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Turismo & Lazer

De balneários a pescarias, Mato Grosso tem muitas opções para quem não vai ao Carnaval

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Muita gente não gosta de baladas e matinês de Carnaval. Pensando nisto, o Enfoque Business apresenta algumas opções para quem quer curtir o feriado de outra forma.

Os amantes da natureza poderão usufruir de rios e cachoeiras como o Salto das Nuvens e o Pubi – na Serra de Tapirapuã e no Chapadão dos Parecis -, na Salgadeira, Cachoeira da Martinha e o Véu de Noiva, em Chapada dos Guimarães (67 Km de Cuiabá), ou pescarias no Pantanal.

Na cidade de Primavera do Leste (267 km de Cuiabá), as águas cristalinas da Lagoa Azul são um dos destinos mais procurados por quem busca um belo mergulho para espantar o calor intenso da região ou quer simplesmente admirar o espetáculo da natureza ao vivo.

Águas cristalinas da Lagoa Azul são um dos destinos mais procurados por quem busca um belo mergulho.

Já em Tangará da Serra (270 km de Cuiabá), a cachoeira Salto das Nuvens – localizada a 25 km do centro da cidade – é bastante atrativa, com ótimo restaurante e praia ao lado da mais bela queda d’água do rio Sepotuba. Fica perto da rodovia MT-358 e tem infraestrutura como estacionamento, lojas de conveniências e outros comércios ao seu redor.

(*) Veja imagens do Salto das Nuvens

Em Campo Novo do Parecis, cidade há 150 quilômetros de Tangará da Serra, o Balneário Rio Verde oferece uma boa estrutura, incluindo restaurante, bangalôs com quiosques exclusivos, playground e quadras de areia para práticas esportivas, tudo à beira de um rio de águas cristalinas.

(*) Veja imagens do Rio Verde

Em Sapezal, às margens da MT-235, o Balneário do Pubi oferece as belezas incríveis do límpido rio Papagaio, com restaurante, área de camping e quiosques com churrasqueira. A região entre Sapezal e Campo Novo do Parecis é repleta de rios com exuberância cênica.

(*) Veja imagens do Pubi, às margens do Papagaio

No município de Nobres, no distrito de Bom Jardim (150 km de Cuiabá) é possível aproveitar as aguas cristalinas das cachoeiras da Serra Azul, Aquário Encantado e Balneário. Em Barão de Melgaço (110 km de Cuiabá), a opção para quem gosta de curtir a natureza é a pescaria.

O Pantanal mato-grossense também apresenta uma beleza ímpar, sendo um dos destinos mais procurados para quem quer praticar a pesca esportiva. São inúmeras pousadas que oferecem passeio de barco. E para aqueles que querem se tornar um praticante da pesca esportiva, é possível solicitar a sua carteira de pesca neste link. O valor para obter a carteirinha de pesca é de aproximadamente R$ 70.

Na capital Cuiabá, por sua vez, os parques aquáticos Sesi Park ou Acqua Park são alternativas para amenizar o calor.

(Redação EB, com Assessoria SEDEC)

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Campo Novo do Parecis é aprovado como Capital do Etnoturismo de Mato Grosso

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Projeto de lei de Chico Guarnieri segue para sanção do governador Mauro Mendes e fortalece o turismo cultural indígena no estado

O deputado estadual Chico Guarnieri (PRD) comemora a aprovação, em segunda votação, do Projeto de Lei 1364/2025 que reconhece Campo Novo do Parecis como a “Capital do Etnoturismo do Estado de Mato Grosso”. A proposta consolida o município como referência estadual e nacional no turismo de base cultural indígena, fortalecendo a economia local, valorizando os povos originários e projetando o nome de Campo Novo do Parecis e de Mato Grosso para todo o país.

Com a aprovação definitiva pelo Parlamento, na sessão realizada nessa segunda-feira (22.12), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o texto segue, agora, para sanção do governador Mauro Mendes (UB).

Campo Novo do Parecis abriga mais de 10 aldeias indígenas, sendo a maioria delas localizadas às margens de rios de águas cristalinas, além de cachoeiras, balneários e sítios históricos que compõem um dos maiores potenciais de etnoturismo do Brasil.

Para o deputado estadual Chico Guarnieri, o reconhecimento oficial cria um ambiente mais favorável para investimentos, organização do setor e ampliação da divulgação turística do município.

“Esse projeto é um instrumento de valorização cultural, preservação ambiental e desenvolvimento econômico. Ao reconhecer Campo Novo do Parecis como Capital do Etnoturismo, ganhamos um novo olhar para esse patrimônio humano e natural que temos em Mato Grosso”, destaca.

Também presidente da Comissão de Indústria, Comércio e Turismo da ALMT, o deputado estadual Chico Guarnieri ressaltou que o título fortalece políticas públicas voltadas ao turismo sustentável e à geração de renda para as comunidades indígenas.

“O etnoturismo promove conhecimento, respeito e oportunidades. Ele gera emprego, movimenta a economia local e leva a cultura indígena mato-grossense para o Brasil e para o mundo, sempre com responsabilidade e protagonismo dos povos originários”, afirma o parlamentar.

Entre os principais atrativos de Campo Novo do Parecis estão a Cachoeira Salto Utiariti, localizada em terra indígena Paresí e marcada por relevância histórica e cultural; a Ponte de Pedra, considerada sagrada pelo povo Haliti; o Salto Belo, com atividades de aventura; a Aldeia Wazare, referência em etnoturismo; além do Balneário Rio Verde, Balneário do Hawaii, Cachoeira Salto da Mulher e a Aldeia Quatro Cachoeiras, onde tradições indígenas seguem preservadas.

Com a aprovação em segunda votação e o encaminhamento para sanção do governador Mauro Mendes, o Projeto de Lei consolida Campo Novo do Parecis como símbolo do etnoturismo em Mato Grosso e representa um avanço estratégico para o turismo estadual.

Chico Guarnieri pontua que o reconhecimento também carrega o legado do cacique Xiru, do povo Paresí, que faleceu há poucos dias e foi um importante apoiador da iniciativa. O deputado lembrou que esteve com o cacique neste ano, durante visitas às aldeias em Campo Novo do Parecis, quando o fortalecimento do etnoturismo foi tema de diálogo e construção conjunta.

“O cacique Xiru acreditava no etnoturismo como caminho de valorização cultural, preservação ambiental e autonomia para o seu povo. Tive a oportunidade de conversar com ele este ano nas aldeias, ouvir sua visão e seu apoio a essa ideia. Esse título também é uma forma de reconhecer e respeitar esse legado”, concluiu o deputado estadual.

(Assessoria)

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