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Economia & Mercado

Gás de cozinha: Preços em Tangará da Serra terão preços reduzidos a partir desta semana

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O botijão de 13 quilos do gás de cozinha (GLP) será comercializado no varejo a preços reduzidos para o consumidor final já nesta semana, em Tangará da Serra. A baixa do preço nas revendedoras locais tem como base a redução de 5.58% anunciada pela Petrobras no final da semana passada.

O gás ainda é vendido, em média, a R$ 135 no varejo local e deverá cair para uma média de R$ 130, na entrega domiciliar. Os novos preços serão praticados pelas revendedoras a partir da aquisição dos novos estoques. “Fiz o pedido ontem e assim que terminar o estoque com o preço atual, começarei a vender com o preço reduzido”, disse um varejista consultado pela redação do EB.

Redução e riscos

Apesar da previsão de preço médio de R$ 130, o valor ainda será confirmado a partir das novas aquisições. O grande risco ao consumidor é que as reduções dificilmente são praticadas na mesma velocidade quando das majorações.

Um dos problemas é a postura das distribuidoras de gás que, na prática, impõem a cartelização no setor. Outro problema é a tributação, já que o cálculo do ICMS sobre o gás, que deveria ocorrer sobre o preço da refinaria, é aplicado justamente sobre o preço que deve ser praticado pelas revendedoras, o que penaliza o bolso do consumidor.

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Por outro lado, de acordo com a Petrobras, a redução de 5,58% anunciada do final da semana que passou é resultado das cotações e taxas de câmbio atuais, que se estabilizaram em um patamar inferior para o produto. “A Petrobras reitera seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato para os preços internos, das volatilidades externas e da taxa de câmbio causadas por eventos conjunturais”, diz a empresa, em seu site.

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Economia & Mercado

Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

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O Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de pessoas até 2025 para atender necessidades projetadas pelas indústrias, de forma a repor inativos, atualizar funcionários ou preencher as novas vagas programadas para o setor. É o que prevê o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, divulgado hoje (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Deste total, dois milhões precisarão de qualificação visando formação inicial para a reposição de inativos ou para o preenchimento de novas vagas. Os 7,6 milhões restantes serão via formação continuada para trabalhadores que precisam se atualizar para exercer funções.

Segundo a CNI, “isso significa que 79% da necessidade de formação nos próximos quatro anos serão em aperfeiçoamento”.

Cadeia produtiva

De acordo com a entidade, essas projeções têm por base a necessidade de uso de novas tecnologias e mudanças na cadeia produtiva que tanto influenciam – e transformam – o mercado de trabalho. Assim sendo, acrescenta a CNI, cada vez mais o Brasil precisará investir em aperfeiçoamento e requalificação.

O levantamento hoje divulgado, feito pelo Observatório Nacional da Indústria, tem por finalidade identificar demandas futuras por mão de obra e orientar a formação profissional de base industrial no país.

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As áreas com maior demanda por formação são transversais (que permitem ao profissional atuar em diferentes áreas, como técnico em segurança do trabalho, técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento e profissionais da metrologia, por exemplo), metal mecânica, construção, logística e transporte, e alimentos e bebidas.

(Agência Brasil)

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