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Saúde Pública

Em Tangará da Serra, prefeito defende tratamento precoce e projeta ampliação para 20 leitos de UTI

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O tratamento precoce é uma alternativa importante para pacientes com sintomas da Covid-19 e uma medida individual para diminuir o número de internações pela doença. É o que defende o prefeito Vander Masson (foto), que sugere ao paciente com sintomas que solicite ao médico os medicamentos indicados.

Em entrevista concedida agora pela manhã a uma emissora de rádio da cidade, o gestor afirmou que o tratamento deve iniciar assim que o paciente apresentar sintomas iniciais da doença, com uso de medicamentos ofertados no sistema público local, como a hidroxicloroquina, azitromicina e invermectina. “O município tem estes medicamentos. O paciente deve insistir com o médico pelo tratamento precoce, em caso de sintomas, pois isso ajuda o paciente a vencer a Covid-19 e diminui as internações, como comprovado em várias cidades do país”, disse.

Hospital Municipal deverá contar com mais sete UTIs, segundo prefeito.

Vander Masson ressaltou, porém, que no momento os medicamentos à base de zinco e vitamina ‘C’ estão em falta, mas o município já providencia as aquisições. Ele destaca, porém, que estes medicamentos são de fácil acesso na rede farmacêutica.

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Masson reforçou a importância de o paciente exigir do médico as medicações para o tratamento precoce como forma de contribuir com o município para a diminuição das internações. “Estamos com praticamente todos os leitos de UTI ocupados, na rede pública como e na particular. Se o médico não indicar o tratamento precoce, pode procurar a secretária (Gicelly Zanata) ou a mim mesmo que vamos tomar providências”, disse.

Sete UTIs

O prefeito também anunciou que o município aguarda a chegada de sete respiradores em processo de aquisição pelo município e que, com eles, será possível ampliar o número de UTIs de 13 para 20 unidades exclusivas para pacientes com Covid-19, no Hospital Municipal.

Uma vez com 20 unidades em funcionamento, 10 serão destinadas exclusivamente a pacientes de Tangará da Serra e os outros 10 passarão a ser regulados pelo governo do estado para atendimento, também, de pacientes de outros municípios.

Vander ressalta que a regulação de 10 UTIs pelo governo evitará a sobrecarga financeira na rede municipal. “Cada UTI tem um custo diário ao redor de R$ 2 mil, por isso vamos fazer esse convênio com o estado”, concluiu.

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Ainda não há previsão para a chegada dos respiradores e o funcionamento efetivo das novas unidades de terapia intensiva.

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Saúde Pública

Mendes diz que todos acima de 30 anos poderão ser vacinados se Anvisa aprovar Sputnik V

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O governador Mauro Mendes (DEM) afirmou que se a vacina Sputnik V for aprovada pela Anvisa, e as 1,2 milhão de doses compradas ficarem em Mato Grosso, poderão ser vacinados todos os mato-grossenses com mais de 30 anos de idade em apenas quatro meses. Mendes ainda disse que o Programa Nacional de Imunização (PNI) não tem cumprido os contratos e há um “cheiro” de diminuição de chegada de vacinas Coronavac e Astrazeneca nas próximas semanas.

Recentemente, Mauro participou de uma reunião na Anvisa, mas ficou frustrado com o resultado, que não foi efetivo. A compra das doses da Sputnik V deve ser feita por meio do Consórcio da Amazônia e, no total, seriam 37 milhões de doses para o Brasil. Estas doses ficam nos estados apenas se o Governo Federal não pagar pelas vacinas. Outra diferença em relação à Coronavac e à Astrazeneca se dá na própria forma da vacina, visto que ela é feita de adenovírus e tem dois componentes. Desta forma, as 1 milhão e 200 mil doses que chegariam a MT poderiam imunizar 1,2 milhão de pessoas.

“O Maranhão já entrou no Supremo, o Supremo deu aquela decisão dizendo que até dia 28 se a Anvisa não liberar, estará automaticamente liberado. Nós vamos aderir a essa liminar se for preciso, mas nós acreditamos que é possível cumprir aquilo que a Anvisa deseja e é necessário. Essa vacina, está amplamente divulgado na mídia, já tem 52 países que está usando, as pesquisas mostram que ela tem um dos maiores índices de eficiência de todas as vacinas, então não teria porque, mas a gente acredita que o bom senso vai imperar e vai ser liberado, são 37 milhões de vacinas”, afirmou Mauro.

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“Então imagine isso em Mato Grosso? A gente vacina até 30 anos de idade, praticamente todo mundo. Rapidamente. Estava programado uma entrega de 4 milhões em abril, depois em maio, junho e julho, em quatro meses chegaria isso, 37 milhões de brasileiros seriam vacinados, porque ela trabalha com adenovírus, então primeiro componente é o adenovírus 26 e o segundo componente é o adenovírus 5, não é igual a Coronavac que é duas doses da mesma vacina. São dois componentes. Você toma o primeiro e depois toma o segundo, então compramos 1 milhão e 200 mil doses do componente A e B, então é para 1 milhão e 200 mil pessoas”, completou o governador.

Atraso no PNI

Se com a Sputnik a vacinação seria rápida e para diversas faixas etárias, por outro lado Mauro se mostrou preocupado com a entrega da Coronavac e a Astrazeneca, especialmente esta última. “Mês passado não foi cumprido aquilo que estava programado. O Butantan cumpriu o que estava programado, a Fiocruz não cumpriu, esse mês o Butantan encerra o primeiro contrato que era de 46 milhões de doses, daí deve começar o outro contrato, mas era para o segundo semestre, então está no ar um cheiro de redução de chegada de vacinas pelo PNI”, lamentou.

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“Aquilo que estava programado pelas outras não aconteceu, da Covax Facility, então as informações não são oficiais, mês passado furou, nesse mês estamos muito na mão da Friocruz, porque ela que seria a grande entregadora, deveria ser a grande entregadora esse mês da Astrazeneca, mas de prático na semana passada chegou 50 e poucas mil doses novas aqui em Mato Grosso”, finalizou o governador.

(Fonte: Folha Max/Notícia dos Municípios)

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