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Agronegócio & Produção

Mamão e Maracujá: Unemat e empresa firmam protocolo para melhoramento genético

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Unemat e Feltrin Sementes assinaram na tarde de ontem (segunda, 27) protocolo de intenções para promover estudos para melhoramento genético do mamoeiro e do maracujazeiro.

O ato de assinatura contou com as presenças do reitor da Unemat, Rodrigo Bruno Zanin; do gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Feltrin Sementes, Luis Eduardo da Silva Rodrigues; do diretor do campus da Unemat em Tangará da Serra, Magno Alves Ribeiro; do presidente da Fundação de Amparo a Pesquisa de Mato Grosso (Fapemat), Marcos de Sá Fernandes, e do secretário de Agricultura do município de Tangará da Serra, Rogério Rio.

(Assista vídeo com o depoimento do representante da Feltrin Sementes)

Outras presenças no evento foram do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Unemat, Anderson Fernandes de Miranda; do pró-reitor de Administração, Tony Hirota; do diretor Político, Pedagógico e Financeiro, Ariel Lopes Torres, da diretora de Administração, Carolina Tito Camargo, além do coordenador do Programa MT Horticultura, William Krause.

Ao assinar o protocolo, Unemat e Feltrin Sementes buscam disponibilizar ao mercado variedades com maior produtividade, resistência a pragas e doenças e, também, com produção de mamão e maracujá azedo com qualidade.

Parceria visa estudos para melhoramento genético do mamoeiro e do maracujazeiro.

Esta nova etapa de estudos reprisará a parceria que resultou na variedade de maracujá Solar, resultado de 12 anos de estudos desenvolvidos por pesquisadores da Unemat e parceiros com investimentos da Fapemat e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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O melhoramento genético do mamoeiro e do maracujazeiro beneficiará, em especial a agricultura familiar, representando mais uma alternativa de renda ao pequeno produtor e o incremento da oferta de mamão e maracujá de qualidade superior ao consumidor de Tangará da Serra e região.

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Agronegócio & Produção

Momento Agrícola: Questões de carbono nos EUA e na UE, tributos e diálogos são destaques

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A decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que limita o poder da Agência de Proteção Ambiental daquele país, a divergência na União Europeia sobre carros a combustão, entrevistas e outros assuntos relevantes para o Agro são os destaques da primeira edição do Momento Agrícola deste mês de julho.

De autoria do produtor rural, agrônomo e consultor Ricardo Arioli, o programa é veiculado aos sábados pela rede de rádios do Agro e repercutido em forma de notícias e com podcast Soundcloud pelo Enfoque Business, também aos finais de semana.

Menos poder

A   primeira edição do Momento Agrícola neste segundo semestre do ano traz à baila uma decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que limita o poder da Agência de Proteção Ambiental americana (EPA, na sigla em inglês) de regular as emissões de carbono das usinas de energia termelétricas do país.

Por seis votos a três, a corte definiu, em sua sessão na última quinta-feira (30), que nenhuma agência federal americana deve ter escopo de ação que não seja o explicitamente concedido por lei aprovada no Congresso. A decisão foi relacionada ao caso Virgínia Ocidental contra EPA.

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Para o ministro-chefe da Corte, John Roberts, “limitar as emissões de dióxido de carbono em um nível que forçará uma transição energética é uma solução sensata, mas uma decisão de tal magnitude cabe ao Congresso”, escreveu, na decisão, que é considerada uma grande derrota para o presidente Joe Biden, que tentava retomar a agenda climática que havia sido suspensa durante o governo de Donald Trump.

UE e a Combustão

Ricardo Arioli comenta, também, sobre uma divergência na Comunidade Europeia envolvendo a redução de gases de efeito estufa.

A Alemanha discordou da aprovação, pela União Europeia, do projeto de proibir a venda de motores a combustão a partir de 2035 nos países do bloco.

O ministro das Finanças da Alemanha, Christian Lindner, afirmou durante em recente conferência (21 de junho) “que continuaria a haver nichos para motores a combustão” e que a proibição “estava errada”, daí a discordância do governo alemão.

Numa análise bastante sensata, os alemães entendem que acelerar a transição para carros elétricos pode criar problemas e obstáculos como montar uma rede de recarga rápida e ultrarrápida o mais pulverizada possível, levando à ampliação da demanda por metais para as baterias de íons de lítio e à oscilação (para cima) do preço das próprias baterias.

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Outras

O Momento Agrícola traz considerações sobre questões estratégicas no Brasil, como a necessidade de importação de óleo diesel pelo País em razão de sua insuficiência nos processos de refino de petróleo. Há, neste particular, a possibilidade de importação direta de diesel por grandes produtores, o que resultaria em menor carga tributária, já que a operação aconteceria em drawback.

Ainda sobre combustíveis, Ricardo Arioli comenta sobre o ICMS dos combustíveis, que tem rendido muita polêmica entre os governadores dos estados.

Nos blocos seguintes, Arioli traz diálogos sobre “O Plano Safra 22-23”, com Antônio da Luz, da Farsul; “O Baixo Carbono da nossa Agropecuária”, com Roberto Giolo, da Embrapa; e “Nosso Agro e a Política”, com Anderson Galvão.

Para ouvir na íntegra o Momento Agrícola deste sábado, clique no podcast abaixo:

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