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Infraestrutura & Logística

Governo aprova projeto de pavimentação da MT-426, na região da Calcário, em Tangará

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O projeto para pavimentação da MT-426, na região da Calcário, em Tangará da Serra, foi deferido pelo governo do Estado. A informação foi confirmada ao Enfoque Business, neste final de semana, pela Associação dos Produtores da Rodovia MT-426.

De acordo com a entidade, o projeto representou investimentos privados na ordem de R$ 381 mil, e prevê pavimentação de 21,36 quilômetros da MT-426, desde a entrada da empresa Calcário Tangará até o entroncamento com a MT-358, proximidades da Serra dos Parecis, e, também, 17,24 quilômetros na MT-170, a partir da bifurcação com a 426, em direção ao distrito de São Jorge. Neste trecho, o projeto inclui a substituição da ponte de madeira existente sobre o rio Formoso, naquele distrito, por uma ponte de concreto.

Jolando: “É uma região importante para a economia de Tangará da Serra”.

Segundo o empresário e produtor Rubens Jolando, membro da associação, atualmente a manutenção das condições de trafegabilidade dos 38,6 quilômetros que serão pavimentados custou, em 2021, cerca de R$ 400 mil para empresas e produtores da região.

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O projeto, já deferido, se encontra agora na fase de orçamento pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra-MT), que deverá emitir em breve o termo de aprovação.

As obras deverão ocorrer na modalidade de parceria público-privada, com recursos do Estado e gestão e contrapartida da Associação de Produtores. “Será nos moldes do que acontece na MT-339, representando grande avanço naquela região produtora”, observa o administrador Edílson Sampaio, colaborador da Associação da MT-426 para a viabilização das obras.

Região produtora

A aprovação do projeto cria condições para que as obras sejam licitadas, ao menos em parte, ainda este ano. “Queremos acelerar e ver pelo menos um trecho de cinco quilômetros pavimentado ainda este ano”, disse Jolando.

MT-426 corta importante região produtora do município.

Não é para menos. Afinal, a região responde por importantes atividades econômicas – como produção de calcário e pecuária. “É uma região importante para a economia de Tangará da Serra”, complementou o empresário.

Segundo estimativas da associação, somente em calcário a região produziu em 2021 um total de 1,18 milhão de toneladas, o que representou cerca de 40 mil viagens de caminhões carregados, cada um, com uma média de com 30 toneladas de carga do insumo.

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Há, também, uma intensa movimentação de gado de corte na região, advinda de um grande confinamento. Segundo informações repassadas por produtores da região, a pecuária de corte movimentou, por sua vez, cerca de 15 mil cargas vivas em 2021.

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Infraestrutura & Logística

MT-358: Trecho entre Tangará e Serra dos Parecis segue em reparos pela concessionária

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O trecho da MT-358 entre o perímetro urbano de Tangará da Serra e a Serra dos Parecis está recebendo trabalhos de restauração pela Via Brasil, concessionária responsável pela rodovia. Os trabalhos consistem na recuperação do pavimento para posterior aplicação de capa asfáltica.

A MT-358, vale lembrar, está concessionada para o Consórcio Via Brasil já há um ano, deste maio do ano passado O trecho da rodovia entre Tangará da Serra e a Serra dos Parecis sofreu grave deterioração com o último período chuvoso. Acidentes foram registrados em razão do mau estado da pista.

Simultaneamente aos trabalhos de recuperação da estrada, a concessionária já constrói as praças de pedágio, cuja cobrança acontecerá a partir do ano que vem.

A tarifa atual para cada uma das quatro praças de pedágio é de R$ 9,40, mas deverá sofrer reajuste a partir de 2023.

Ao longo do trecho Itanorte-Jangada – que inclui as MTs 358, 343 e 246 até o entroncamento com a BR-163 – serão quatro praças de pedágio, sendo uma no alto da Serra dos Parecis, uma nas proximidades do distrito de São Joaquim (antes do trecho em declive da Serra de Tapirapuã) e duas entre Nova Olímpia/Barra do Bugres e a rodovia federal já citada.

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A tarifa atual para cada uma das quatro praças de pedágio é de R$ 9,40, mas deverá sofrer reajuste a partir de 2023 para reposição de perdas inflacionárias.

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