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Economia & Mercado

Combustíveis: Preços subiram no Brasil no mês de junho; diesel teve a maior alta

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Entre a primeira e a última semana de junho de 2024, os preços médios dos combustíveis se elevaram no país. A única exceção ficou com o gás natural veicular, o GNV, cujos preços caíram e são, hoje, comercializados a R$ 4,55/m³.

Já a média do etanol foi a que mais subiu, a R$ 3,85, entre diferentes regiões do Brasil. Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Distrito Federal comercializam entre R$ 5,55 e R$ 3,85, como os estados com os menores preços para o diesel. O maior preço fica com Sergipe e Roraima, na média de R$ 4,80/litro.

O óleo diesel comum foi o segundo combustível a mais subir de preços, a R$ 5,90/litro, na média da última semana, entre as diferentes regiões de todo o país. Desta vez, o recordista de menores preços foi Sergipe, a R$ 5,60. Óleo diesel aditivado, gasolina aditivada e comum seguem a média de R$ 5,95, R$ 6,05 e R$ 5,85.

Apesar do aumento de preços em junho, a Petrobras tende a ser pressionada a repassar aumentos na cadeia produtiva, em vista da grande defasagem vigente, com a recente escalada do preço do dólar. A moeda americana já bate recorde no Brasil e faz pressão para aumento de preços, já que grande parte da matéria prima é importada.

As informações são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, a ANP.

(Fonte: Brasil 61)

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Referência global: Mato Grosso amplia exportações de carne bovina para a Ásia em 39,4%

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Mato Grosso ampliou em 39,4% as exportações de carne bovina para a Ásia na comparação entre os 10 primeiros meses de 2024 e o mesmo período de 2025. Neste ano, o estado já embarcou mais de 458 mil toneladas de proteína bovina para 12 países asiáticos, fortalecendo sua posição como maior exportador de carne do Brasil e referência global em produção sustentável.

“A Ásia é hoje o principal motor de crescimento para as exportações de carne bovina, e Mato Grosso está muito bem-posicionado para atender essa demanda. Estamos falando de mercados que ampliam consumo ano após ano e buscam carne de qualidade, com segurança sanitária e comprovação de sustentabilidade — exatamente o que o Brasil, e especialmente Mato Grosso, têm a oferecer”, afirma o diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade.

De janeiro a outubro de 2024, o estado havia exportado 328,5 mil toneladas para 11 países asiáticos. Já em 2025, a Ásia passou a representar 60,6% de todo o volume exportado por Mato Grosso — acima dos 52,2% registrados no ano anterior. Esse crescimento reforça a importância estratégica da região para o avanço da pecuária mato-grossense.

A China permanece como o maior comprador. Nos dez primeiros meses de 2024, o país adquiriu 284,1 mil toneladas. Em 2025, esse volume saltou para 413,6 mil toneladas, impulsionado pela maior demanda por proteína de alta qualidade e pela ampliação do acesso sanitário do Brasil ao mercado chinês.

Além da China, outros países asiáticos também ampliaram significativamente suas compras. A Indonésia foi o caso mais expressivo: passou de apenas 250 toneladas entre janeiro e outubro de 2024 para 3,1 mil toneladas no mesmo período deste ano, o que representa um aumento de 1.160%.

Em 2025, Mato Grosso também exportou carne bovina para Macau, Hong Kong, Filipinas, Timor-Leste, Singapura, Malásia, Camboja, Maldivas, Cazaquistão e Turcomenistão, mercados que buscam diversificar fornecedores e valorizam produtos com certificações de origem e sustentabilidade.

(Thalyta Amaral/Assessoria)

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