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De Pai para Pai: Feira do Produtor do Centro é opção para incrementar o Dia dos Pais

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O domingo promete. Família reunida, boa comida, alto astral. Afinal, amanhã, domingo, é Dia dos Pais!

Muitos pais estarão, neste domingo, na Feira do Produtor do Centro, o mais tradicional ponto de encontro das famílias tangaraenses do principal dia do final de semana.

Na Feira, os pais estarão dos dois lados do balcão. Enquanto uns circulam por lá na condição de consumidores, outros cumprirão o papel dos próprios feirantes. Certo mesmo é que o bom astral estará presente, independente de que lado do balcão estarão os pais neste domingo.

Valdeci Ferraz Aquino (dir), presidente da Asfet: “A Feira tem muita coisa para incrementar o almoço de domingo, Dia dos Pais”.

Segundo o presidente da Associação dos Feirantes de Tangará da Serra, Valdeci Ferraz Aquino, a Feira do Centro é uma boa opção para o Dia dos Pais, dada à diversidade de itens oferecidos no local. “Tem a carne para o churrasco, ou a que vai para o forno. Tem o peixe e o frango, as hortaliças, frutas e verduras fresquinhas, aquele doce… Tem muita coisa para incrementar o almoço de domingo, Dia dos Pais”, lembra.

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Ele também destaca alternativas como o artesanato e até assadoras e churrasqueiras que são comercializados em vários boxes da Feira do Produtor. “Quem quiser, também pode pagar um café com os lanches e salgados que são servidos na praça de alimentação”, sugere.

(Abaixo, ouça a mensagem do presidente da Asfet, Valdeci Ferraz Aquino) 

A Feira do centro abre neste domingo às 06h00 e seguirá atendendo até às 12h00. “Muitos de nós, feirantes, também somos pais e queremos que este domingo seja especial. Estaremos aqui, aguardando outros pais e suas famílias para compartilharmos o ambiente agradável da Feira do Produtor”, finalizou.

Na sequência, imagens da Feira do Produtor:

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Caldo de cana na Feira do Centro, um brinde à história e à geração de emprego e renda

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Amanhã, quarta-feira, é mais um dia de Feira. Em Tangará da Serra, a Feira do Produtor do Centro nos brinda todas as semanas com bebidas produzidas a partir de itens que fazem parte da História do Brasil e continuam movimentando a economia, gerando empregos e estrelando grandes negócios internacionais.

E, em se tratando de bebidas, o Brasil é um dos países com uma das maiores variedades no mundo.

É claro que quando se fala em tradição em bebidas, logo nos vem à mente o café, histórica commodity que forma uma cadeia econômica de grande peso na balança comercial do país. Lembram do “Ciclo do Café”, conteúdo que invariavelmente caía nas provas de História do Brasil e que registrou em nossas mentes o protagonismo do produto por treze décadas na atividade econômica nacional, entre os anos de 1800 e 1930?

Mas e o que falar da cana-de-açúcar? Esta gramínea (acreditem) nativa da Nova Guiné, na Oceania, chegou ao Brasil trazida pelos portugueses em no ano de 1520 e logo se transformou numa força econômica do então Brasil Colônia, sucedendo ao ciclo do pau-brasil.

Caldo na Feira

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A cana-de-açúcar – ou melhor, o caldo de cana – é uma das atrações da Feira do Produtor do Centro. No box 87-C, os feirantes Elizeu e Elivânia Grinivald servem um generoso caldo de cana, no copo, para beber na hora, ou em garrafas pet, para levar para casa.

Benéfico à saúde humana, o caldo de cana é muito útil na prevenção e tratamento da dor de garganta, resfriado e gripe. Sua natureza alcalina ajuda na luta contra o câncer (especialmente de próstata e câncer de mama), reforça o estômago, rins, coração, olhos, cérebro e órgãos sexuais.

Mas, sabores e benefícios à parte, o caldo de cana leva a uma reflexão sobre o que significou a cana-de-açúcar para o Brasil e o que ela representa hoje para o país, para Mato Grosso e para nossa região.

História e economia

Região sudoeste do estado é grande produtora de cana-de-açúcar.

O ciclo do açúcar – ou ciclo da cana-de-açúcar – foi um período da história do Brasil Colônia compreendido entre meados do século XVI e meados do século XVIII. O açúcar representou a primeira grande riqueza agrícola e industrial do Brasil e, durante muito tempo, foi a base da economia colonial e uma das maiores atividades econômicas do mundo ocidental.

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Até hoje a cana-de-açúcar encabeça um importante segmento da economia brasileira, perfazendo uma grande cadeia.

O agronegócio sucroalcooleiro fatura, direta e indiretamente, cerca de R$ 40 bilhões por ano, o que corresponde a aproximadamente 2,35% do PIB nacional. É, também, um dos setores que mais empregam no país, com mais de 3,6 milhões de empregos diretos e indiretos, e reúne mais de 72.000 agricultores.

Região polarizada por Tangará da Serra conta com quatro grandes usinas de açúcar e álcool.

Na última safra, Mato Grosso somou mais de 260 mil hectares de lavoura canavieira, com uma produtividade média de 78 toneladas/hectare, totalizando 20 milhões de toneladas e um valor de produção de R$ 1,5 bilhão, segundo dados do IBGE. Toda a cadeia da cana-de-açúcar no estado gera cerca 30 mil postos de trabalho.

Na região, as lavouras canavieiras fornecem a matéria prima para a produção de açúcar, etanol, álcool gel e, também, energia elétrica a partir da biomassa da cana.

Neste rico segmento, os destaques são as plantas industriais das usinas Uisa, em Nova Olímpia (a maior usina de álcool e açúcar do Centro Oeste do Brasil); a Barralcool, em Barra do Bugres; a Coprodia, em Campo Novo do Parecis; e a Libra, em São José do Rio Claro.

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