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Infraestrutura & Logística

Estradas: MT-339 recebe capa asfáltica até ‘Curva da Calcário’; Meta é concluir trecho até final do ano

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A rodovia MT-339 começou a receber nesta sexta-feira (20) a capa asfáltica dos seus primeiros oito quilômetros entre a MT-358 e a localidade conhecida como ‘Curva da Calcário’, nas imediações do Assentamento Antônio Conselheiro, em Tangará da Serra.

A informação é do gerente operacional das obras, Edilson Sampaio, que atua pela Associação dos Produtores da MT-339, entidade responsável pela execução dos trabalhos em convênio com o governo do Estado.

Segundo ele, os trabalhos no trecho de oito quilômetros consistem em duas frentes, através da empreiteira Guaxe Construção e Terraplenagem. Desse trajeto, 2,7 quilômetros já foram realizados em anos anteriores, mas exige um trabalho de revitalização, com tapa-buracos, impermeabilização e aplicação de micropavimento.

A outra frente consiste num trecho de pouco mais de cinco quilômetros que está recebendo base e sub-base, com imprimação, aplicação de material impermeabilizante e, por fim, a capa asfáltica do tipo TSD (tratamento superficial duplo). A meta, segundo Edilson Sampaio, é entregar o trecho até a Curva da Calcário para tráfego regular até o final deste ano.

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Após a conclusão do primeiro trecho de oito quilômetros, as obras deverão ser retomadas após o período chuvoso, a partir de abril do ano que vem. Ainda em 2021 está prevista a pavimentação de mais um trecho da MT-339, da curva da Calcário até o rio Tarumã.

O trajeto restante, que vai até a localidade de Panorama, no entroncamento com a MT-170, em Rio Branco, dependerá de deliberações da Associação de Produtores junto ao governo do Estado.

A retomada das obras, em outubro, se deu em razão da recuperação de um termo de colaboração firmado junto à Associação de Produtores Rurais da MT-480/MT-339, por meio do Programa de Parcerias Socais, ainda no ano de 2014, representando investimentos de R$ 19 milhões.

O atual trecho em obras da MT-339, de 17 quilômetros, vai permitir a interligação desde a MT-358, em direção ao Assentamento Antônio Conselheiro, em Tangará da Serra.

A MT-339, vale lembrar, tem uma extensão de 122 quilômetros e liga Tangará da Serra à localidade de Panorama, já na região oeste do estado, no município de Rio Branco, na MT-170. Após sua pavimentação integral, a estrada será importante via de ligação até os terminais portuários de Cáceres, na Hidrovia do rio Paraguai.

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Infraestrutura & Logística

Concessão de rodovias: Governo do MT estima economia de R$ 3,3 bilhões em 30 anos

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O Governo de Mato Grosso estima em R$ 3,341 bilhões a economia gerada a partir da concessão de 512 quilômetros de rodovias estaduais à iniciativa privada a partir deste ano.

O montante previsto, que seria economizado no período de 30 anos correspondente às concessões, poderá ser destinado a novas obras de infraestrutura na malha rodoviária estadual. A economia estaria em serviços de conservação, recuperação, manutenção e implantação de melhorias rodoviárias que, de acordo com os contratos, deixarão de ser executados pelo governo, sendo assumidos pelas concessionárias.

Ao longo do período de concessão, o governo poderá destinar os recursos economizados em novas pavimentações e construção de pontes. “Nós temos algumas rodovias estruturantes, principalmente no sentido longitudinal de Mato Grosso, que nós precisamos pavimentar, pois são rodovias por onde é escoada nossa produção. Se ficarmos sempre fazendo manutenção, vai nos faltar recursos para novos investimentos e o Estado precisa desses investimentos”, afirmou o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.

Segundo dados do governo estadual, atualmente Mato Grosso possui 7,2 mil quilômetros de estradas estaduais pavimentadas, mais 1,1 mil quilômetros de rodovias pavimentadas coincidentes com rodovias federais e outros 22 mil quilômetros de estradas não-pavimentadas, totalizando 33,8 mil quilômetros de rodovias estaduais. Além disso, ainda existem 2.023 pontes de madeira sob a responsabilidade do Estado.

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Esse cenário, segundo Marcelo de Oliveira, é o principal entrave logístico para o escoamento da produção e transporte no Estado e, por consequência, o desenvolvimento de Mato Grosso, o que justifica as concessões, medida que, no entendimento do governo, assegura que as melhorias rodoviárias sejam constantemente feitas, dentro de um prazo menor e com a qualidade que se necessita.

“Nosso Estado é um dos grandes responsáveis pelo equilíbrio da balança comercial do Brasil e nós poderíamos estar melhor, pois muito da nossa produção se deve às rodovias. Com rodovias boas, você barateia o frete do insumo e do escoamento da produção. Poderíamos estar produzindo ainda mais com rodovias melhores, já que nossas perdas seriam menores. Estradas não-pavimentadas e pontes de madeira são obstáculos e, para solucionar esse problema, precisamos tirar da conta do Estado a manutenção. Passar a manutenção para o setor privado, para que nos sobre recursos para fazer investimentos”, esclareceu o secretário.

Leilão

O leilão de concessão de três lotes de rodovias estaduais acontece no próximo dia 26 (quinta-feira), na sede da B3, a bolsa de valores oficial do Brasil, na cidade de São Paulo. A sessão pública está marcada para 14h (horário de Brasília), com a presença do governador Mauro Mendes, e três empresas já apresentaram propostas de preço para concorrerem no leilão.

MT-358, entre a Serra dos Parecis e Assari, integra o trecho Jangada-Itanorte.

Serão concedidos três lotes à iniciativa privada: o Lote 1, com 138,4 quilômetros da MT-220, no trecho entre Tabaporã e Sinop; o Lote 2, com 233,2 quilômetros, das rodovias MT-246, MT-343, MT-358 e MT-480, nos trechos de Jangada a Itanorte; e o Lote 3, com 140,6 quilômetros da MT-130, entre Primavera do Leste e Paranatinga.

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Para o Lote 1, entre Tabaporã e Sinop, estão estimados investimentos de R$ 749,502 milhões em melhorias diretamente na rodovia. No lote 2, entre Jangada a Itanorte, estão previstos investimento de R$ 1,571 bilhão. Já para o lote 3, entre Primavera do Leste a Paranatinga, o investimento previsto é de R$ 1,020 bilhão, totalizando os R$ 3,341 bilhões.

Além dessas rodovias em leilão, o Governo já possui sete outros contratos de concessão comum vigentes, totalizando 923,4 quilômetros de rodovias.

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