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Frio persiste hoje, mas termômetros voltam a subir no sábado; Umidade declinará na semana

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Mato Grosso conviveu ontem (quinta, 06) com a primeira friagem do ano percebida principalmente na metade sul do estado. O fenômeno foi provocado por uma massa de ar polar que avançou pelo sul do continente, devendo persistir nesta sexta-feira (07).

Em Tangará da Serra, na última noite/madrugada, os termômetros baixaram aos 11°C, com intensa garoa. A sexta-feira começou cinzenta, com tempo encoberto e as máximas não devendo superar a marca dos 26 graus celsius ao longo do dia, com possibilidade de garoa pela manhã e aberturas de sol à tarde.

Termômetros baixaram aos 11ºC na madrugada, com intensa garoa.

A umidade relativa do ar será, nesta sexta-feira, de até 83% e à noite haverá novo declínio da temperatura, com mínimas baixando aos 14°C.

O sábado deverá ter uma manhã fria, possivelmente com nevoeiro, mas os termômetros deverão atingir 30 graus ao longo do dia, com predomínio do sol, umidade relativa do ar entre 44% e 87% e ventos fracos.

No domingo, o sol predomina e as temperaturas ficarão entre a mínima de 20°C e máxima de 33 graus celsius.

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Em outras cidades, como a capital Cuiabá, as condições climáticas serão semelhantes às vivenciadas em Tangará da Serra, o mesmo acontecendo em Barra do Bugres e, também, no Chapadão, em Campo Novo do Parecis, Sapezal e Diamantino.

Umidade em baixa

A chegada da friagem na última quinta-feira coincide com o declínio da umidade relativa do ar, fenômeno característico nesta época do ano no estado. A partir da nova semana, a umidade chegará a níveis mínimos entre 29% e 34%, com os maiores índices – ao redor de 70% – sendo registrados nas noites/madrugadas.

Ao decair a umidade relativa do ar, o período de estiagem dá mostras de que deverá ser severo este ano.

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Anvisa alerta que testes de covid não detectam anticorpo, nem eficácia das vacinas

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A Anvisa divulgou esta semana um alerta reforçando que testes de covid -19 não comprovam a proteção da vacina. A Agência lembra que estes testes não devem ser usados para medir o nível de proteção contra o coronavírus após as pessoas se vacinarem.

O alerta da Anvisa informa que os testes de identificação da covid-19 registrados no país, vendidos até em farmácia, não tem a finalidade de indicar se a pessoa está protegida do vírus. Só confirma se a pessoa foi infectada ou não. Segundo a agência, esses testes não verificam o nível de proteção que cada pessoa tem contra a doença.

A Anvisa reforça que nenhum teste que detecta a presença de anticorpo (seja neutralizante, IGM, IGG ou outro) dão a garantia de imunidade e nem atestam qualquer nível de proteção contra a covid.

O professor da Universidade de Brasília, Wender Silva diz que, como estes testes não identificam a presença da proteína do coronavírus que a vacina combate, não conseguem medir a eficácia dos imunizantes. O professor Wender Silva reforça que, uma vez aprovadas, não é necessário se preocupar se as vacinas são eficazes e seguras.

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A Anvisa ainda alerta que não existe, até o momento, estudos indicam a quantidade de anticorpos neutralizantes necessária para garantir a proteção contra a covid-19. Esses anticorpos são os que evitam a entrada e multiplicação do coronavírus. E que também é preciso desenvolver outras pesquisas científicas para avaliar qual o grau de proteção é necessário contra a doença.

Para a Agência, ainda é preciso adotar as medidas preventivas contra o coronavírus, com uso de máscaras, higienização das mãos e o distanciamento social, mesmo após a vacinação.

(Agência Brasil)

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