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Infraestrutura & Logística

Convênio destinará R$ 20 milhões para 2ª etapa da ZPE de Cáceres; Módulo 01 está em licitação

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O governador Mauro Mendes anunciou esta semana, em Cáceres, a assinatura de 30 novos convênios e contratos para obras e investimentos da região Oeste de Mato Grosso, num total de R$ 173,5 milhões.

Mendes cumpriu agenda na região esta semana e, em Cáceres, sua comitiva foi recepcionada pela prefeita Eliene Liberato e demais lideranças locais e regionais.

Somente em Cáceres, os investimentos somarão R$ 58,6 milhões, sendo R$ 20,1 milhões para a segunda etapa da Zona de Processamento de Exportação (ZPE). O convênio, que terá contrapartida do município de Cáceres, representa mais um estágio para a ZPE, vista como fundamental – assim como a Hidrovia do Rio Paraguai – para impulsionar o desenvolvimento da região.

Em Cáceres, Mendes foi recepcionado pela prefeita Eliene Liberato (PSB), e por lideranças locais e regionais.

 

Em novembro, o governo lançou a licitação para a execução da obra de infraestrutura do Módulo I do loteamento da ZPE de Cáceres, obra estimada em R$ 16.061.587,37 que será realizada com recursos da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT). A construção do módulo é uma etapa fundamental para a instalação da ZPE, após uma espera de mais de 30 anos.

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A licitação será realizada na modalidade de Concorrência pública, do tipo menor preço. As propostas serão abertas no dia 21 de dezembro, às 09h, na Sala de Reuniões da Sinfra-MT.

A ZPE tem uma área de aproximadamente 240 hectares no Distrito Industrial de Cáceres. Até o momento, o Governo do Estado já executou 80% da obra de construção dos oito blocos das unidades administrativas.

Outros convênios

O governo também anunciou recursos na ordem de R$ 14,8 milhões, via Programa Mais MT, para a restauração funcional e implantação de pavimentação em mais de 30km da rodovia MT-343, no trecho entre Porto Estrela e o entroncamento com MT-246, em Barra do Bugres.

Também haverá convênio no valor de R$ 7 milhões para adequação da pista do Aeroporto Regional de Cáceres e construção do Terminal de Passageiros.

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Infraestrutura & Logística

Estradas: MTs 339 e 480 recebem trabalhos de manutenção e drenagem de águas pluviais

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As rodovias estaduais MT-339 e MT-480 recebem desde a semana passada trabalhos de melhoramentos. Enquanto na 480 os trabalhos consistem em reparos na pista (tapa-buracos) e manutenção dos taludes do trecho na serra, na 339 são instalados dispositivos de escoamento de águas e reforço nas laterais da estrada, com hidrossemeadura.

Dispositivos de escoamento de águas pluviais são instalados na MT-339.

Segundo informou o coordenador dos trabalhos, Edilson Sampaio, as obras de pavimentação da MT-339 estão paralisadas temporariamente em razão do período chuvoso. “Mas estamos aproveitando essa pausa para implementar algumas melhorias para o escoamento das águas das chuvas e outros trabalhos importantes para a qualidade da obra”, disse.

Edilson Sampaio (dir) coordena os trabalhos nas MT-339 e 480.

As obras da MT-339 estão em bom estágio, com pavimentação até a localidade da Curva da Santa, região do Assentamento Antônio Conselheiro, num total pavimentado de 23,5 quilômetros. A próxima etapa, após o período chuvoso, é seguir com os trabalhos de pavimentação até a ponte sobre o rio Sepotuba, na localidade de Nova Fernandópolis.

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Recuperação

Já na MT-480, que liga Tangará da Serra ao distrito de Deciolândia, os trabalhos são de manutenção da pista. Uma equipe coordenada pela Associação dos Produtores – entidade conveniada com o governo do Estado – realiza trabalhos de tapa-buracos, com fresa e selagem (foto acima).

Também há trabalhos preventivos nos taludes da serra, onde houve processos erosivos em razão das fortes chuvas, no final do ano passado.

Segundo Edilson Sampaio, os trabalhos realizados na serra são de reconformação (foto acima), técnica empregada para estabilização estrutural e que envolvem limpeza, revegetação, drenagem, instalação de canaletas, instalação de lonas, entre outras intervenções. “O objetivo é manter a estabilidade do trecho até que seja aplicada uma cortina atirantada, que é a solução definitiva”, finalizou.

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