conecte-se conosco


Saúde Pública

Covid-19: Tangará da Serra registrou mais de 3 mil casos positivos e 10 óbitos em janeiro

Publicado

Tangará da Serra registrou 3.272 casos positivos de Covid-19 no mês de janeiro, totalizando 21.261 casos acumulados desde o primeiro registro da doença no município, em abril de 2020. Os casos de janeiro representam 18% de crescimento em relação aos 17.989 casos acumulados em 31 de dezembro do ano passado.

Segundo boletim da Secretaria Municipal de Saúde enviado nas primeiras horas da manhã desta terça-feira (01.02), além dos casos acumulados, o município possui 295 casos ativos, sendo 266 pacientes em isolamento e 19 internados (10 em UTI – 100% de ocupação de leitos; 09 em enfermaria – 90% de ocupação).

Veja boletim de 31/01/2022, abaixo:

Os pacientes que se recuperaram da doença até ontem somam 20.579, o que representa um índice de cura de praticamente 97%.

Dos 373 óbitos ocasionados pela Covid-19 em Tangará da Serra, 10 ocorreram no mês de janeiro deste ano.

Comparação

Em comparação com janeiro de 2021, as notificações quase dobraram. No primeiro mês do ano passado, os novos casos registrados a partir do dia 01 somaram 1.308. Os casos acumulados em 31 de janeiro somaram 9.468, ante 8.160 em 31 de dezembro de 2020.

Por outro lado, o número de óbitos em janeiro de 2021 foi quase quatro vezes maior (38) que o de janeiro do ano atual (10).

Estado

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta segunda-feira (31.01), 629.323 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 14.304 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Dos 629.323 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 30.290 estão em isolamento domiciliar e 583.668 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 221 internações em UTIs públicas e 207 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 85,99% para UTIs adulto e em 44% para enfermaria adulta.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (118.287), Várzea Grande (47.018), Rondonópolis (40.327), Sinop (29.324), Tangará da Serra (21.261), Sorriso (19.639), Lucas do Rio Verde (18.891), Primavera do Leste (17.542), Cáceres (14.431) e Alta Floresta (12.322).

publicidade

Saúde Pública

Com URA desativada, atendimentos Covid serão nas USFs; Pacientes de UTI serão removidos

Publicado

Os pacientes com sintomas de Covid-19 em Tangará da Serra deverão procurar as unidades de saúde da família (USFs, foto topo) para atendimento, e não mais a Unidade Respiratória Ambulatorial (URA), que funcionava no Hospital Municipal Arlete Daisy Cichetti de Brito e agora está desativada.

A medida, anunciada no início da semana pela Secretaria Municipal de Saúde, atende a portaria assinada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que revoga decreto que estava em vigor desde fevereiro de 2020. Assim, fica declarado o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) motivada pela pandemia da Covid-19 no Brasil.

Com a desativação da URA, atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia.

Contudo, os serviços de atendimento de casos relacionados à Covid-19 não deixarão de ocorrer. “A partir de agora os atendimentos passam a ser descentralizados, com os casos leves atendidos nas USFs e os casos mais graves na Unidade de Pronto Atendimento (UPA)”, informou à imprensa local a secretária municipal de Saúde, Gicelly Zanata.

Ainda segundo a secretária, nos casos que exigirem internação do paciente em UTI, estes serão removidos para as unidades ainda mantidas pelo Estado, na região metropolitana de Cuiabá.

A desativação das unidades exclusivas para atendimentos de casos de Covid-19 ocorre em todo o país, conforme determina a mesma portaria do Ministério da Saúde. A decisão leva em consideração, também, o número de atendimentos, que hoje é de apenas 1 a 2 casos diários, em média.

Com a desativação da URA, o atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia. “Essa entrada do Hospital Municipal volta a ser fluxo para a entrada e saída de acompanhantes, visitas dos pacientes, marcar exames para aqueles que não estão na UPA, o eletivo”, acrescenta Gicelly Zanata.

A secretária observa, ainda, que a partir de agora outras áreas serão priorizadas. “Agora nosso foco é instalar o Centro Cirúrgico e UTI, para que nosso hospital comece a fazer cirurgias, sem precisar levar pacientes para outras cidades”, conclui.

Continue lendo

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana