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Expansão da Tancredo Neves gera expectativas entre empresários e no setor imobiliário

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A ligação da avenida Tancredo de Almeida Neves, das imediações da Vila Olímpica à região do Loteamento Buritis/Bela Vista/Tarumã/Dona Julia refletirá numa nova realidade urbana e um novo impulso econômico para Tangará da Serra.

É esta a expectativa de empresários, profissionais do setor imobiliário, urbanistas e do próprio poder público. A obra, aguardada há mais de uma década, está aprovada pela Câmara Municipal. A prefeitura, por sua vez, já programou serviços de topografia para implementar melhorias estruturais na avenida, com vistas às obras de prolongamento.

A expansão da avenida será uma boa nova para a cidade em termos de mobilidade urbana. Por ser uma importante artéria do trânsito local, a Tancredo Neves ampliará a capacidade de deslocamento de pessoas dentro do espaço urbano de Tangará da Serra. “Qualquer incremento viário promove o crescimento e, no caso da avenida Tancredo de Almeida Neves, refletirá diretamente no mercado imobiliário e abrirá novas oportunidades de investimentos privados”, pondera o economista, engenheiro civil e especialista em logística Sílvio Tupinambá.

Futura ligação da Tancredo Neves já impulsiona novos investimentos privados e aquece mercado imobiliário.

A previsão de aquecimento do mercado imobiliário é corroborada por profissionais do setor. “A tendência é de valorização imobiliária e novos negócios que vão surgir naquela região urbana”, diz o corretor de imóveis Wellington Bezerra, ex-vereador em Tangará da Serra.

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O presidente da Associação Comercial e Industrial (ACITS), Junior Rocha, prevê boas novas em acessibilidade e, também, no aspecto socioeconômico. “Toda facilidade de acesso e/ou melhoria de ligação entre regiões impulsiona os negócios já existentes e cria novas oportunidades”.

Para o arquiteto e urbanista Luciano Narezzi, a expansão da avenida será “espetacular, porque ligará bairros e desafogará outras vias, como a avenida Nilo Torres, além de criar um novo corredor, importante para o plano de mobilidade urbana”, considera.

Pelo poder público, o prefeito Vander Masson, em recente entrevista à imprensa, considerou a ligação da Tancredo Neves como a solução para um antigo gargalo de mobilidade urbana em Tangará da Serra. Para o gestor, a obra possibilitará a conexão da área central com a direção noroeste, região do Buritis/Bela Vista “Vai ser muito importante para o desenvolvimento daquela região e, também, para a grande Tarumã através da avenida Zelino Agostinho Lorenzetti”, disse.

(Assessoria Especial)

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Economia & Mercado

Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

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O Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de pessoas até 2025 para atender necessidades projetadas pelas indústrias, de forma a repor inativos, atualizar funcionários ou preencher as novas vagas programadas para o setor. É o que prevê o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, divulgado hoje (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Deste total, dois milhões precisarão de qualificação visando formação inicial para a reposição de inativos ou para o preenchimento de novas vagas. Os 7,6 milhões restantes serão via formação continuada para trabalhadores que precisam se atualizar para exercer funções.

Segundo a CNI, “isso significa que 79% da necessidade de formação nos próximos quatro anos serão em aperfeiçoamento”.

Cadeia produtiva

De acordo com a entidade, essas projeções têm por base a necessidade de uso de novas tecnologias e mudanças na cadeia produtiva que tanto influenciam – e transformam – o mercado de trabalho. Assim sendo, acrescenta a CNI, cada vez mais o Brasil precisará investir em aperfeiçoamento e requalificação.

O levantamento hoje divulgado, feito pelo Observatório Nacional da Indústria, tem por finalidade identificar demandas futuras por mão de obra e orientar a formação profissional de base industrial no país.

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As áreas com maior demanda por formação são transversais (que permitem ao profissional atuar em diferentes áreas, como técnico em segurança do trabalho, técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento e profissionais da metrologia, por exemplo), metal mecânica, construção, logística e transporte, e alimentos e bebidas.

(Agência Brasil)

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