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Saúde Pública

Covid-19: Tangará da Serra tem redução de 27% na média de casos ativos, mas óbitos aumentam

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O município de Tangará da Serra tem apresentado neste mês de outubro uma desaceleração significativa na pandemia do novo coronavírus.

O último boletim epidemiológico ontem (15) pelo Comitê Interinstitucional de Prevenção e Monitoramento do Novo Coronavírus aponta para um total de 5.397 casos acumulados de Covid-19 e 72 óbitos ocasionados pela doença no município. (Veja quadro com números atualizados da pandemia ao final da matéria)

A atualização dos números da pandemia indica uma média de 26 novos casos diários na primeira metade deste mês de outubro. Ontem, os novos casos foram em número de 09. Esta média (26) em Tangará da Serra nesta primeira semana de outubro é 28% inferior ao registrado em todo o mês de setembro (média de 36). (Veja gráfico a seguir)

Já os casos ativos confirmam a curva decrescente da pandemia verificada no município desde o mês passado. Em 30 de setembro, os casos ativos somavam 250 e média de 219 no mês. Ontem, dia 15, os casos ativos somavam 63 (redução de 75% em comparação a 30 de setembro), com média de 159 (redução de 27% em relação à média de setembro) na primeira quinzena de outubro. (Veja gráfico a seguir)

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Óbitos

Quanto aos óbitos, o total de 72 óbitos registrados desde o início da pandemia indica que houve 09 fatalidades neste mês de outubro, número que supera as ocorrências de mortes (07) verificadas até dia 15 do mês passado. Relembrando, em 15 se setembro os óbitos somavam 56 contra 49 em 31 de agosto.

Curados

Do total de 5.397 pacientes acometidos por Covid-19 desde o primeiro caso registrado no município, em 01 de abril, 5.262 alcançaram a cura clínica. O número representa um índice de recuperação de 97,5% entre os pacientes infectados.

Estado

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde de ontem (quinta, 15), 134.555 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 3.693 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 691 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 134.555 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 15.000 estão em isolamento domiciliar e 115.259 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 197 internações em UTIs públicas e 218 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 49,25% para UTIs adulto e em 25% para enfermarias adulto.

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Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (26.421), Rondonópolis (9.676), Várzea Grande (9.629), Sinop (6.171), Sorriso (6.034), Lucas do Rio Verde (5.792), Tangará da Serra (5.397), Primavera do Leste (4.616), Cáceres (3.310) e Campo Novo do Parecis (2.832).

Ainda segundo a SES-MT, todos os 141 municípios do Estado configuram na classificação com risco baixo para o novo coronavírus.

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Cidades & Geral

Campanha: No dia ‘D’, crianças são incentivadas a receberem as doses contra pólio e multivacinação

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A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite para crianças de até 5 anos recebeu um reforço neste sábado (24.10), através de uma ação do movimento rotário, em Tangará da Serra.

Rotary Clube Tangará da Serra, Rotary Clube Cidade Alta, Rotary Clube Tangará da Serra Centro, Associação de Senhoras Rotarianas, Rotaract e Águas do Sepotuba reuniram seus membros para uma campanha de incentivo e mobilização à vacinação. As ações foram realizadas junto às Unidades de Saúde da Família (USFs) localizadas em nove regiões estratégicas da cidade: Clínica da Família (Centro), Alto da Boa Vista, Cohab/Tarumã, Santa Isabel, Morada do Sol, Jardim Presidente, Vila Esmeralda, Parque Figueira, e Vila Nazaré.

Pelas ruas da cidade, um veículo fazia ação volante com a presença do personagem “Zé Gotinho”, incentivando pais e crianças a irem aos postos de saúde.

(Assista, ao final do texto, vídeo com o rotariano Cledson Bianchini, um dos coordenadores da ação)

Nas USFs, os rotarianos animavam e incentivavam os pequenos a receberem as vacinas. Na Cohab/Tarumã, o pequeno Miguel, de quatro anos, aguardava as doses ao lado de sua mãe.

