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Saúde Pública

Dengue: Tangará da Serra registra risco alto de infestação do mosquito Aedes Aegypti

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O resultado do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) em novembro de 2021 mostrou que Tangará da Serra tem índice de infestação do mosquito considerado de risco alto. O levantamento foi realizado pelo Setor de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde entre os dias 22 e 26 de novembro em 1.954 imóveis de diversos bairros da cidade.

Dos quase 2 mil imóveis visitados, 4,9% apresentaram focos do mosquito. Isso quer dizer que em aproximadamente 100 casas foi encontrado pelo menos um foco de aedes aegipty, mosquito transmissor de doenças como a dengue, a zika e a chikungunya.

O Setor fez o levantamento por meio do Índice de Breteau, que identifica a quantidade de larvas de mosquitos Aedes aegypti por meio de amostra residencial. Os dados avaliados apontam para a necessidade de cuidado da população com os imóveis, nos quais foram identificados a existência de recipientes propícios a se tornarem criadouros.

O levantamento revela que 5 em cada 100 domicílios visitados registravam recipientes passíveis de se tornarem criadouros de mosquito.

Leia mais:  Covid-19: Tangará tem aumento de 357% nos casos ativos em 15 dias; 91% com vacinação incompleta

De acordo com a coordenadora da Vigilância Ambiental, Cleonice Zucão, metade dos criadouros ocorrem em caixas d’água e tambores (utilizados para armazenar água) e lixo e entulhos nos quintais com objetos como garrafas, tampinhas, sacolas plásticas, dentre outros.

Dicas de prevenção:

– Tampar os tambores e caixas d’água;

– Manter calhas sempre limpas;

– Deixar garrafas e recipientes com a boca para baixo;

– Não jogar sacolas plásticas, tampas e outros objetos no quintal;

– Limpar semanalmente ou preencher pratos de vasos de plantas com areia;

– Tampar as lixeiras;

– Limpar os ralos e colocar tela;

– Manter lonas para materiais de construção e piscinas sempre esticadas para não acumular água.

(Assessoria PMTS)

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Saúde Pública

Covid-19: Tangará tem aumento de 357% nos casos ativos em 15 dias; 91% com vacinação incompleta

Publicado

O aumento nos casos de Covid-19 neste mês de junho em Tangará da Serra é, uma vez mais, motivo de alerta. Em 15 dias, o município registrou 844 novos casos, saltando de 23.660 casos acumulados em 13 de junho para 24.504 desde o primeiro registro da pandemia no município, em abril de 2020.

Segundo dados contidos no boletim divulgado nesta terça-feira (28.06) pela Secretaria Municipal de Saúde, Tangará da Serra conta com 307 casos ativos, um aumento de 357% nos últimos 15 dias (86 ativos em 13 de junho). Somente nas últimas 24 horas foram diagnosticados 128 novos casos da doença entre os tangaraenses, o que significa quase seis vezes mais no período de duas semanas (23 em 13 de junho). (Boletim atualizado a seguir)

Dado positivo é que não há nenhum paciente do município internado em UTI, enquanto os internados em enfermaria somam 11. Neste mês de junho há registros de dois óbitos ocasionados pela doença.

A secretária de Saúde do município, Gicelly Zanatta, concederá entrevista coletiva sobre o atual quadro da pandemia em Tangará da Serra logo mais, às 15h30. A pauta será a vacinação contra a doença, mas há possibilidade de anúncio de medidas restritivas, como uso de máscaras em locais públicos.

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91% com vacinação incompleta

Dos 101 pacientes que estão internados pela Covid-19, em UTIs de Mato Grosso, 91% não completaram o esquema de vacinação. A informação é da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT).

O dado preocupa as autoridades, pois demonstra que a falta da imunização é hoje o principal motivo do crescimento de pacientes infectados e internados em estado grave. Ou seja, hoje, dia 28 de junho, são 92 pacientes que estão na UTI e que não tomaram todas as doses da vacina.

“Já se passaram mais de dois anos que a pandemia teve início e está comprovado que a vacinação foi a grande responsável por nós termos retornado as atividades normais, como ir para a escola, passear, retirar a obrigatoriedade do uso de máscaras, mas, infelizmente, as pessoas insistem em não fazer o principal, que é completar o esquema vacinal”, destacou a secretária de Estado de Saúde Kelluby de Oliveira.

Kelluby ainda afirmou, de acordo com os dados do Ministério da Saúde, que infelizmente esses pacientes “escolheram não se vacinar e a coletividade é que está pagando por isso”. “As pessoas precisam se conscientizar que tomar todas as doses não protege só quem é vacinado, mas toda a coletividade. Reduz a transmissão do vírus e as chances de quem é infectado com a covid seja levado para uma UTI”, acrescentou.

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Atualmente não há falta de vacina no Estado. A secretaria tem recebido as doses do Ministério da Saúde e encaminhado para os municípios de acordo com a demanda apresentada. Estão em estoque na Rede de Frio do Estado e nos 15 Escritórios Regionais de Saúde, um total de 646 mil doses, entre Coronavac, Pfizer, Astrazeneca, Pfizer pediátrica e Jansen.

Números em MT

Mato Grosso tem confirmado 759.242 casos de Covid-19, sendo registrados 14.984 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Dos 759.242 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 9.313 estão em isolamento domiciliar e 734.260 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 65 internações em UTIs públicas e 76 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 78,65% para UTIs adulto e em 15% para enfermaria adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (135.575), Várzea Grande (53.603), Rondonópolis (44.288), Sinop (34.357), Tangará da Serra (24.504), Lucas do Rio Verde (23.397), Sorriso (23.317), Primavera do Leste (22.715), Cáceres (17.473) e Alta Floresta (17.013).

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