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Economia & Mercado

Empregos: Com destaque para Comércio e Serviços, Tangará abriu 1.723 novos vagas em 2021

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Dados apresentados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Previdência nesta segunda-feira (31) apontam Tangará da Serra como o oitavo município que mais abriu novas vagas de emprego com carteira assinada em 2021.

Segundo o levantamento, Tangará da Serra manteve, entre janeiro e dezembro do ano passado um saldo positivo de 1.723 vagas, resultado de um total de 14.286 admissões contra 12.563 desligamentos. Os números de 2021 superam os de 2020, quando houve 11.127 admissões contra 10.946 desligamentos, tendo como resultado um saldo positivo de 181 vagas.

Nesses números, os setores de Comércio e Serviços responderam pela maior parte do saldo positivo de empregos formais, com respectivas 711 e 778 novas vagas. Construção Civil respondeu por um saldo de 111, enquanto Indústria e Agropecuária tiveram saldos respectivos de 77 e 46.

O segundo semestre foi a época do ano com os melhores saldos, sendo o mês de setembro o principal, com 269 vagas remanescentes. Por outro lado, ao longo de todo o ano, janeiro foi o mês com maior saldo (295) e dezembro o que registrou mais desligamentos que admissões, com saldo negativo de -143.

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À frente de Tangará da Serra figuram, em Mato Grosso, os municípios de Cuiabá (102.777 admissões e 87.882 desligamentos, saldo de 14.895), Rondonópolis (42.516 – 37.068, saldo 5.448), Sinop (36.639 – 31.456, saldo 5.183), Várzea Grande (28.079 – 24.890, saldo 3.189), Sorriso (23.579 – 20.755, saldo 2.824), Lucas do Rio Verde (20.473 – 18.273, saldo 2.200) e Primavera do leste (18.473 – 15.747, saldo 2.726).

Região

Entre os principais municípios da região polarizada por Tangará da Serra, Sapezal teve o maior saldo da região – 1.769 – em 2021, resultado de 9.780 admissões contra 8.011 desligamentos. Campo Novo do Parecis, por sua vez, teve saldo positivo de 1.329 (10.020 contra 8.691).

Diamantino admitiu 3.955 e desligou 3.325 (saldo de 630). Barra do Bugres teve saldo positivo de 405 (2.400 – 1.995), enquanto Nova Olímpia apresentou saldo positivo de 310 (2.454 – 2.144).

Mato Grosso e Brasil

Em Mato Grosso, o saldo de novas vagas em 2021 foi de 63.791, resultado de 484.811 admissões contra 421.020 desligamentos. O estado é o segundo que mais movimentou empregos no Centro oeste, atrás de Goiás, que registrou saldo de 107.215 vagas (750.692 admissões ante 643.477 demissões).

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No Brasil, o saldo de novas vagas com carteira assinada em 2021 foi de 2.730.597 empregos O resultado positivo do mercado formal de trabalho coletado todos os meses ocorreu a partir de 20.699.802 admissões e de 17.969.205 desligamentos. Os números ainda podem ser revisados.

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Economia & Mercado

Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

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O Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de pessoas até 2025 para atender necessidades projetadas pelas indústrias, de forma a repor inativos, atualizar funcionários ou preencher as novas vagas programadas para o setor. É o que prevê o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, divulgado hoje (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Deste total, dois milhões precisarão de qualificação visando formação inicial para a reposição de inativos ou para o preenchimento de novas vagas. Os 7,6 milhões restantes serão via formação continuada para trabalhadores que precisam se atualizar para exercer funções.

Segundo a CNI, “isso significa que 79% da necessidade de formação nos próximos quatro anos serão em aperfeiçoamento”.

Cadeia produtiva

De acordo com a entidade, essas projeções têm por base a necessidade de uso de novas tecnologias e mudanças na cadeia produtiva que tanto influenciam – e transformam – o mercado de trabalho. Assim sendo, acrescenta a CNI, cada vez mais o Brasil precisará investir em aperfeiçoamento e requalificação.

O levantamento hoje divulgado, feito pelo Observatório Nacional da Indústria, tem por finalidade identificar demandas futuras por mão de obra e orientar a formação profissional de base industrial no país.

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As áreas com maior demanda por formação são transversais (que permitem ao profissional atuar em diferentes áreas, como técnico em segurança do trabalho, técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento e profissionais da metrologia, por exemplo), metal mecânica, construção, logística e transporte, e alimentos e bebidas.

(Agência Brasil)

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