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Economia & Mercado

FCO Empresarial: Pagamento de parcelas vencidas ou vincendas é prorrogado até dezembro

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Os empresários que contrataram os financiamentos do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO) podem prorrogar, desde a última sexta-feira (02.07), o pagamento das parcelas vencidas ou vincendas. A decisão foi anunciada durante reunião do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Codem), composto pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec-MT), parceiros e membros da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco).

A medida está estabelecida na Resolução CMN nº 4.908/2021, que autoriza as instituições financeiras administradoras do Fundo a prorrogar por até doze meses, as parcelas com vencimento entre 1º de janeiro de 2021 e 31 de dezembro de 2021, vencidas e vincendas, das operações de crédito empresarial contratadas com recursos do FCO até 31 de dezembro de 2020. Desde que os mutuários comprovem as perdas ocasionadas pela pandemia da covid-19 e não possuam parcelas em atraso anteriores a 31 de dezembro de 2020.

Caberá ainda à instituição financeira atestar a dificuldade temporária para reembolso do crédito pelo mutuário.

O aumento do prazo é considerado pelo presidente do Codem e secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, César Miranda, como uma oportunidade para os empresários reequilibrarem as contas.

“É de suma importância para o empresariado ter esse acréscimo de tempo para quitar os financiamentos, levando em conta que esse foi um dos setores mais afetados pela pandemia da covid-19. Eles precisam desse prazo para fortalecer seus negócios, já que muitos segmentos ficaram fechados por longos períodos e, consequentemente, não geraram renda ou se conseguiram gerar foi em proporção bem inferior ao esperado”, ressalta Miranda.

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Economia & Mercado

Sapezal, Lucas e Sinop: Amaggi investirá R$ 574 milhões em biodiesel, fertilizantes e geração de energia

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Os municípios de Lucas do Rio Verde, Sinop e Sapezal serão contemplados com investimentos privados na ordem de R$ 574 milhões em estruturas de armazenagem, geração de energia  e produção de biodiesel e fertilizantes.

O anúncio aconteceu na última quarta-feira (07), no Palácio Paiaguás, na capital Cuiabá, em reunião entre o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, e a diretoria da multinacional mato-grossense Amaggi. Os investimentos – anunciados pelo ex-governador Blairo Maggi, que é acionista da Amaggi, e pelo presidente executivo da companhia, Judiney Carvalho – deverão gerar 1.430 novos empregos, entre temporários, diretos e indiretos.

Investimentos foram anunciados em reunião entre o governador e diretores da multinacional.

Os investimentos consistem na construção de nova fábrica de biodiesel e armazém de grãos em Lucas do Rio Verde; fábrica de fertilizantes em Sinop; e uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH) em Sapezal. Também serão adquiridos equipamentos agrícolas.

De acordo com Mauro Mendes, Mato Grosso passa por um bom momento, com centenas de empresas se instalando e expandido operações no estado nos últimos anos. O gestor atribuiu os investimentos ao ambiente favorável ao empreendedorismo oferecido pelo governo, citando segurança jurídica, isonomia nos incentivos, licenciamento ambiental simplificado e redução de burocracia. “Quem conhece Mato Grosso, continua apostando em Mato Grosso. É um estado de muitas oportunidades, com muita gente vindo para cá investir. Há alguns dias anunciamos os novos investimentos da BRF, que superam os R$ 670 milhões”, pontuou.

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Investimentos

Maior parte do investimento será na PCH Jesuíta, em Sapezal, com capacidade instalada de 22,3 MW.

Conforme o presidente executivo da Amaggi, a construção da fábrica de biodiesel e armazém de grãos, em Lucas do Rio Verde, receberá investimento de R$ 145 milhões. A unidade terá capacidade de processar 900 toneladas de biodiesel por dia e deve ser entregue em fevereiro de 2022. A previsão é que as obras gerem 300 empregos temporários e 30 postos de trabalho diretos e indiretos.

Já a fábrica de fertilizantes de Sinop receberá investimento de R$ 99,2 milhões e terá capacidade para processar 300 mil toneladas de mistura. A previsão de conclusão é para agosto de 2022. Devem ser empregadas 200 pessoas na construção e 80 nas operações da fábrica.

Já a PCH de Sapezal receberá o maior investimento: R$ 230 milhões, com previsão de entrega no primeiro semestre de 2023. As obras na hidrelétrica devem empregar cerca de 800 trabalhadores e a expectativa é que 20 novos postos de trabalho diretos e indiretos sejam criados para a unidade.

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A Amaggi ainda vai investir outros R$ 100 milhões na aquisição de equipamentos agrícolas, entre colheitadeiras, tratores e pulverizadores.

(Redação EB, com Secom-MT)

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