TANGARÁ DA SERRA

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Em carta aberta, Sindicato reitera repúdio a Fávaro/Geller e ao PT/MST: “Não nos representam!”

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O repúdio de entidades do Agro ao senador licenciado Carlos Fávaro (PSD) e ao deputado federal Neri Geller (PP) foi reiterado essa semana pelo Sindicato Rural de Lucas do Rio Verde. A reiteração – em forma de “Carta Aberta à População Brasileira” – vem logo após a reação do diretório estadual do PT, que apresentou notícia crime contra 14 sindicatos e duas cooperativas por “fake news” contra o ex-presidente Lula, que tenta um terceiro mandato pelo Partido dos Trabalhadores (PT) na Presidência da República.

O conteúdo é incisivo e expõe o clima de animosidade e revolta de integrantes do setor produtivo à declaração de apoio de Fávaro e Neri à federação de esquerda encabeçada pelo PT.

“Vocês não têm o apoio de produtores de sua cidade, que dirá do Agro como um todo. Vocês não nos representam!”, consta, no cabeçalho do manifesto, que vai além e emenda uma forte crítica ao PT e ao MST. “… vai (o PT) contra os valores éticos e morais que regem a sociedade, direito de propriedade, liberdade econômica, liberdade de expressão e defesa de Deus, Pátria e Família”.

Leia mais:  Em convenções, PSD, PP e PSB confirmam aliança com PT; Fávaro canta para Lula

O PT também é citado na carta aberta como partido que “arquitetou o maior escândalo de corrupção já visto no Brasil, e atua em conjunto com o MST, uma organização criminosa (…)”.

No manifesto, o sindicato de Lucas do Rio Verde também exorta Fávaro e Geller a rever seus posicionamentos políticos: “(…) que os referidos políticos ouçam a voz da sociedade organizada para defender o que é mais importante em nossa sociedade: a Liberdade”.

Veja carta aberta da entidade na íntegra:

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Polarização: Tangará tem 14 candidatos a estadual e federal divididos entre direita e esquerda

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Na eleição mais polarizada da história do país, candidatos de direita e de esquerda travarão duros embates nas disputas pelos cargos majoritários e proporcionais.

A disputa mais ferrenha é a presidencial, onde o atual mandatário do País, Jair Bolsonaro (PL), tenta a reeleição na condição de direita conservadora. Na outra extrema, está o ex-presidente Lula, do PT, da extrema esquerda, com projeto de implantação de um regime comunista no Brasil.

De forma menos acirrada, direitistas e esquerdistas se enfrentam nos estados. Em Mato Grosso, o governador Mauro Mendes tenta a reeleição pelo partido União Brasil, legenda com origens de partidos de direita (DEM e PSL). Márcia Pinheiro, do PV, representa a esquerdista federação liderada pelo PT e que conta, ainda, com o PCdoB. PSD, PP e PSB completam a frente de esquerda.

O PSDB e o Cidadania formam uma federação de centro-esquerda. Nacionalmente, está alinhado com a candidatura da emedebista Simone Tebet, que tem como candidata a vice e tucana Mara Gabrilli. Em nível estadual, a tendência da federação é apoiar a candidatura de Márcia Pinheiro (PV) e, por isso, na prática, compõe o bloco de esquerda que tenta reconduzir o petista Lula à presidência.

Leia mais:  Polarização: Tangará tem 14 candidatos a estadual e federal divididos entre direita e esquerda

(*) Veja infográfico abaixo, com as candidaturas proporcionais

Registros

Importante salientar que as candidaturas, de modo geral, foram recentemente aprovadas em convenção e ainda precisam ser registradas até a próxima sexta-feira (12/08) para saírem do campo virtual para a condição de realidade.

Proporcionais – Direita

Nas candidaturas proporcionais, os candidatos de Tangará da Serra a deputados estaduais situados em partidos de direita ou centro direita são Edilson Sampaio e Rogério Silva, respectivamente do Republicanos e União Brasil, siglas de direita. Em legenda de centro-direita figura a vereadora Elaine Antunes, do Podemos.

(*) Veja infográfico acima, com as candidaturas proporcionais

Ainda na ala de direita, os candidatos tangaraenses a deputados federais aprovados em convenção são Wagner Ramos (União), Marcos Scolari (PL), Josenai Terra (PTB) e Nelson Ferreira (Democracia Cristã – DC).

Proporcionais – Esquerda

Ao centro esquerda figura como candidato a deputado estadual o vereador Sebastian Ramos, do Cidadania.

Em partidos com espectro político classificado como “centro”, figuram Dr. João (MDB) e Rui Wolfart (PSDB). O MDB é uma sigla hoje considerada centrista ou “pega-tudo”, no jargão popular. O partido tem origem no ano de 1966, quando polarizou com a extinta Aliança Renovadora Nacional (ARENA), ressurgindo com o resgate do pluripartidarismo na abertura democrática de 1980, época do presidente João Figueiredo.

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História parecida tem o PSDB, porém mais contemporâneo, com criação no ano de 1988 a partir dos ideais do ex-governador de São Paulo, Franco Montoro.

Porém, por seu alinhamento com o Cidadania, o PSDB pode ser considerado dentro do espectro político de centro-esquerda.

Os candidatos tangaraenses a deputados estaduais que compõem o bloco de esquerda liderado pelo PT são Davi Oliveira (PSB) e Reck Junior (PSD). O líder maior do PSD em Mato Grosso, senador licenciado Carlos Fávaro, é coordenador da campanha de Lula no estado, daí o enquadramento da sigla na ala esquerdista.

Para deputados federais na frente de esquerda figuram dois tangaraenses: a advogada Karen Rocha (PSB) e a professora Francisca Alda, do PT.

 

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