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Saúde Pública

Covid-19: Cinco municípios da região de Tangará da Serra estão com risco moderado de contaminação

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Tangará da Serra, Arenápolis, Campo Novo do Parecis, Diamantino e Sapezal. Estes cinco municípios estão classificados como de risco moderado de contaminação pelo coronavírus. A informação é da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), que divulgou ontem (quinta, 11), o Boletim Informativo n° 368 com o panorama da situação epidemiológica da Covid-19 em Mato Grosso. (ver link do boletim ao final da matéria)

O documento mostra, a partir da página 9, que 16 municípios registram alta classificação de risco para o coronavírus. Além dos cinco já citados, são eles: Alta Floresta, Barra do Garças, Cáceres, Carlinda, Cuiabá, Nova Mutum, Nova Xavantina, Peixoto de Azevedo, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste, Rondonópolis, Sinop, Sorriso, Várzea Grande, Conquista D’Oeste e Cotriguaçu.

Ainda de acordo com informações do Boletim, outras 31 cidades foram classificadas na categoria de risco moderado para a Covid-19. São elas: Alto Taquari, Arenápolis, Aripuanã, Brasnorte, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cláudia, Colíder, Comodoro, Confresa, Diamantino, Jaciara, Juara, Juruena, Lucas do Rio Verde, Marcelândia, Matupá, Mirassol D’ Oeste, Nova Canaã do Norte, Paranatinga, Poconé, São Felix do Araguaia, São José dos Quatro Marcos, Sapezal, Tabaporã, Tangará da Serra, Tapurah, Vila Bela da Santíssima Trindade e Vale de São Domingos.

A SES-MT também informou que notificou até a tarde desta quinta-feira (11.03), 269.155 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 6.222 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (58.116), Rondonópolis (21.145), Várzea Grande (16.817), Sinop (13.665), Sorriso (10.752), Tangará da Serra (10.318), Lucas do Rio Verde (9.673), Primavera do Leste (8.036), Cáceres (5.928) e Nova Mutum (5.275).

Veja o boletim no link abaixo:

http://www.saude.mt.gov.br/painelcovidmt2/

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Saúde Pública

Com URA desativada, atendimentos Covid serão nas USFs; Pacientes de UTI serão removidos

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Os pacientes com sintomas de Covid-19 em Tangará da Serra deverão procurar as unidades de saúde da família (USFs, foto topo) para atendimento, e não mais a Unidade Respiratória Ambulatorial (URA), que funcionava no Hospital Municipal Arlete Daisy Cichetti de Brito e agora está desativada.

A medida, anunciada no início da semana pela Secretaria Municipal de Saúde, atende a portaria assinada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que revoga decreto que estava em vigor desde fevereiro de 2020. Assim, fica declarado o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) motivada pela pandemia da Covid-19 no Brasil.

Com a desativação da URA, atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia.

Contudo, os serviços de atendimento de casos relacionados à Covid-19 não deixarão de ocorrer. “A partir de agora os atendimentos passam a ser descentralizados, com os casos leves atendidos nas USFs e os casos mais graves na Unidade de Pronto Atendimento (UPA)”, informou à imprensa local a secretária municipal de Saúde, Gicelly Zanata.

Ainda segundo a secretária, nos casos que exigirem internação do paciente em UTI, estes serão removidos para as unidades ainda mantidas pelo Estado, na região metropolitana de Cuiabá.

A desativação das unidades exclusivas para atendimentos de casos de Covid-19 ocorre em todo o país, conforme determina a mesma portaria do Ministério da Saúde. A decisão leva em consideração, também, o número de atendimentos, que hoje é de apenas 1 a 2 casos diários, em média.

Com a desativação da URA, o atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia. “Essa entrada do Hospital Municipal volta a ser fluxo para a entrada e saída de acompanhantes, visitas dos pacientes, marcar exames para aqueles que não estão na UPA, o eletivo”, acrescenta Gicelly Zanata.

A secretária observa, ainda, que a partir de agora outras áreas serão priorizadas. “Agora nosso foco é instalar o Centro Cirúrgico e UTI, para que nosso hospital comece a fazer cirurgias, sem precisar levar pacientes para outras cidades”, conclui.

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