TANGARÁ DA SERRA

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Cidade buscará água no rio Russo para reforçar tratamento e distribuição na ETA Queima Pé

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Diante da uma crise hídrica sem precedentes no município de Tangará da Serra, a prefeitura local prepara um sistema de transposição de água do rio Russo para reforçar a vazão do rio Queima Pé e, assim, recuperar em parte a capacidade de captação, tratamento e distribuição na cidade.

Segundo o Executivo local, a biorrefinaria uisa (antiga Usinas Itamarati) formalizou o empréstimo de canos, bombas e outros equipamentos para serem utilizados na transposição. O transporte dos tubos e dos equipamentos já foi realizado e os trabalhos da transposição iniciam na sequência.

Transporte dos tubos e equipamentos cedidos pela uisa.

Percurso

O rio Russo fica a cerca de 16 quilômetros do perímetro urbano de Tangará da Serra e a aproximadamente 12 quilômetros da Estação de Captação, Tratamento e Distribuição de Água da cidade (ETA Queima Pé).

Situação

Rios com vazão baixa, reservatórios muito abaixo do nível ou praticamente secos, desabastecimento de água. Este tem sido o quadro em praticamente toda a metade sul de Mato Grosso neste final de mês de novembro.

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Trata-se de um reflexo nefasto da estiagem severa que se abate na região, configurando-se numa grave crise hídrica e influenciando fortemente no abastecimento de água das cidades. Em Tangará da Serra, a situação é crítica ao ponto de obrigar o Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) a lançar mão de caminhões-pipa para complementar o abastecimento. Na última quinta-feira, em razão do colapso no abastecimento de água, passou a vigorar no município decreto de ‘situação de emergência’.

Segundo informações da autarquia, com o baixo nível dos reservatórios, a ETA Queima Pé consegue alcançar uma produção ao redor de 120 litros por segundo, ante uma demanda normal de 320 litros.

(Fotos: UISA/redes sociais)

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Mulheres líderes do agro realizam visita técnica à Brasília em visita à CNA, Senar e IPA

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Lideranças femininas do setor agropecuário de Mato Grosso embarcaram nesta quarta-feira (10.08) para uma visita técnica em Brasília. Ao longo dos próximos dias, um grupo com 40 mulheres visitará a Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (CNA), a sede do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), o Instituto Pensar Agro (IPA), entre outras instituições na capital federal.

As atividades fazem parte da programação da Academia de Liderança – Mulheres Líderes do Agro, a primeira organizada pelo Senar-MT exclusivamente ao público feminino. Ao todo, serão três encontros, de julho a setembro. Nesta segunda etapa, que ocorre em Brasília, as mulheres conhecerão mais sobre a atuação das instituições visitadas, seus representantes e a estrutura dos poderes executivo, legislativo e judiciário.

A Academia de Liderança reúne produtoras rurais, lideranças sindicais e mulheres que trabalham no setor agropecuário. O objetivo é formar líderes que possam atuar nas mais diversas esferas que envolvem a agropecuária no estado e impulsionar ainda mais o seu desenvolvimento.

No primeiro módulo, que ocorreu em Cuiabá, as participantes aprenderam mais sobre atuação política no agro e autoconhecimento e propósito. Além disso, tiveram a oportunidade de conhecer as áreas de atuação de cada uma das instituições do Sistema Famato: o Senar-MT, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Instituto Agrihub, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato) e os Sindicatos Rurais.

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Essa é a primeira visita técnica da Academia de Liderança, após o início da pandemia de Covid-19. “Esse momento foi muito aguardado, a pandemia adiou o nosso projeto, mas finalmente conseguimos realizá-lo e estamos muito felizes em poder reunir e fortalecer as mulheres do nosso setor”, afirmou o superintendente do Senar-MT, Francisco Olavo Pugliesi de Castro, mais conhecido como Chico da Pauliceia.

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