Miguel aceitou as gotinhas sem problemas, mas chorou em protesto com as doses injetáveis da multivacinação, destinadas a imunizar contra febre amarela, varicela, difteria, tétano e coqueluche.

As vacinas renderam ao garotinho afagos da mãe e das agentes de saúde da USF, além de um pirulito entregue pelos rotarianos.

Em compensação, as aplicações renderam ao garotinho afagos da mãe e das agentes de saúde da USF, além de um pirulito entregue pelos rotarianos. “Pega, ó… Isso é só pra quem é forte como você, Miguel”, disse um dos rotarianos, ao entregar a guloseima à criança. Foi o bastante para Miguel trocar o “beicinho” da indignação por um agradável sorriso. “Deixa eu ver…”, disse em seguida, apontando para a câmera fotográfica do Enfoque Business. Ele queria ver as fotos tiradas pela reportagem, que atendeu ao pedido do menino.

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Campanha

A campanha teve início em 05 de outubro, em todo o Brasil, e vai até o dia 30 de outubro em postos de saúde de todo o país.

Os órgãos de saúde alertam que a população deve procurar o serviço mesmo com a pandemia de covid-19, pois a vacina é de extrema importância para manter as crianças imunes à doença.

Junto à campanha da polio, teve início campanha nacional de multivacinação. Crianças e adolescentes menores de 15 anos, não vacinados ou com esquemas incompletos de qualquer vacina, devem comparecer às unidades de saúde para atualizar a caderneta de vacinação.

No público-alvo da campanha contra a poliomielite estão crianças menores de 5 anos de idade, com estratégias diferenciadas para crianças com até 1 ano incompleto e para aquelas na faixa etária de 1 a 4 anos. A depender do esquema vacinal registrado na caderneta, a criança poderá receber a Vacina Oral Poliomielite (VOP), como dose de reforço ou dose extra, ou a Vacina Inativada Poliomielite (VIP), como dose de rotina.

A estimativa do Ministério da Saúde é que haja no país 11,2 milhões de crianças nessa faixa etária. A meta é imunizar 95% desse público.

Doença

A poliomielite, também chamada de pólio ou paralisia infantil, é uma doença contagiosa aguda causada pelo poliovírus, que pode infectar crianças e adultos e, em casos graves, pode levar a paralisias musculares, em geral nos membros inferiores, ou até mesmo à morte. A vacinação é a única forma de prevenção.

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A falta de saneamento, as más condições habitacionais e a higiene pessoal precária são fatores que favorecem a transmissão do poliovírus, por meio do contato direto com fezes ou com secreções eliminadas pela boca das pessoas doentes.

Não existe tratamento específico para a poliomielite, todas as pessoas contaminadas devem ser hospitalizadas, recebendo tratamento dos sintomas de acordo com o quadro clínico. Entre os sintomas mais frequentes estão febre, dor de cabeça e no corpo, vômitos, espasmos e rigidez na nuca. Na forma paralítica ocorre a súbita deficiência motora, acompanhada de febre, flacidez e assimetria muscular e persistência de paralisia residual (sequela) após 60 dias do início da doença.

Ação rotária

Em 29 de setembro de 1979, voluntários deram as gotas da vacina oral antipólio a crianças em um posto de saúde em Guadalupe Viejo. O evento aconteceu na região metropolitana de Manila e contou com a participação de rotarianos e representantes do Ministério da Saúde das Filipinas.

Quando James Bomar Jr., então presidente do RI, pingou as primeiras gotas da vacina na boca de uma criança, ele lançou a iniciativa de vacinação contra a poliomielite nas Filipinas. Foi assim que começou o primeiro projeto financiado com Subsídio 3-H.

O sucesso do projeto levou o Rotary a tornar a erradicação da pólio uma prioridade. O Rotary lançou a campanha Pólio Plus em 1985 e foi membro fundador da Iniciativa Global de Erradicação da Pólio em 1988. Graças à dedicação e trabalho do Rotary e dos nossos parceiros, mais de 2,5 bilhões de crianças receberam a vacina oral contra a pólio.

(Assista, a seguir, vídeo com entrevista)

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