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Política & Políticos

Lideranças estaduais do PP avalizam pré-candidatura de Marcos Scolari à Câmara Federal

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O lançamento da pré-candidatura do vice-prefeito e secretário municipal de Infraestrutura de Tangará da Serra, Marcos Scolari (na foto, à esquerda, com o prefeito Vander Masson), deu início às movimentações relacionadas às eleições de 2022.

Atualmente no Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Scolari foi chamado a se filiar no Partido Progressista (PP) durante encontro político que reuniu, na tarde da última sexta-feira, no plenário da Câmara Municipal de Tangará da Serra, as principais lideranças da legenda no estado: o deputado federal Neri Geller – que preside o partido -, e o deputado estadual Paulo Araújo.

Encontro na tarde da última sexta-feira, em Tangará da Serra, reuniu algumas lideranças estaduais.

A disposição em assumir uma candidatura à Câmara Federal já havia sido confirmada pelo próprio Marcos Scolari nos bastidores e conta com apoio do prefeito Vander Masson (PSDB).

Em meio às articulações, há a possibilidade de Neri Geller concorrer ao Senado em 2022, quando estará em disputa uma das três vagas do estado na alta câmara. Nessa hipótese, Scolari teria ampliadas suas chances de sucesso na provável candidatura, deixando de ser um mero somador de votos para uma eventual candidatura de Geller à reeleição para a Câmara dos Deputados.

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Também presente na reunião, o senador Carlos Fávaro (PSD) disse apoiar uma eventual candidatura por Tangará da Serra à Câmara Federal.

Estaduais

As especulações em torno de prováveis nomes para disputar cadeiras na Assembleia Legislativa pelo município também estão entrando em efervescência no ambiente interno das agremiações partidárias.

Ex-vice-prefeito e vereador por três mandatos, Renato Gouveia (PV) é uma das possibilidades, assim como o vereador Rogério Silva (DEM).

Pelo MDB, o deputado João José de Matos, popular Doutor João, é uma candidatura natural à reeleição. Informações de bastidores indicam a possibilidade de o parlamentar deixar o MDB e migrar para outra sigla, sendo o PP uma hipótese.

Neste contexto, o nome do ex-prefeito Fábio Martins Junqueira pode ser uma possibilidade, ou pelo MDB – no caso de Doutor João deixar a sigla – ou por outra legenda.

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Política & Políticos

Regularização Fundiária: Proposta ganha força entre os senadores e tem apoio da Fetagri

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Mesmo após ser retirado de pauta por pressão de ambientalistas e empresários para aprofundamento das discussões, o Projeto de Lei 510/2021 – que trata da regularização fundiária das ocupações de áreas de domínio da União e altera a Lei 11.952/2009 – segue com força no Senado Federal.

O projeto, de autoria do senador Irajá (DEM-TO), foi retirado da pauta no final de abril pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), para que possa ser discutido com mais profundidade antes de ser votado em plenário.

Em meio a todo esse vai-e-vem, o trabalho realizado pelo senador Carlos Fávaro na relatoria da matéria tem mobilizado o Senado Federal. Semana passada (segunda, 03), a Frente Parlamentar da Agropecuária realizou uma transmissão ao vivo para debater a urgência na aprovação de um marco legal para regularização fundiária no Brasil.

Live realizada semana passada pela Frente Parlamentar da Agropecuária.

 

Na oportunidade, o senador Irajá destacou a necessidade do reconhecimento da tecnologia como instrumento que garante segurança jurídica, eficiência e transparência na regularização fundiária. “Essa discussão não pode mais ser adiada, precisamos fazer esse enfrentamento”, diz.

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O senador Carlos Fávaro, por sua vez, pontuou que é importante resistir às críticas acerca do projeto sobre a questão ambiental e destacou o trabalho que vem sendo realizado. “Ninguém aqui vai desprezar a questão ambiental, nem facilitar a grilagem de terra. É um equívoco dizer isso. Pelo contrário, se damos o título ao produtor, ele pode pegar custeio e investimento, além de poder regularizar a questão ambiental. Ao ser identificado, ele tem que cumprir o Código Florestal”.

Já o presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), Geraldo Melo Filho, falou sobre famílias que estão há anos na busca por títulos de terra e defendeu o alinhamento do projeto com a questão ambiental e tecnológica. “A sustentabilidade da nossa produção talvez seja o maior ativo do nosso agronegócio”, diz.

Uma das sugestões aceitas pelo senador é a aceitação de trabalhos como a plataforma Radis, Regularização Ambiental e Diagnóstico de Sistemas Agrários, nos processos de regularização fundiária de assentamentos.

Apoio da Agricultura Familiar

Também semana passada, Fávaro se reuniu com a diretoria da Federação dos Trabalhadores na Agricultura em Mato Grosso (Fetagri-MT). O encontro (foto ao lado) serviu para que o parlamentar pudesse receber sugestões e tirar dúvidas sobre o texto, que deverá ser votado no Senado ainda nesta semana.

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Para o presidente da Federação, Nilton José de Macedo a importância do encontro é discutir o fortalecimento da agricultura familiar, especialmente no caso dos assentados da reforma agrária. “Conseguimos avançar muito nos pontos principais, os mais polêmicos. Sabemos que não conseguiremos tudo, mas os principais pontos, que travam a regularização, vão ser contemplados. Tenho certeza que 90% das nossas demandas vão ser atendidas e a regularização fundiária em Mato Grosso vai acontecer”, disse o líder da entidade.

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