conecte-se conosco


Cidades & Geral

Frente fria já reduz temperaturas no MT; Mínima de até 13°C em Tangará da Serra

Publicado

Uma massa de ar polar que entrou no país vinda do sul do continente já provocou queda de temperatura em Tangará da Serra e na metade sul de Mato Grosso no final da tarde desta terça-feira (03). A mudança climática já estava prevista nos sites especializados em meteorologia – como o Clima Tempo, o Cptec/Inpe e o Inmet – desde o final da semana passada. (*) Na foto do topo, imagem do horizonte ao norte, do alto da Avenida Brasil

Para a noite desta terça-feira e madrugada/manhã de quarta (04), as mínimas devem ficar entre 15 e 17 graus celsius, com possível ocorrência de garoa. De acordo com os portais, as temperaturas devem cair um pouco mais entre quinta e sexta-feira (06), podendo descer aos 13°C em Tangará da Serra.

Os termômetros tendem a retomar a curva ascendente a partir do final de semana. As máximas na região não deverão superar a marca dos 32°C no período de referência.

Já na baixada cuiabana e mais ao sul do estado, como em Rondonópolis, a queda nas temperaturas deverá ser mais acentuada, com possibilidade de 11°C na quinta-feira. Em Cáceres, há previsão de mínimas de 10°C entre a noite de quinta e madrugada de sexta-feira, com alta probabilidade de garoa.

Leia mais:  Meteorologia prevê onda de frio intenso no país; Tangará da Serra poderá ter mínimas de 5°C

No leste do estado, região de Barra do Garças, as mínimas não devem baixar dos 15 graus celsius.

publicidade

Cidades & Geral

Caldo de cana na Feira do Centro, um brinde à história e à geração de emprego e renda

Publicado

Amanhã, quarta-feira, é mais um dia de Feira. Em Tangará da Serra, a Feira do Produtor do Centro nos brinda todas as semanas com bebidas produzidas a partir de itens que fazem parte da História do Brasil e continuam movimentando a economia, gerando empregos e estrelando grandes negócios internacionais.

E, em se tratando de bebidas, o Brasil é um dos países com uma das maiores variedades no mundo.

É claro que quando se fala em tradição em bebidas, logo nos vem à mente o café, histórica commodity que forma uma cadeia econômica de grande peso na balança comercial do país. Lembram do “Ciclo do Café”, conteúdo que invariavelmente caía nas provas de História do Brasil e que registrou em nossas mentes o protagonismo do produto por treze décadas na atividade econômica nacional, entre os anos de 1800 e 1930?

Mas e o que falar da cana-de-açúcar? Esta gramínea (acreditem) nativa da Nova Guiné, na Oceania, chegou ao Brasil trazida pelos portugueses em no ano de 1520 e logo se transformou numa força econômica do então Brasil Colônia, sucedendo ao ciclo do pau-brasil.

Caldo na Feira

Leia mais:  Meteorologia prevê onda de frio intenso no país; Tangará da Serra poderá ter mínimas de 5°C

A cana-de-açúcar – ou melhor, o caldo de cana – é uma das atrações da Feira do Produtor do Centro. No box 87-C, os feirantes Elizeu e Elivânia Grinivald servem um generoso caldo de cana, no copo, para beber na hora, ou em garrafas pet, para levar para casa.

Benéfico à saúde humana, o caldo de cana é muito útil na prevenção e tratamento da dor de garganta, resfriado e gripe. Sua natureza alcalina ajuda na luta contra o câncer (especialmente de próstata e câncer de mama), reforça o estômago, rins, coração, olhos, cérebro e órgãos sexuais.

Mas, sabores e benefícios à parte, o caldo de cana leva a uma reflexão sobre o que significou a cana-de-açúcar para o Brasil e o que ela representa hoje para o país, para Mato Grosso e para nossa região.

História e economia

Região sudoeste do estado é grande produtora de cana-de-açúcar.

O ciclo do açúcar – ou ciclo da cana-de-açúcar – foi um período da história do Brasil Colônia compreendido entre meados do século XVI e meados do século XVIII. O açúcar representou a primeira grande riqueza agrícola e industrial do Brasil e, durante muito tempo, foi a base da economia colonial e uma das maiores atividades econômicas do mundo ocidental.

Leia mais:  Governador autoriza licitação do primeiro lote de pavimentação da MT-358, no Chapadão

Até hoje a cana-de-açúcar encabeça um importante segmento da economia brasileira, perfazendo uma grande cadeia.

O agronegócio sucroalcooleiro fatura, direta e indiretamente, cerca de R$ 40 bilhões por ano, o que corresponde a aproximadamente 2,35% do PIB nacional. É, também, um dos setores que mais empregam no país, com mais de 3,6 milhões de empregos diretos e indiretos, e reúne mais de 72.000 agricultores.

Região polarizada por Tangará da Serra conta com quatro grandes usinas de açúcar e álcool.

Na última safra, Mato Grosso somou mais de 260 mil hectares de lavoura canavieira, com uma produtividade média de 78 toneladas/hectare, totalizando 20 milhões de toneladas e um valor de produção de R$ 1,5 bilhão, segundo dados do IBGE. Toda a cadeia da cana-de-açúcar no estado gera cerca 30 mil postos de trabalho.

Na região, as lavouras canavieiras fornecem a matéria prima para a produção de açúcar, etanol, álcool gel e, também, energia elétrica a partir da biomassa da cana.

Neste rico segmento, os destaques são as plantas industriais das usinas Uisa, em Nova Olímpia (a maior usina de álcool e açúcar do Centro Oeste do Brasil); a Barralcool, em Barra do Bugres; a Coprodia, em Campo Novo do Parecis; e a Libra, em São José do Rio Claro.

Continue lendo

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana