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IMEA: Cleiton Gauer assume superintendência em substituição a Daniel Latorraca

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A partir de 1º de outubro, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) terá um novo superintendente, o engenheiro agrônomo Cleiton Gauer (foto topo). Ele assume a liderança do instituto em substituição ao economista Daniel Latorraca, que se dedicou durante 12 anos ao Imea e agora irá concentrar sua expertise em novos projetos pessoais e profissionais.

Cleiton Gauer é natural de Taquara-RS, mas cresceu no interior de São Gabriel-RS numa propriedade familiar. Em 2016 veio para Mato Grosso e iniciou sua trajetória no Imea como Analista da Cadeia do Algodão. Com o passar do tempo, atuou em diversas cadeias até assumir a gestão técnica em 2019 e, posteriormente, a área de inteligência de mercado em 2020.

“Para mim é uma grande satisfação assumir este novo compromisso no instituto e eu espero poder contribuir ainda mais com as informações do agro mato-grossense para subsidiar as tomadas de decisões dos produtores rurais”, afirmou Gauer.

Daniel Latorraca começou a trabalhar no instituto em 2009 como estagiário e, em pouco tempo, tornou-se trainee e gestor. Estava como superintendente há 5 anos e nove meses. Esteve envolvido em importantes pesquisas e parcerias com instituições de ensino e de pesquisa e em projetos como o Rentabilidade no Meio Rural, Perfil do Agricultor Mato-Grossense na Era Digital, Guia do Investidor, entre outros. Foi cofundador e head de um dos primeiros hubs de inovação para agronegócio no Brasil, o Agrihub – o mais novo instituto do Sistema Famato.

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“O sentimento é de satisfação e missão cumprida, depois de doze anos de serviços prestados para os produtores rurais, suas instituições e demais agentes do agronegócio em Mato Grosso. Agradeço a todos que me ajudaram, ensinaram, inspiraram e me deram a oportunidade de crescer ao longo da minha trajetória profissional”, disse Latorraca.

Sobre o Imea – O Imea foi criado em 1998 e faz parte do Sistema Famato. É um instituto referência em todo o país que faz levantamento e análise de dados de produção, mercadológicos e econômicos das principais atividades do agro mato-grossense. As informações coletadas são importantes para subsidiar produtores, entidades do agronegócio, instituições públicas e privadas nas tomadas de decisões.

(Ascom Famato)

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Centro de Eventos: Ajustes no projeto e divergência forçaram paralização; Obras prosseguem

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A paralisação verificada esta semana nas obras do Centro de Eventos, em Tangará da Serra, foram motivadas por ajustes no projeto e divergência funcional. Uma equipe de técnicos, com um engenheiro, esteve ontem na cidade para regularizar as duas situações e dar prosseguimento às obras.

Segundo o secretário municipal de Turismo, Wellington Rondon, a equipe informou que a cobertura será toda pré-moldada, com fabricação das estruturas em Cuiabá. “Houve ajustes no projeto e começaram a fabricação”, disse o secretário, conforme as informações que recebeu.

Equipe da empreiteira responsável pelas obras avalia adequações no projeto do Centro de Eventos (Foto: SEDEC/SEADTUR).

Outro problema que forçou a paralisação temporária das obras – segundo informações repassadas pelo secretário de Indústria e Comércio do município, Silvio Sommavilla – diz respeito a divergências funcionais com um colaborador, que acabou sendo substituído pela empreiteira.

Obra

O Centro de Eventos de Tangará da Serra está sendo construído pelo Governo do Estado de Mato Grosso, através da SEDEC/SEADTUR, com recursos do Programa de Desenvolvimento Sustentável de Turismo (PRODESTUR), via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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Novela

Com projeto concebido e aprovado em 2012 e obras iniciadas em 2016, o Centro de Eventos de Tangará da Serra teve suas obras paralisadas por diversas vezes, seja por ineficiência e atrasos nos repasses do governo à empresa responsável, seja por problemas técnicos das empreiteiras.

Desta vez, a paralisação foi motivada por necessidade de ajustes no projeto, mas terão continuidade.

Estrutura

O Centro de Eventos representará uma nova fase para Tangará e região no turismo de negócios. Os grandes eventos voltados a qualquer setor (agropecuária, indústria, tecnologia, serviços, educação, meio ambiente, etc.) proporcionarão fluxos importantes de visitação aos pontos turísticos existentes no município.

Com uma área física projetada de 3,8 mil metros quadrados e capacidade para comportar até oito eventos simultâneos, o Centro de Eventos terá estrutura interna com ilhas de WC, cozinha, varanda de serviços, depósitos, dependência administrativa, área para carga e descarga e espaço para câmara fria. Haverá, também, uma área externa de 9 mil metros quadrados para eventos como o Carnaval e outros de grande porte. O estacionamento contará com cerca de 450 vagas.

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A gestão do espaço e a captação de eventos deverá ser de responsabilidade um ‘convention bureau’, espécie de autarquia formada por representantes do trade turístico e do poder público.

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