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Saúde Pública

Estado amplia 40 leitos de UTI e 20 de enfermaria para tratamento da Covid-19

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Nos últimos seis dias, o Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), abriu 40 novos leitos de Terapia Intensiva (UTI) e 20 leitos de enfermaria para o tratamento da Covid-19.

No Hospital Metropolitano, em Várzea Grande, de segunda-feira (17.01) a sábado (22.01), foram abertos 30 leitos de UTI e 20 de enfermaria.

A unidade hospitalar atua como a principal referência estadual para o atendimento de pacientes com coronavírus e tem 100% da sua atividade destinada ao atendimento de demandas causadas pela Covid-19.

Com essa ampliação, a unidade de saúde passa a contar com o total de 50 leitos de UTI e 50 leitos de enfermaria para o tratamento da doença.

De acordo com o secretário Estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, a gestão estadual monitora as taxas de contaminação e ocupação hospitalar pela Covid-19 em Mato Grosso e trabalha medidas para serem implementadas conforme necessidade.

“Envidamos esforços para garantir o atendimento hospitalar à população mato-grossense. Já estamos monitorando o cenário atual da pandemia no Estado e, caso seja necessário, trabalharemos para novas ampliações”, declarou Figueiredo.

Outras ampliações

O Governo Estadual, em parceria com o município de Primavera do Leste, também abriu, na última terça-feira (18), 10 novos leitos de UTI no Hospital e Maternidade São Lucas. Inicialmente, a SES irá financiar 100% do funcionamento, ou seja, R$ 2 mil a diária de cada um desses 10 novos leitos.

Esse valor será pago até que o município consiga a habilitação do leito por parte do Ministério da Saúde. Depois de autorizado e habilitado, o Governo Federal deverá investir R$1.600 e o Estado completará a diária com R$ 400.

Com essa ampliação, o Hospital e Maternidade São Lucas passará a contar com o total de 20 leitos de UTI e 30 leitos de enfermaria para o tratamento da doença.

(Secom)

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Saúde Pública

Com URA desativada, atendimentos Covid serão nas USFs; Pacientes de UTI serão removidos

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Os pacientes com sintomas de Covid-19 em Tangará da Serra deverão procurar as unidades de saúde da família (USFs, foto topo) para atendimento, e não mais a Unidade Respiratória Ambulatorial (URA), que funcionava no Hospital Municipal Arlete Daisy Cichetti de Brito e agora está desativada.

A medida, anunciada no início da semana pela Secretaria Municipal de Saúde, atende a portaria assinada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que revoga decreto que estava em vigor desde fevereiro de 2020. Assim, fica declarado o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) motivada pela pandemia da Covid-19 no Brasil.

Com a desativação da URA, atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia.

Contudo, os serviços de atendimento de casos relacionados à Covid-19 não deixarão de ocorrer. “A partir de agora os atendimentos passam a ser descentralizados, com os casos leves atendidos nas USFs e os casos mais graves na Unidade de Pronto Atendimento (UPA)”, informou à imprensa local a secretária municipal de Saúde, Gicelly Zanata.

Ainda segundo a secretária, nos casos que exigirem internação do paciente em UTI, estes serão removidos para as unidades ainda mantidas pelo Estado, na região metropolitana de Cuiabá.

A desativação das unidades exclusivas para atendimentos de casos de Covid-19 ocorre em todo o país, conforme determina a mesma portaria do Ministério da Saúde. A decisão leva em consideração, também, o número de atendimentos, que hoje é de apenas 1 a 2 casos diários, em média.

Com a desativação da URA, o atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia. “Essa entrada do Hospital Municipal volta a ser fluxo para a entrada e saída de acompanhantes, visitas dos pacientes, marcar exames para aqueles que não estão na UPA, o eletivo”, acrescenta Gicelly Zanata.

A secretária observa, ainda, que a partir de agora outras áreas serão priorizadas. “Agora nosso foco é instalar o Centro Cirúrgico e UTI, para que nosso hospital comece a fazer cirurgias, sem precisar levar pacientes para outras cidades”, conclui.

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