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Cidades & Geral

Fumaça, calor e secura predominam na região; Chances remotas de chuva somente a partir de sexta-feira

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Não há previsão de chuvas ao menos até a próxima quinta-feira em Tangará da Serra. O calor e a baixa umidade relativa do ar serão a tônica ao longo da semana e a chuva, se ocorrer, deverá acontecer somente a partir de sexta-feira, em pouca intensidade e em pancadas isoladas. As informações são do site Clima Tempo.

Depois de uma noite quente, a segunda-feira se apresenta com fumaça (foto acima) proveniente de queimadas na região e em vários pontos do estado, em especial da parte sul. O calor apresenta-se com 39 graus celsius na temperatura máxima e 22°C na mínima (próxima madrugada).

A umidade relativa do ar segue em níveis críticos, em torno dos 10% nas horas mais quentes do dia, sendo este parâmetro válido para praticamente toda a semana.

Outras cidades

A secura, o calor e a fumaça também compõem as atuais condições climáticas em Campo Novo do Parecis, Diamantino e Sapezal, no Chapadão dos Parecis.

Abaixo da Serra de Tapirapuã, também não há previsão de chuvas para Nova Olímpia, Barra do Bugres e a capital, Cuiabá. Nesta região, entre a serra e a baixada cuiabana, o calor, a baixa umidade e a fumaça também pintam o retrato das condições do tempo.

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Cidades & Geral

Anvisa alerta que testes de covid não detectam anticorpo, nem eficácia das vacinas

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A Anvisa divulgou esta semana um alerta reforçando que testes de covid -19 não comprovam a proteção da vacina. A Agência lembra que estes testes não devem ser usados para medir o nível de proteção contra o coronavírus após as pessoas se vacinarem.

O alerta da Anvisa informa que os testes de identificação da covid-19 registrados no país, vendidos até em farmácia, não tem a finalidade de indicar se a pessoa está protegida do vírus. Só confirma se a pessoa foi infectada ou não. Segundo a agência, esses testes não verificam o nível de proteção que cada pessoa tem contra a doença.

A Anvisa reforça que nenhum teste que detecta a presença de anticorpo (seja neutralizante, IGM, IGG ou outro) dão a garantia de imunidade e nem atestam qualquer nível de proteção contra a covid.

O professor da Universidade de Brasília, Wender Silva diz que, como estes testes não identificam a presença da proteína do coronavírus que a vacina combate, não conseguem medir a eficácia dos imunizantes. O professor Wender Silva reforça que, uma vez aprovadas, não é necessário se preocupar se as vacinas são eficazes e seguras.

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A Anvisa ainda alerta que não existe, até o momento, estudos indicam a quantidade de anticorpos neutralizantes necessária para garantir a proteção contra a covid-19. Esses anticorpos são os que evitam a entrada e multiplicação do coronavírus. E que também é preciso desenvolver outras pesquisas científicas para avaliar qual o grau de proteção é necessário contra a doença.

Para a Agência, ainda é preciso adotar as medidas preventivas contra o coronavírus, com uso de máscaras, higienização das mãos e o distanciamento social, mesmo após a vacinação.

(Agência Brasil)

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