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Economia & Mercado

Conta de luz: Aneel aumenta custo da bandeira vermelha 2 em 52% a partir de agosto

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A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu nesta terça-feira pela elevação de 52% – de R$ 6,243 para R$ 9,49 a cada 100 quilowatts-hora consumidos – no custo adicional cobrado pela bandeira tarifária vermelha patamar 2 adotada na cobrança das contas de luz.

“É um sinal claro de que consumir energia até a chegada do próximo período único está mais caro”, apontou o presidente da agência reguladora, André Pepitone, ao se manifestar favorável ao aumento. Ele avalia o momento atual como “excepcional” para a adoção de medidas mais drásticas devido à pior crise hídrica dos últimos 91 anos.

“Não estamos promovendo aumento porque gostamos ou queremos. É uma realidade, o custo está presente. O que estamos decidindo é o que fazer com esse custo, se apresentamos agora ou depois, com a correção da Selic”, explicou Pepitone.

O sistema de bandeiras tarifárias, criado em 2015, visa alertar a população sobre o custo da energia produzida no Brasil e trazer um consumo mais consciente para a população em períodos com maior uso das usinas térmicas, que produzem uma energia mais cara.

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Com a atualização, a bandeira vermelha patamar 2, incidente neste mês de junho e prevista para julho, passará a custar R$ 9,49 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos a partir do mês de agosto. O valor corresponde a um aumento de 52,01% na bandeira que deve persistir ativa até o mês de novembro, conforme as expectativas da Aneel.

(Fonte: R7)

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Economia & Mercado

Sapezal, Lucas e Sinop: Amaggi investirá R$ 574 milhões em biodiesel, fertilizantes e geração de energia

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Os municípios de Lucas do Rio Verde, Sinop e Sapezal serão contemplados com investimentos privados na ordem de R$ 574 milhões em estruturas de armazenagem, geração de energia  e produção de biodiesel e fertilizantes.

O anúncio aconteceu na última quarta-feira (07), no Palácio Paiaguás, na capital Cuiabá, em reunião entre o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, e a diretoria da multinacional mato-grossense Amaggi. Os investimentos – anunciados pelo ex-governador Blairo Maggi, que é acionista da Amaggi, e pelo presidente executivo da companhia, Judiney Carvalho – deverão gerar 1.430 novos empregos, entre temporários, diretos e indiretos.

Investimentos foram anunciados em reunião entre o governador e diretores da multinacional.

Os investimentos consistem na construção de nova fábrica de biodiesel e armazém de grãos em Lucas do Rio Verde; fábrica de fertilizantes em Sinop; e uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH) em Sapezal. Também serão adquiridos equipamentos agrícolas.

De acordo com Mauro Mendes, Mato Grosso passa por um bom momento, com centenas de empresas se instalando e expandido operações no estado nos últimos anos. O gestor atribuiu os investimentos ao ambiente favorável ao empreendedorismo oferecido pelo governo, citando segurança jurídica, isonomia nos incentivos, licenciamento ambiental simplificado e redução de burocracia. “Quem conhece Mato Grosso, continua apostando em Mato Grosso. É um estado de muitas oportunidades, com muita gente vindo para cá investir. Há alguns dias anunciamos os novos investimentos da BRF, que superam os R$ 670 milhões”, pontuou.

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Investimentos

Maior parte do investimento será na PCH Jesuíta, em Sapezal, com capacidade instalada de 22,3 MW.

Conforme o presidente executivo da Amaggi, a construção da fábrica de biodiesel e armazém de grãos, em Lucas do Rio Verde, receberá investimento de R$ 145 milhões. A unidade terá capacidade de processar 900 toneladas de biodiesel por dia e deve ser entregue em fevereiro de 2022. A previsão é que as obras gerem 300 empregos temporários e 30 postos de trabalho diretos e indiretos.

Já a fábrica de fertilizantes de Sinop receberá investimento de R$ 99,2 milhões e terá capacidade para processar 300 mil toneladas de mistura. A previsão de conclusão é para agosto de 2022. Devem ser empregadas 200 pessoas na construção e 80 nas operações da fábrica.

Já a PCH de Sapezal receberá o maior investimento: R$ 230 milhões, com previsão de entrega no primeiro semestre de 2023. As obras na hidrelétrica devem empregar cerca de 800 trabalhadores e a expectativa é que 20 novos postos de trabalho diretos e indiretos sejam criados para a unidade.

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A Amaggi ainda vai investir outros R$ 100 milhões na aquisição de equipamentos agrícolas, entre colheitadeiras, tratores e pulverizadores.

(Redação EB, com Secom-MT)

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