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Cidades & Geral

Insistência em aglomerações motiva ações enérgicas de fiscais e das forças de segurança

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A teimosia e a irresponsabilidade podem custar muito caro nesta pandemia. Caro para a saúde pessoal, caro para o bolso e, também, caro para o sistema público, que entra em colapso pela lotação de leitos de UTI/enfermaria, pelo desgaste das equipes de saúde e pelo aumento da demanda por insumos.

As infrações resultam em multas – que podem ser triplicadas em caso de reincidência – e outras sanções. Conforme a Lei n° 11.316/2021, a multa é de R$ 500 para o cidadão e R$ 10 mil para o estabelecimento infrator. Ou seja, com a nova lei, em caso de reincidência, o cidadão poderá arcar com penalidade de R$ 1.500 e as empresas com R$ 30 mil.

Além disso, se houver três descumprimentos, os estabelecimentos serão interditados por 30 dias “por grave lesão à saúde pública”.

Forças de segurança, em conjunto com equipes de fiscalização, já realizaram inúmeras autuações e aplicações de multas em todo o estado de Mato Grosso.

Mesmo com o rigor da fiscalização, os últimos dias foram marcados por várias ocorrências de aglomerações em todo o estado de Mato Grosso, principalmente em estabelecimentos comerciais (bares) e festas particulares realizadas em residências, sítios e pesqueiros.

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De acordo com os dados de relatório da PM, semana que passou teve registros de 1.547 ações de orientação das medidas restritivas; 549 abordagens em veículos; 448 pessoas flagradas em aglomerações; 73 pontos de barreiras; e 60 aglomerações dispersas; dez pessoas foram detidas e nove notificações foram feitas em conjunto com órgãos de fiscalização.

Além disso, as fiscalizações com o objetivo de reduzir ao máximo a circulação de pessoas têm sido intensas. Num único dia (terça, 23), a atuação dos agentes na mesma operação aplicou R$ 40,5 mil em multas.

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Cidades & Geral

Feira do Centro oferece duas atrações típicas do Brasil e valiosas para a saúde e a culinária

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Domingo, como reza a tradição, é dia de Feira em Tangará da Serra. E dois produtos muito atrativos na Feira do Produtor do Centro são as castanhas de caju e do Pará. As duas são alimentos saudáveis e compõem receitas extraordinárias, como nos links ao final do texto.

A castanha-do-pará é rica em proteínas, fibras, selênio, magnésio, fósforo, zinco e vitaminas do complexo B e vitamina E. Também fornece antioxidantes ao organismo, promovendo a diminuição do colesterol total. Melhora o sistema imunológico e ajuda a prevenir alguns tipos de câncer, como de mama, próstata e cólon.

Contribui para a saúde do cérebro e mantém o cabelo e as unhas saudáveis. Reduz a pressão alta, ajuda a regular a tireoide e é excelente fonte de energia.

Já a castanha-de-caju vem do fruto do cajueiro e é rica em antioxidantes, gorduras boas e minerais. Ajuda a prevenir o desenvolvimento de doenças do coração e anemia, além de melhorar a saúde da pele, unhas e cabelo. Segundo especialistas, consumir cerca de 30 gramas de castanha de caju por dia é uma alternativa para complementar os nutrientes consumidos diariamente.

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Castanhas nos boxes

A castanha-do-pará oferecida na Feira do Centro é proveniente da região de Juína e de outras cidades e localidades da região norte do estado. Já a castanha de caju vem, principalmente, da região Nordeste do Brasil.

São comercializadas em vários boxes do setor de hortifruti, em especial nos boxes 16-C, de Elieder Santos; 21-A, de Francisco da Silva; 23-A, de Eliane Resende; e 42-A, de Elton Pereira.

Veja, a seguir, receitas com as duas castanhas:

https://www.receiteria.com.br/receitas-com-castanha-do-para/

https://www.receiteria.com.br/receitas-com-castanha-de-caju/

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