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Saúde Pública

Dengue: Tangará da Serra com risco baixo e grande declínio ante 2020; MT sob alto risco

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Apesar da preocupação contínua quanto a possíveis surtos, Tangará da Serra está sob risco ‘baixo’ para a dengue, zika e chikungunya neste ano de 2021. Segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), o principal município da região sudoeste do estado soma 103 casos destas doenças, sendo 97 notificações de dengue e três de cada uma das outras duas moléstias. (Ao final do texto, boletim epidemiológico da SES-MT)

Em comparação com o ano passado, em 2021 Tangará da Serra viu os números da dengue decaírem consideravelmente. Em 2020, foram registrados no município 1.390 casos de dengue, 73 de zika e 09 de chikungunya.

Tabela e gráfico: arquivo Enfoque Business (inclui zika e chikungunya)

Observando as estatísticas da dengue em Tangará da Serra (tabela e gráfico acima), é possível constatar que a média mensal de casos notificados em 2021 (17,2 – janeiro a junho) é a quarta menor desde 2008, estando à frente apenas de 2014 (1,9), 2011 (6,8) e 2017 (11,2).

A tendência, porém, é que a média mensal de 2021 baixe ainda mais, pois já passaram os meses de maior incidência, no primeiro semestre. Vale observar que houve uma queda brusca em relação ao ano passado (média mensal de 122,7).

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Fatores

Para a secretária de Saúde do município, Gicelly Zanatta, a redução observada até agora, em 2021, pode ser explicada por fatores diversos, como uma maior conscientização da população, eficácia das medidas de controle do poder público e, ainda, influência do clima, já que o menor volume de chuvas reduz, teoricamente, o número de focos.

Região e parâmetros

A SES-MT  estabeleceu um parâmetro de que para ser considerado sob alto risco é preciso ocorrer a partir de 300 casos destas três doenças para cada grupo de 100 mil habitantes. No caso de Tangará da Serra, a incidência de 93,5 significa menos de um terço do parâmetro para a dengue. Para Zika e chikungunya, a incidência é de 2,9/100 mil.

Especificamente quanto à dengue, a região polarizada por Tangará da Serra, estão sob alto risco os municípios de Sapezal (219 casos e índice de 846,2) e Diamantino (180 casos e incidência de 816,7). Campo Novo do Parecis, com 71 casos e índice de 200,8, é considerado em risco moderado.

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Estado

Assim como Tangará da Serra, na região metropolitana, Cuiabá, e Várzea Grande também se apresentam sob baixo risco, assim como Rondonópolis, no sul do estado, e Barra do Garças, na região do Araguaia. Cáceres, por sua vez, está sob risco moderado, já que soma 132 casos e índice de 139,9.

Porém, Sinop, com 1.753 casos notificados e incidência de 1.225,9 por cada grupo de 100 mil habitantes, se encontra sob alto risco.

No geral, o estado de Mato Grosso soma um índice de 529,1 e, por isso, também se enquadra na mensuração de alto risco, puxado pelos altos índices das regiões Centro Norte (3.445,17), Teles Pites (1.741,64) e Alto Tapajós (1.046,23).

Ao todo, em Mato Grosso, são 61 os municípios classificados como de alto risco para dengue. União do Sul, além de estar sob alto risco para dengue, também se contra sob alto risco para zika.

No link abaixo, boletim epidemiológico da SES-MT (Informe 08):

http://www.saude.mt.gov.br/informe/587

 

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Saúde Pública

Vacina Covid-19: ERS Tangará recebe 1.700 doses pediátricas; Esquema vacinal é diferenciado

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O Escritório Regional de Saúde (ERS) de Tangará da Serra recebeu no último sábado uma remessa de 1.700 doses de vacinas contra a Covid-19, da Pfizer, para aplicação em crianças de 05 a 11 anos.

As doses pediátricas chegaram por volta das 15h30, via terrestre, e serão distribuídas aos 10 municípios da região de abrangência do ERS já a partir desta segunda-feira (17). O ERS apenas aguarda o recebimento da resolução de distribuição para disponibilizar os lotes aos municípios.

Esquema diferenciado

Mato Grosso recebeu do Ministério da Saúde na última sexta-feira 23 mil doses de vacinas pediátricas contra Covid-19. A primeira remessa é da Pfizer (Comirnaty).

De acordo com as recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a vacinação desse público precisa ser realizada em ambiente específico e segregado da vacinação de adultos.

Outra recomendação é que a sala em que se dará a aplicação em crianças seja exclusiva para a aplicação dessa vacina; não se podendo aplicar outras vacinas, ainda que pediátricas. A vacina contra Covid-19 não pode ser administrada de forma concomitante a outras vacinas do calendário infantil, precisando respeitar um intervalo de 15 dias.

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O esquema vacinal para crianças terá o intervalo de oito semanas. O imunizante tem dosagem e composição diferentes da que é utilizada na dose para os maiores de 12 anos. A vacina para crianças será aplicada em duas doses de 0,2 mL (equivalente a 10 microgramas). A tampa do frasco da vacina virá na cor laranja, para facilitar a identificação pelas equipes de vacinação e também pelos pais, mães e cuidadores que levarão as crianças para serem vacinadas.

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