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Iveco comprará caminhões velhos em projeto piloto do governo para renovação de frota

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A Iveco será a primeira montadora a participar oficialmente do programa de renovação de frota de caminhões criado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), do Governo Federal. A Iveco foi vencedora de licitação realizada pelo governo e a compra dos veículos velhos será realizada em parceria com a Concessionária Iveco Deva.

A medida do Governo Federal tem como objetivo alavancar o setor, atualizar a frota que roda pelo país com alguns caminhões sem condições de uso e com tecnologias ultrapassadas e promover a descarbonização por meio da redução de emissão de poluentes.

Para George Carloto, gerente de Licitações e Vendas Corporativas da Iveco, a renovação de frota continua sendo um ponto crucial para o segmento e deve ganhar fôlego a partir deste importante marco.

“É uma grande satisfação termos vencido esse certame. O projeto será testado e aperfeiçoado pela Iveco e, para a próxima fase, vamos estruturar uma proposta mais robusta com foco em médio e longo prazo. Os benefícios para a sociedade são muitos, como por exemplo, maior competitividade para o setor de cargas e menor impacto de gases nocivos no meio ambiente”, destacou o gerente.

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O Programa de Aumento da Produtividade da Frota Rodoviária (Renovar) começará com a captação, desmontagem e reciclagem de mais de 50 caminhões com mais de 30 anos de utilização em uma estrutura especialmente montada pela DEVA na cidade de Lavras, em Minas Gerais. Após o processo inicial, o autônomo e o pequeno transportador que aderirem de forma voluntária ao Programa ganharão um crédito, que pode variar entre R$ 20 mil e R$ 30 mil, para a aquisição de um modelo seminovo Euro V na concessionária.

“A DEVA, empresa selecionada para executar o projeto piloto, não mediu esforços técnicos e financeiros para a realização de um ‘sonho social’ criado no DNA do Grupo e iniciado em 2011, com os primeiros movimentos junto aos órgãos governamentais estaduais e federais além de entidades sociais, mostrando o impacto ocorrido em outros países quando o resultado provocou uma transformação no mercado em termos sociais e ambientais. Com atuação em todo estado de Minas Gerais, exceto no triângulo mineiro, temos uma estrutura única de captação e logística para captar veículos incluídos no programa”, diz Fausto Oliveira, gerente de Grandes Clientes da Deva.

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Segundo levantamento do Sindipeças, em 2020 a frota de caminhões alcançou 2,1 milhões de unidades, com incremento de 1,2% em relação ao ano anterior. A distribuição por ‘faixa etária’ reforça a necessidade de modernização da frota, iniciando pelos veículos pesados: 17% apresentavam idade média de até cinco anos, 56% entre seis e 15 anos e 27% superavam os 16 anos.

“Essa é uma demanda que está em pauta há décadas e trará muitos benefícios para todos os envolvidos. A renovação da frota trará ainda a adequação às práticas sustentáveis no segmento, padrão de qualidade e segurança para motoristas e caminhoneiros”, diz Márcio Querichelli, presidente da Iveco para a América Latina.

(Fonte: Blog do Caminhoneiro)

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Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

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O Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de pessoas até 2025 para atender necessidades projetadas pelas indústrias, de forma a repor inativos, atualizar funcionários ou preencher as novas vagas programadas para o setor. É o que prevê o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, divulgado hoje (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Deste total, dois milhões precisarão de qualificação visando formação inicial para a reposição de inativos ou para o preenchimento de novas vagas. Os 7,6 milhões restantes serão via formação continuada para trabalhadores que precisam se atualizar para exercer funções.

Segundo a CNI, “isso significa que 79% da necessidade de formação nos próximos quatro anos serão em aperfeiçoamento”.

Cadeia produtiva

De acordo com a entidade, essas projeções têm por base a necessidade de uso de novas tecnologias e mudanças na cadeia produtiva que tanto influenciam – e transformam – o mercado de trabalho. Assim sendo, acrescenta a CNI, cada vez mais o Brasil precisará investir em aperfeiçoamento e requalificação.

O levantamento hoje divulgado, feito pelo Observatório Nacional da Indústria, tem por finalidade identificar demandas futuras por mão de obra e orientar a formação profissional de base industrial no país.

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As áreas com maior demanda por formação são transversais (que permitem ao profissional atuar em diferentes áreas, como técnico em segurança do trabalho, técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento e profissionais da metrologia, por exemplo), metal mecânica, construção, logística e transporte, e alimentos e bebidas.

(Agência Brasil)

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