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Economia & Mercado

Combustíveis: Presidente da Petrobrás diz que reajustes mantém “saúde financeira” da estatal

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O presidente da Petrobras, José Mauro Coelho, afirmou nesta sexta-feira que reajustes de preço dos combustíveis devem ser feitos para manter a saúde financeira da companhia. Ao responder sobre a crítica do presidente Jair Bolsonaro em relação aos aumentos, José Mauro defendeu a política de preços da empresa, durante entrevista coletiva por videoconferência para explicar o lucro recorde no primeiro trimestre. A Petrobras está há 57 dias sem mexer nos preços da gasolina e do diesel.

“Acho legítimo a preocupação do presidente Bolsonaro em relação aos preços. Elevação acontece em todo mundo, mas os administradores da Petrobras devem atuar alinhados à atual política de preços da companhia. Claro que a Petrobras não é insensível à sociedade, no momento em que o conflito entre Rússia e Ucrânia impacta mercados de energia, em especial de diesel, a empresa, preocupada com isso, não repassa a volatilidade imediata, mas é claro que reajuste deve ser feito para manter a saúde financeira da companhia”, afirmou José Mauro.

Petrobras aumenta em 8,87% preço do diesel; Mercado aguarda novo aumento da gasolina

A empresa recebeu críticas após registrar lucro de R$ 44,5 bilhões no primeiro trimestre deste ano, um aumento de 3.700% em relação ao mesmo período de 2021, e anunciou dividendos de R$ 48 bilhões. O resultado da petroleira foi o melhor para um primeiro trimestre da série história da companhia.

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Sobre o lucro da empresa, José Mauro disse que os principais vetores que propiciaram o resultado foram o aumento produção de petróleo e gás natural, aumento da exportação de petróleo, o preço elevado do barril, que não era registrado desde 2014, a maior eficiência operacional, redução de custos, foco em ativos como pré-sal, investimentos com responsabilidade e a desvalorização do real frente ao dólar. “Não há relação significante entre o resultado com reajuste dos preços dos combustíveis, sendo que 80% dos ganhos são proveniente da exploração e apenas 20% dos demais segmentos”, disse.

(Foto topo: Ministério das Minas e Energia)

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Economia & Mercado

Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

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O Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de pessoas até 2025 para atender necessidades projetadas pelas indústrias, de forma a repor inativos, atualizar funcionários ou preencher as novas vagas programadas para o setor. É o que prevê o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, divulgado hoje (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Deste total, dois milhões precisarão de qualificação visando formação inicial para a reposição de inativos ou para o preenchimento de novas vagas. Os 7,6 milhões restantes serão via formação continuada para trabalhadores que precisam se atualizar para exercer funções.

Segundo a CNI, “isso significa que 79% da necessidade de formação nos próximos quatro anos serão em aperfeiçoamento”.

Cadeia produtiva

De acordo com a entidade, essas projeções têm por base a necessidade de uso de novas tecnologias e mudanças na cadeia produtiva que tanto influenciam – e transformam – o mercado de trabalho. Assim sendo, acrescenta a CNI, cada vez mais o Brasil precisará investir em aperfeiçoamento e requalificação.

O levantamento hoje divulgado, feito pelo Observatório Nacional da Indústria, tem por finalidade identificar demandas futuras por mão de obra e orientar a formação profissional de base industrial no país.

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As áreas com maior demanda por formação são transversais (que permitem ao profissional atuar em diferentes áreas, como técnico em segurança do trabalho, técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento e profissionais da metrologia, por exemplo), metal mecânica, construção, logística e transporte, e alimentos e bebidas.

(Agência Brasil)

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