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Com preço médio de R$ 135 em Tangará, gás de cozinha reduzirá no varejo a partir de 2ª

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A Petrobras anunciou ontem (sexta, 08) a redução do preço do gás de cozinha, também conhecido como GLP (gás liquefeito de petróleo). O valor por quilo para as distribuidoras foi reduzido em R$ 0,25: de R$ 4,48 para R$ 4,23.

Com isso, o valor pelo botijão de 13kg cai para R$ 54,94, o que representa uma diminuição média de R$ 3,27 por botijão — que antes custava R$ 58,24. Os novos preços valem para as distribuidoras a partir deste sábado (9).

No varejo, os preços com a redução serão conhecidos a partir de segunda-feira (11). Em Tangará da Serra, o preço médio do botijão (sem a redução) é de R$ 135,00, com entrega domiciliar.

No site da empresa, uma nota publicada informa que as cotações e as taxas de câmbio se estabilizaram em um patamar inferior para o produto. Isso explicaria a baixa. “A Petrobras reitera seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato para os preços internos, das volatilidades externas e da taxa de câmbio causadas por eventos conjunturais”, diz o texto.

Leia mais:  Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

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Economia & Mercado

Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

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O Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de pessoas até 2025 para atender necessidades projetadas pelas indústrias, de forma a repor inativos, atualizar funcionários ou preencher as novas vagas programadas para o setor. É o que prevê o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, divulgado hoje (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Deste total, dois milhões precisarão de qualificação visando formação inicial para a reposição de inativos ou para o preenchimento de novas vagas. Os 7,6 milhões restantes serão via formação continuada para trabalhadores que precisam se atualizar para exercer funções.

Segundo a CNI, “isso significa que 79% da necessidade de formação nos próximos quatro anos serão em aperfeiçoamento”.

Cadeia produtiva

De acordo com a entidade, essas projeções têm por base a necessidade de uso de novas tecnologias e mudanças na cadeia produtiva que tanto influenciam – e transformam – o mercado de trabalho. Assim sendo, acrescenta a CNI, cada vez mais o Brasil precisará investir em aperfeiçoamento e requalificação.

O levantamento hoje divulgado, feito pelo Observatório Nacional da Indústria, tem por finalidade identificar demandas futuras por mão de obra e orientar a formação profissional de base industrial no país.

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As áreas com maior demanda por formação são transversais (que permitem ao profissional atuar em diferentes áreas, como técnico em segurança do trabalho, técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento e profissionais da metrologia, por exemplo), metal mecânica, construção, logística e transporte, e alimentos e bebidas.

(Agência Brasil)

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