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Em quarta alta consecutiva, indústria da construção civil retoma crescimento de atividade e emprego

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O levantamento “Sondagem Indústria da Construção”, da CNI (Confederação Nacional da Indústria), mostrou a retomada da indústria de construção civil em setembro, com melhora no índice de evolução do número de empregados. O indicador registrou a quarta alta consecutiva no mês (50,1 pontos) e é o maior desde abril de 2012, quando alcançou 51 pontos.

“Contudo, é importante ressaltar que as altas registradas no índice foram precedidas por fortes quedas observadas em março e abril, que haviam levado o emprego a um patamar muito baixo”, afirmou a CNI. O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcele Azevedo, disse que o índice de evolução do emprego ultrapassar 50 pontos é um dado importante.

“Se olharmos a série histórica, vamos ver que faz muito tempo que o índice de evolução do emprego não cruza a linha divisória de cinquenta pontos como ocorreu no mês de setembro. Esse é um dado importante. Só não podemos esquecer que as altas registradas foram precedidas por fortes quedas observadas em março e abril, que haviam levado o emprego a um patamar muito baixo”, afirmou Azevedo.

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Os índices variam de 0 a 100, sendo que valores acima dos 50 pontos refletem crescimento do nível de atividade e do emprego. Quanto mais distantes da linha divisória de 50 pontos mais forte e mais disseminado é esse crescimento.

A Utilização da Capacidade Operacional cresceu em setembro pelo quinto mês consecutivo ao apresentar alta de dois pontos percentuais frente a agosto e atingindo 62%. O percentual é idêntico ao registrado em setembro de 2019, e supera os registrados entre os anos de 2015 a 2018.

Além disso, o indicador de satisfação com a situação financeira aumentou 6 pontos na comparação trimestral, alcançando 44,7 pontos no terceiro trimestre. O resultado supera a média da série de 44 pontos da série, iniciada em 2009.

Dificuldades para a construção civil

Os principais problemas relatados pela indústria da construção no terceiro trimestre foram a falta ou alto custo de matéria-prima, a elevada carga tributária e a demanda interna suficiente. A falta ou alto custo do trabalhador qualificado também foi um problema relatado no período. A CNI entrevistou 170 empresas de pequeno porte, 197 de médio porte e 94 grandes, entre 1º a 14 de outubro de 2020.

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Nesta terça, a FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou o INCC-M (Índice Nacional de Custos da Construção), principal índice usado para reajustar os financiamentos imobiliários, que ficou em 1,69% em outubro. Além de ganhar ritmo em relação a setembro, quando atingiu 1,15%, o índice de outubro representa a maior taxa mensal desde junho de 2015, quando ficou em 1,87%. Isto significa, na prática, que os produtos e serviços envolvidos em construções pesaram mais no bolso.

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Crédito: FCO tem R$ 546,8 milhões para empresários e produtores rurais de Mato Grosso

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O Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Codem) aprovou R$ 546,8 milhões em linhas de crédito para empresários e produtores rurais do Estado, por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro Oeste (FCO). O aporte financeiro deve criar 6.366 empregos diretos e indiretos nos setores rural e empresarial mato-grossense.

Ao todo foram deferidas 93 cartas-consulta para as duas modalidades. O FCO Rural teve 75 projetos validados que somaram R$ 307,2 milhões em crédito, valor que será responsável pela criação de 2.892 empregos diretos e indiretos. A modalidade teve 75 projetos habilitados, sendo 17 para pequenos produtores, 17 para pequenos-médios produtores, 32 para médios produtores, 3 para médios-grandes produtores e 6 para grandes produtores.

No FCO Empresarial foram autorizados 18 projetos, nos quais serão aplicados em R$ 239,6 milhões em recursos, o que irá gerar 3.474 empregos diretos e indiretos, no Estado. Dentre os beneficiados pelo programa estão 5 pequenas empresas, 4 pequenas-médias empresas, 8 empresas médias e 1 grande empresa.

Os recursos do Fundo do Centro-Oeste custeiam projetos nas áreas de comércio e serviços, indústria, infraestrutura, turismo, aquisição de equipamentos agrícolas, de matrizes, construção de armazéns, silos e ampliação de instalações empresariais e rurais.

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“Temos percebido uma busca crescente por créditos do FCO em Mato Grosso. Há novas empresas e indústrias se instalando no Estado, outras ampliando sua capacidade de produção. O agronegócio tem se expandido rapidamente, e isso mostra a forte expansão econômica do Estado, resultado de um ambiente de negócios seguro e promissor”, enfatiza o presidente do Codem e secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, César Miranda.

Recursos liberados

Nestes primeiros cinco meses do ano, o Codem já liberou R$ 1,3 bilhão em créditos do FCO para produtores rurais e empresários de Mato Grosso. Em todo o ano de 2021 foram emprestados R$ 3,5 bilhões.

De acordo com dados do caderno de informações gerenciais do Condel/Sudeco, as contratações do FCO atenderam a 99,3% dos municípios mato-grossenses.

(Secom/Sedec-MT)

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