dos portos e, por isso, será largamente beneficiado com o sistema logístico em implantação no município de Cáceres.

Saindo do papel

A partir da LP, o Terminal Portuário Paratudal começará a sair do papel. “Com a Licença Previa expedida, o trabalho agora se volta para a obtenção da Licença de Instalação”, observou o diretor Cláudio Padilha. Segundo ele, a expectativa é de esta fase – que compreende o processo para obtenção da Licença de Instalação (LI) – será bem mais rápida. “Dependemos somente de apresentação dos Planos Ambientais de monitoramento, já aprovados na LP, e cumprir com o termo de compensação ambiental”, projetou, lembrando que, a partir daí, as obras iniciarão, no máximo, em seis meses.

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Além de Paratudal e de Barranco Vermelho – ambos com Licença Prévia – o tramo norte do rio Paraguai já conta com outro porto – o Terminal Portuário APH -, este pronto para operar. Somente Paratudal terá capacidade de movimentar 5 milhões de toneladas de grãos por ano, além de 3 milhões/ano de toneladas de fertilizantes e 250 mil toneladas/ano de contêineres e carga geral.

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