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Economia & Mercado

China suspende importações de JBS e Marfrig por traços do coronavírus em embalagens

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A Administração Geral de Alfândegas da China (GACC, na sigla em inglês) suspendeu por uma semana as importações de carne bovina de quatro plantas brasileiras, localizadas em Mato Grosso e São Paulo. A medida afeta unidades de JBS, Marfrig e Naturafrig.

De acordo com o comunicado do governo chinês enviado à embaixada brasileira em Pequim, foi identificada a presença de ácido nucleico do coronavírus na embalagem externa de quatro lotes de produtos congelados dessas empresas enviados para a China. As informações são do Valor Econômico.

A suspensão foi anunciada na sexta-feira (15) e passou a valer desde sábado (16). A decisão afeta o frigorífico da JBS em Barra do Garças (MT), as plantas da Marfrig em Várzea Grande (MT) e Promissão (SP) e o abatedouro da Naturafrig em Pirapozinho (SP).

O governo do país asiático pediu que a diplomacia brasileira repasse as informações para as autoridades competentes “com a maior rapidez possível” e que as empresas façam uma investigação sobre a causa do problema para que ele seja corrigido o quanto antes.

Leia mais:  Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

A China também requisitou que sejam seguidas as diretrizes de prevenção contra a covid emitidas pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) “para evitar a contaminação e garantir a segurança dos produtos à base de carne exportados”.

(Com informações de Compre Rural e GZH)

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Economia & Mercado

Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

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O Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de pessoas até 2025 para atender necessidades projetadas pelas indústrias, de forma a repor inativos, atualizar funcionários ou preencher as novas vagas programadas para o setor. É o que prevê o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, divulgado hoje (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Deste total, dois milhões precisarão de qualificação visando formação inicial para a reposição de inativos ou para o preenchimento de novas vagas. Os 7,6 milhões restantes serão via formação continuada para trabalhadores que precisam se atualizar para exercer funções.

Segundo a CNI, “isso significa que 79% da necessidade de formação nos próximos quatro anos serão em aperfeiçoamento”.

Cadeia produtiva

De acordo com a entidade, essas projeções têm por base a necessidade de uso de novas tecnologias e mudanças na cadeia produtiva que tanto influenciam – e transformam – o mercado de trabalho. Assim sendo, acrescenta a CNI, cada vez mais o Brasil precisará investir em aperfeiçoamento e requalificação.

O levantamento hoje divulgado, feito pelo Observatório Nacional da Indústria, tem por finalidade identificar demandas futuras por mão de obra e orientar a formação profissional de base industrial no país.

Leia mais:  Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

As áreas com maior demanda por formação são transversais (que permitem ao profissional atuar em diferentes áreas, como técnico em segurança do trabalho, técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento e profissionais da metrologia, por exemplo), metal mecânica, construção, logística e transporte, e alimentos e bebidas.

(Agência Brasil)

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