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Licenciamento e Certificado de Registro de Veículo estão em um único documento (vídeo)

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Desde o dia 4 de janeiro deste ano, os documentos do veículo passaram por transformações. As novidades vêm surpreendendo os proprietários de veículos na hora de emitir a segunda via do recibo e na realização da transferência de propriedade do veículo. (Assista vídeo ao final do texto)

É que desde o início do ano, por determinação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), o Licenciamento e o Certificado de Registro de Veículo estão unificados, sendo denominados Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV-e). Ou seja, os dois documentos estão em apenas um, e estão vinculados em formato digital, não havendo mais a emissão de ambos em papel moeda, o famoso “verdinho”.

Outra mudança estabelecida pelo Contran é quanto a Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo (ATPV), que antes vinha em branco, no verso do documento.

Agora ela é expedida somente quando o proprietário for vender o veículo e solicitar, presencialmente, o serviço de intenção de venda. Ou seja, a ATPV não está mais disponível no verso do CRV como era até então.

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Nos casos do proprietário que não possui o recibo do veículo no formato antigo, em papel moeda, quando for vender o veículo deverá solicitar junto ao Detran o registro da intenção de venda e, ao final desse serviço, será expedido o documento de autorização de transferência, sem custos, informando os dados do comprador.

O Detran então disponibilizará a ATPV preenchida de forma eletrônica e com o QR Code de segurança, apenas para reconhecimento de firma de comprador e vendedor em cartório e posterior transferência de propriedade.

O novo formato do documento unificado vale somente para os veículos que foram adquiridos ou vendidos a partir do dia 4 de janeiro de 2021, bem como na emissão da segunda via do recibo.

Já os proprietários de veículos que possuem o documento de registro e a autorização para transferência de propriedade em papel moeda podem ficar tranquilos, pois seguirão o procedimento tradicional no momento da venda do veículo: preencher o verso do documento com os dados do comprador, reconhecer firma no cartório e, por fim, o comprador vai ao Detran para efetivar a transferência de propriedade.

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Entenda a mudança

Com a mudança, tanto o Licenciamento como o CRV poderão ser usados no formato digital e também impressos em papel comum. Na digitalização, o CRV se transforma na Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo Digital (ATPV-e).

O diretor de Veículos do Detran-MT, Augusto Cordeiro, reconhece a mudança significativa no documento de propriedade do veículo. “Culturalmente, as pessoas estão acostumadas com o CRV em papel moeda, entretanto, o novo formato garante a segurança do documento por meio da certificação e autenticidade verificada pelo número de segurança impresso e no QR Code”, disse.

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Anvisa alerta que testes de covid não detectam anticorpo, nem eficácia das vacinas

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A Anvisa divulgou esta semana um alerta reforçando que testes de covid -19 não comprovam a proteção da vacina. A Agência lembra que estes testes não devem ser usados para medir o nível de proteção contra o coronavírus após as pessoas se vacinarem.

O alerta da Anvisa informa que os testes de identificação da covid-19 registrados no país, vendidos até em farmácia, não tem a finalidade de indicar se a pessoa está protegida do vírus. Só confirma se a pessoa foi infectada ou não. Segundo a agência, esses testes não verificam o nível de proteção que cada pessoa tem contra a doença.

A Anvisa reforça que nenhum teste que detecta a presença de anticorpo (seja neutralizante, IGM, IGG ou outro) dão a garantia de imunidade e nem atestam qualquer nível de proteção contra a covid.

O professor da Universidade de Brasília, Wender Silva diz que, como estes testes não identificam a presença da proteína do coronavírus que a vacina combate, não conseguem medir a eficácia dos imunizantes. O professor Wender Silva reforça que, uma vez aprovadas, não é necessário se preocupar se as vacinas são eficazes e seguras.

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A Anvisa ainda alerta que não existe, até o momento, estudos indicam a quantidade de anticorpos neutralizantes necessária para garantir a proteção contra a covid-19. Esses anticorpos são os que evitam a entrada e multiplicação do coronavírus. E que também é preciso desenvolver outras pesquisas científicas para avaliar qual o grau de proteção é necessário contra a doença.

Para a Agência, ainda é preciso adotar as medidas preventivas contra o coronavírus, com uso de máscaras, higienização das mãos e o distanciamento social, mesmo após a vacinação.

(Agência Brasil)

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