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Economia & Mercado

Dia das Mães traz otimismo ao Comércio e previsão de até 20% de incremento nas vendas

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Considerada a segunda melhor data comemorativa do ano em termos de negócios, o Dia das Mães representará um impulso nas vendas até este final de semana, em Tangará da Serra.

A data motiva horário especial no comércio local, com os estabelecimentos da cidade autorizados a atender das 07h00 às 18h00 deste sábado (07), segundo portaria nº 009/2022 da Secretaria Municipal de Fazenda.

Comparado com o ano passado, 2022 deve registrar um aumento de 15% a 20% nas vendas no comércio local. O cenário positivo na economia com o arrefecimento da pandemia é um dos motivos, além de algumas medidas do governo. “Temos expectativa de crescimento nas vendas em datas como o Dia das Mães e fatores como a liberação do FGTS e antecipação do 13º do INSS devem aumentar o poder de compra”, destaca Alessandro Rodrigues Chaves, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Tangará da Serra.

O otimismo do empresariado também aumentou. Segundo pesquisa feita pela empresa de inteligência analítica Boa Vista, 64% dos empresários acreditam em aumento do volume das vendas desse ano em relação à mesma data em 2021. No ano passado, na mesma data, apenas 31% tinham expectativa de aumento no volume das vendas em relação a 2020.

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A expectativa de presença do consumidor nos estabelecimentos também é positiva. Para 57% dos entrevistados, a maior parte das vendas deverá acontecer de maneira presencial, em lojas físicas. Todavia, a intenção em realizar compras on-line apresentou crescimento na comparação com Dia das Mães do ano anterior. Em 2021, essa expectativa era de 38% e, este ano, atingiu 43%.

Quanto aos setores mais procurados, o levantamento da Boa Vista indica, em primeiro lugar, o setor de tecidos, vestuário e calçados como opções de presente pelos consumidores. Há, também, otimismo nos segmentos de alimentação, como restaurantes e supermercados.

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Economia & Mercado

Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

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O Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de pessoas até 2025 para atender necessidades projetadas pelas indústrias, de forma a repor inativos, atualizar funcionários ou preencher as novas vagas programadas para o setor. É o que prevê o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, divulgado hoje (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Deste total, dois milhões precisarão de qualificação visando formação inicial para a reposição de inativos ou para o preenchimento de novas vagas. Os 7,6 milhões restantes serão via formação continuada para trabalhadores que precisam se atualizar para exercer funções.

Segundo a CNI, “isso significa que 79% da necessidade de formação nos próximos quatro anos serão em aperfeiçoamento”.

Cadeia produtiva

De acordo com a entidade, essas projeções têm por base a necessidade de uso de novas tecnologias e mudanças na cadeia produtiva que tanto influenciam – e transformam – o mercado de trabalho. Assim sendo, acrescenta a CNI, cada vez mais o Brasil precisará investir em aperfeiçoamento e requalificação.

O levantamento hoje divulgado, feito pelo Observatório Nacional da Indústria, tem por finalidade identificar demandas futuras por mão de obra e orientar a formação profissional de base industrial no país.

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As áreas com maior demanda por formação são transversais (que permitem ao profissional atuar em diferentes áreas, como técnico em segurança do trabalho, técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento e profissionais da metrologia, por exemplo), metal mecânica, construção, logística e transporte, e alimentos e bebidas.

(Agência Brasil)

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