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Saúde Pública

Governo zera imposto de medicamento para atrofia muscular espinhal, doença rara e degenerativa

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O presidente Jair Bolsonaro informou ontem (sábado, 11), por meio de redes sociais, que medicamento para atrofia muscular espinhal terá a alíquota do Imposto de Importação zerada.

Bolsonaro, no entanto, não detalhou o nome da medicação à qual se referia.

“O governo zera Imposto de Importação de medicamento para Atrofia Muscular Espinhal, que paralisa até o corpo todo. A medida beneficia crianças de até 2 anos portadoras da doença. A desoneração do medicamento, um dos mais caros do mundo, trará nova esperança às crianças portadoras”, diz a mensagem postada pelo presidente no Twitter.

Segundo o Ministério da Saúde, a atrofia muscular espinhal (AME) é uma doença rara, degenerativa, passada de pais para filhos e que interfere na capacidade do corpo de produzir uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores, responsáveis pelos gestos voluntários vitais simples do corpo, como respirar, engolir e se mover.

Varia do tipo 0 (antes do nascimento) ao 4 (segunda ou terceira década de vida), dependendo do grau de comprometimento dos músculos e da idade em que surgem os primeiros sintomas.

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Até o momento, não há cura para a doença.

(Agência Brasil)

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Saúde Pública

Covid-19: Óbitos triplicam em Tangará da Serra em julho; Casos ativos somam 188, com 85% das UTIs ocupadas

Publicado

Boletim epidemiológico divulgado ontem (sexta, 31) pelo Comitê Interinstitucional de Prevenção e Monitoramento do Coronavírus indicou um total de 25 óbitos decorrentes da Covid-19 em Tangará da Serra. O número representa o triplo (212,5%) sobre o total de mortes ocasionadas pela doença mês passado (total de 08) no município.

(Veja gráfico demonstrativo acima e quadro com todos os números ao final da matéria)

A variação de óbitos em Tangará da Serra é levemente superior à variação no estado, que das 629 mortes registradas em 30 de junho saltou para 1.842 em 31 de julho. A variação no estado, portanto, foi de 192,8%, também praticamente o triplo dos registros de fatalidades do mês anterior.

Já no país, os óbitos registrados desde o início da pandemia somaram ontem um total de 92.568, ante as 60.713 mortes registradas pela Covid-19 em 30 de junho. A variação no país, portanto, foi de 52,4%.

Os percentuais de mortes em Mato Grosso e Tangará da Serra, que se apresentam muito acima da média nacional, se deve ao processo de interiorização da pandemia, intensificado no país a partir do mês passado.

Leia mais:  Covid-19: Região soma 809 casos e 521 recuperados; Campos de Júlio, Sapezal e Tangará têm maiores incidências

Boletim

Ainda segundo o boletim de ontem do Comitê Interinstitucional de Prevenção e Monitoramento do Coronavírus, Tangará da Serra fechou o mês de julho com 2.162 casos de infecção pelo novo coronavírus desde o dia 01 de abril, quando foi registrado o primeiro caso da doença no município.

Deste total de casos, os pacientes que evoluíram para a cura somam 1.949, perfazendo um bom índice – 90% – de recuperação.

Os casos ativos somam 188 pacientes. Destes, 169 recuperam-se em isolamento domiciliar, enquanto 19 estão internados, sendo seis em enfermaria (05 públicas e 01 particular) e 13 em UTI (11 em leitos públicos e 02 em leitos privados).

Assim, o índice de ocupação de UTIs públicas no município é de 84,6%.  Os óbitos somam 25.

Há, ainda, quatro pacientes sob suspeita de Covid-19 internados em enfermaria (03 públicas e 01 privada) e seis pacientes de outros municípios internados em hospital particular, sendo cinco em UTI e um em enfermaria.

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