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Economia & Mercado

Guerra reduz dólar para menor cotação desde junho; Ibovespa com maior alta desde setembro

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Pela primeira vez desde 30 de junho do ano passado, o dólar encerrou as operações ontem (segunda, 21), em queda de 1,43%, cotado a R$ 4,9440. Entre as explicações para o desempenho estão a guerra na Ucrânia ainda sem sinal de cessar-fogo – o que leva à tendência internacional de valorização de divisas de países exportadores de commodities -, e investidores se preparando para a divulgação de indicadores da economia brasileira.

Em 30 de junho, a moeda norte-americana era cotada em R$ 4,9728. Com o resultado desta segunda, o dólar acumula queda de 4,12% no mês e de 11,32% no ano.

Dólar declinou para R$ 4,944, menor cotação desde 30/06 do ano passado.

O dólar está em patamar alto no Brasil desde o início da pandemia de Covid-19, no primeiro semestre de 2020. Economistas apontam que o Real costuma ser, historicamente, bastante volátil, o que leva a flutuações bruscas. A cotação que atingiu recorde nesta semana é nominal. Isso significa que não estão contabilizados nesse valor os cenários de inflação do Brasil e dos EUA.

Leia mais:  Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

As principais análises também apontam que a queda da cotação do dólar se deve ao fluxo de capital estrangeiro para o país. O alto patamar dos juros no Brasil – o Banco Central promove, desde o início de 2021, um ciclo de alta da taxa Selic, a taxa básica de juros, contribui para atrair o interesse de investidores.

Bolsa em alta

O Ibovespa, por sua vez, fechou em alta de 0,73%, aos 116.154,53 pontos, nesta segunda-feira (21) – no maior patamar desde 14 de setembro de 2021, quando bateu 116.181 pontos. O principal índice da B3 refletiu a alta de ações ligadas a commodities, em especial petróleo e minerais.

Valorização das commodities é um dos fatores que mais mexe com o mercado financeiro internacional

A divulgação na terça-feira (22) da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) – em que a taxa Selic subiu para 11,75% – é mais um ponto no radar dos investidores, assim como do Relatório Trimestral de Inflação do Banco Central e do Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de março, considerado a prévia da inflação.

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(Redação EB, com Correio do Povo e CNN)

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Economia & Mercado

Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

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O Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de pessoas até 2025 para atender necessidades projetadas pelas indústrias, de forma a repor inativos, atualizar funcionários ou preencher as novas vagas programadas para o setor. É o que prevê o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, divulgado hoje (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Deste total, dois milhões precisarão de qualificação visando formação inicial para a reposição de inativos ou para o preenchimento de novas vagas. Os 7,6 milhões restantes serão via formação continuada para trabalhadores que precisam se atualizar para exercer funções.

Segundo a CNI, “isso significa que 79% da necessidade de formação nos próximos quatro anos serão em aperfeiçoamento”.

Cadeia produtiva

De acordo com a entidade, essas projeções têm por base a necessidade de uso de novas tecnologias e mudanças na cadeia produtiva que tanto influenciam – e transformam – o mercado de trabalho. Assim sendo, acrescenta a CNI, cada vez mais o Brasil precisará investir em aperfeiçoamento e requalificação.

O levantamento hoje divulgado, feito pelo Observatório Nacional da Indústria, tem por finalidade identificar demandas futuras por mão de obra e orientar a formação profissional de base industrial no país.

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As áreas com maior demanda por formação são transversais (que permitem ao profissional atuar em diferentes áreas, como técnico em segurança do trabalho, técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento e profissionais da metrologia, por exemplo), metal mecânica, construção, logística e transporte, e alimentos e bebidas.

(Agência Brasil)

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