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Saúde Pública

Covid-19: Ômicron’ ainda cresce, mas deve cair na 2ª quinzena; Veja números regionais

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Apesar de ainda não ter chegado ao pico, a nova onda de Covid-19 provocada pela variante Ômicron deverá entrar em curva decrescente a partir da segunda quinzena deste mês de fevereiro.

Ao menos é o que esperam as autoridades sanitárias. Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, Alberto Chebabo, o pico de contágio deve ocorrer agora, ainda na primeira quinzena de fevereiro. Atingindo o pico, logo na sequência, a onda deverá entrar em decadência, a exemplo do que já vem acontecendo na Europa.

Em Tangará da Serra, a volta às aulas na rede pública municipal de ensino foi postergada para o próximo dia 14, justamente pela tendência de queda na curva da pandemia.

Números

A escalada da Covid-19 nesta primeira metade de fevereiro se traduz nas estatísticas. De acordo com os boletins da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), em janeiro a média diária de novos casos na região polarizada por Tangará da Serra (14 municípios) foi de 315, enquanto nestes primeiros seis dias de fevereiro a média se situa em 368.

(Veja tabela a seguir)

Por outro lado, enquanto no dia 31 de janeiro o número de casos ativos (isolados + internados) na mesma região era de 2.448, no último dia 06 (ontem, domingo) esse número se mostra reduzido para 2.099.

Os municípios que tiveram os menores índices de variação de novos casos na região foram Diamantino (9,80%), Santo Afonso (8,05%) e Denise (6,98%). Já as menores variações de casos novos estão nos municípios de Nova Olímpia (0,28%), Campos de Júlio (0,90%) e Campo Novo do Parecis (0,98%).

(Veja, a seguir, gráfico sobre variação de casos novos até 06/02 na região)

Alerta do ministro

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que o Brasil ainda não chegou ao pico da nova onda da Covid-19 causada pela variante Ômicron. No Brasil há cerca de dois meses, a nova cepa registrou, no fim de janeiro, 300 mil casos diários de infecções do coronavírus.

Queiroga: “Tivemos aumento de casos causado pela Covid-19 e ainda não chegamos no pico da onda causada pela Ômicron”.

“Analisando a última semana epidemiológica do país, tivemos aumento de casos causado pela covid-19 e ainda não chegamos no pico da onda causada pela Ômicron. O enfrentamento contra a doença continua”, avaliou Queiroga, no último sábado (5), pelo Twitter.

Ainda segundo o ministro da Saúde, a pasta monitora a pressão sobre o sistema de saúde e a ocupação de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI). “Há espaço para abertura de novos leitos e estamos apoiando os Estados sempre que necessário. A atenção primária também tem sido reforçada”, ressaltou.

Na mesma postagem, Marcelo Queiroga enfatizou a importância da vacinação para que os casos tenham sintomas mais leves. “Se você ainda não tomou a segunda dose e a dose de reforço, não esqueça de completar seu esquema vacinal”, alertou.

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Saúde Pública

Com URA desativada, atendimentos Covid serão nas USFs; Pacientes de UTI serão removidos

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Os pacientes com sintomas de Covid-19 em Tangará da Serra deverão procurar as unidades de saúde da família (USFs, foto topo) para atendimento, e não mais a Unidade Respiratória Ambulatorial (URA), que funcionava no Hospital Municipal Arlete Daisy Cichetti de Brito e agora está desativada.

A medida, anunciada no início da semana pela Secretaria Municipal de Saúde, atende a portaria assinada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que revoga decreto que estava em vigor desde fevereiro de 2020. Assim, fica declarado o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) motivada pela pandemia da Covid-19 no Brasil.

Com a desativação da URA, atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia.

Contudo, os serviços de atendimento de casos relacionados à Covid-19 não deixarão de ocorrer. “A partir de agora os atendimentos passam a ser descentralizados, com os casos leves atendidos nas USFs e os casos mais graves na Unidade de Pronto Atendimento (UPA)”, informou à imprensa local a secretária municipal de Saúde, Gicelly Zanata.

Ainda segundo a secretária, nos casos que exigirem internação do paciente em UTI, estes serão removidos para as unidades ainda mantidas pelo Estado, na região metropolitana de Cuiabá.

A desativação das unidades exclusivas para atendimentos de casos de Covid-19 ocorre em todo o país, conforme determina a mesma portaria do Ministério da Saúde. A decisão leva em consideração, também, o número de atendimentos, que hoje é de apenas 1 a 2 casos diários, em média.

Com a desativação da URA, o atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia. “Essa entrada do Hospital Municipal volta a ser fluxo para a entrada e saída de acompanhantes, visitas dos pacientes, marcar exames para aqueles que não estão na UPA, o eletivo”, acrescenta Gicelly Zanata.

A secretária observa, ainda, que a partir de agora outras áreas serão priorizadas. “Agora nosso foco é instalar o Centro Cirúrgico e UTI, para que nosso hospital comece a fazer cirurgias, sem precisar levar pacientes para outras cidades”, conclui.

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