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Política & Políticos

CPI do TSE ganha força com assinaturas de parlamentares; Barbudo assina pedido

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A possibilidade de abertura de uma comissão parlamentar de inquérito para investigar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para investigar  na Câmara Federal ganha força com a adesão de parlamentares. A movimentação segue no sentido contrário do posicionamento do presidente da corte eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso, e de setores da política nacional, que são estranhamente contrários ao voto auditável e impresso.

Parlamentar mato-grossense Nelson Barbudo assinou requerimento.

Na última quinta-feira (05.08), o deputado federal por Mato Grosso, Nelson Barbudo (PSL), assinou requerimento do também deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para que seja aberta a CPI do TSE, que tem como finalidade investigar denúncias de invasão a sistemas e banco de dados do TSE, com acesso e divulgação de dados sigilosos.

Conforme justifica o parlamentar em seu texto, ele espera que “por meio da CPI seja elucidada a verdade e que toda sociedade brasileira, até mesmo a pessoa mais leiga, tenha a certeza do processo eleitoral”.

Para Barbudo, é importante que o brasileiro “de uma vez por todas tenha a verdade dos fatos e não seja enganado ou que tenha mentiras ou meias verdades contadas. Nós, enquanto cidadãos brasileiros, precisamos da verdade. Queremos lisura em nossos processos eleitorais e ela acontecerá quando tivermos o voto auditável e, também, esclarecimentos do Tribunal Superior Eleitoral”.

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Contexto

No requerimento, Eduardo Bolsonaro lembra que em entrevista ao programa “Pingos no Is” o Presidente da República, Jair Bolsonaro, e o deputado federal Filipe Barros divulgaram denúncias embasadas no relatório da Polícia Federal, que comprovam, segundo o próprio Tribunal Superior Eleitoral, que os sistemas daquela Corte, bem como dados sigilosos, foram alvos de uma invasão a sistemas internos no qual um hacker teria acessado o código-fonte da urna eletrônica.

Presidente do TSE, Luís Barroso, é ‘estranhamente’ contrário ao voto auditável.

Segundo os dados do inquérito, a primeira invasão teria sido percebida no dia 20 de abril e foi detectada pela equipe do Tribunal Regional de Pernambuco. Mas o ataque teria se iniciado no dia 18 daquele mês e teria ido até o dia 21. A invasão e o escaneamento de dados seguiram ainda para os TRE’s do Acre, Pará, Ceará, Bahia e Paraíba. O hacker teria conseguido coletar código-fonte completo usado nas eleições de 2018, listas de arquivos e conteúdo de documentos.

“Se não bastasse a invasão do sistema, o próprio TSE também teria admitido”, continua Eduardo Bolsonaro no requerimento, que os logs — arquivos que registram os dados aos quais o hacker teve acesso nos sistemas do tribunal — foram apagados. “Ou seja, o próprio TSE apagou os arquivos por onde andou o hacker possivelmente alterou, o que pode configurar em tese a prática do crime previsto no art. 305 do Código Penal: “Destruir, suprimir ou ocultar, em benefício próprio ou de outrem, ou em prejuízo alheio, documento público ou particular verdadeiro, de que não podia dispor: Pena – reclusão, de dois a seis anos, e multa, se o documento é público, e reclusão, de um a cinco anos, e multa, se o documento é particular”.

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É neste contexto que Eduardo Bolsonaro solicita, então, que a CPI do TSE seja aberta. “Depois deste relatório apresentado pela Polícia Federal podemos, de fato, acreditar na inviolabilidade dos computadores do TSE? Será que o candidato que o eleitor digitou na urna será o mesmo a ser totalizado pelos sistemas do TSE? Será que este foi o único hacker que invadiu os sistemas? Será que foi apenas em 2018 as invasões?”, destaca o parlamentar.

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Blairo declara apoio a Mendes e diz que o MT sempre esteve bem: “Problemas foram de gestão”

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O ex-governador Blairo Maggi esteve presente na assinatura da autorização do governo para as obras de pavimentação da MT-358, no trecho do Chapadão do Rio Verde, na última sexta-feira (13), na localidade de Itanorte.

O megaempresário conduziu visitação às instalações da Algodoeira Itamarati Norte, da Amaggi, tida como uma das maiores da América Latina e interagiu com autoridades que participaram no evento.

Além do governador Mauro Mendes (União), o lançamento da obra reuniu várias autoridades do estado que atuam na esfera federal, como os senadores Wellington Fagundes (PL) e Fábio Garcia (União), o deputado federal Neri Geller (PP), os deputados estaduais Dr. João (MDB), Sebastião Rezende (União) e Carlos Avalone (PSDB), além dos prefeitos de Tangará da Serra, Vander Masson (PSDB), e de Campo Novo do Parecis, Rafael Machado (União). Do mesmo evento também participaram o ex-senador Cidinho Santos e o também megaempresário do agronegócio, Eraí Maggi.

Maggi conduziu visitação às instalações da Algodoeira Itamarati Norte, tida como uma das maiores da América Latina.

Como anfitrião do evento – que foi realizado na vila Itanorte – Blairo Maggi foi chamado a fazer uso da palavra e enalteceu a conquista da pavimentação do trecho da 358 no Chapadão do Rio Verde pela mobilização dos produtores rurais da localidade e pela disposição do governo do Estado em relação à obra. “As estradas transformam”, disse.

O ex-governador participou da apresentação do projeto da pavimentação, em frente à Fazenda Estrela.

Maggi elogiou a gestão de Mauro Mendes à frente do governo e disse que o estado de Mato Grosso sempre esteve em boa situação econômico-financeira. “Nunca esteve quebrado, sempre esteve bem. Os problemas foram de gestão”, disse o ex-governador, numa clara referência ao desastroso mandato do emedebista Silval Barbosa e, também, à fraca gestão do tucano Pedro Taques.

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A declaração de Maggi também foi uma resposta ao senador Fábio Garcia, que antes também elogiara Mendes com crítica indireta a gestões anteriores, que teriam deixado o estado, segundo ele, em má situação (quebrado).

Após elogiar Mendes, Blairo Maggi declarou apoio ao governador, indicando que estará ao seu lado pela reeleição. “O senhor está fazendo uma boa gestão, não faz mais porque não tem empreiteira disponível e não tem mais projetos… Tem meu apoio… Não tem outro executivo”, declarou.

Blairo Maggi e Mauro Mendes chegaram juntos ao evento, no mesmo jato que aterrissou no aeroporto de Itanorte. Além do governador e do ex-governador, estavam no mesmo voo o senador Fábio Garcia, o deputado federal Neri Geller (que deverá disputar a única vaga do Estado ao Senado neste pleito, frente ao senador Wellington Fagundes, que tentará a reeleição), o deputado estadual Sebastião Rezende e o ex-senador Cidinho Santos.

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