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Centro-Sul: MT PAR e Indea-MT assinam termo de cooperação para fomento da avicultura

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O MT Participações e Projetos S/A (MT PAR) e o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT) firmaram na semana passada (quinta, 26), em Nova Marilândia, um Termo de Cooperação Técnica para o fomento da avicultura na região Centro-Sul do Estado.

A parceria foi oficializada na Câmara de Vereadores local e atende ao pedido da Associação de Avicultores de Nova Marilândia (Avimar) e da Associação da região Centro-Sul. Ambas buscam apoio para a manutenção e expansão da atividade.

Atualmente o frigorífico instalado no município abate, em média, 150 mil aves por dia. Cerca de 70% desse total vem de municípios como Nova Mutum e Lucas do Rio Verde. Com a parceria aviários que estão desativados poderão ser modernizados e reabertos, suprindo o déficit de matéria-prima local.

“Essa assinatura marca uma nova fase da avicultura na região. Muitas famílias que dependem ou desejam entrar na atividade serão beneficiadas. A capacidade de abate do frigorífico também será ampliada, gerando empregos e fomentando a economia”, disse o presidente do MT PAR, Wener Santos.

Assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre MT PAR e Indea-MT em Nova Marilândia.

Segundo presidente do Indea-MT, Marcos Catão Dornelas, a intenção é adequar a legislação e humanizá-la para atender ao pequeno produtor. “A nossa missão é cuidar da sanidade e certificar a produção sem desamparar o pequeno produtor. E esse é um projeto de integração entre a indústria e os avicultores”, disse.

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Inicialmente, mais de 25 pequenos aviários poderão voltar à atividade com a ação conjunta entre MT PAR e Indea-MT, mas o projeto é para atender até 100 famílias. Para o presidente da Avimar, Paulo César Barbosa, essa era uma demanda antiga. “Agora as famílias cuja renda girava em torno da atividade poderão voltar a produzir. Com as licenças ambientais em dia e a documentação em ordem, elas terão acesso a financiamentos”, disse.

Demanda chinesa 

Em novembro de 2019, o frigorífico do município conquistou a habilitação para exportar carne de frango para a China e, desde então, uma segunda linha de abate na unidade está sendo montada.

“A previsão é que esta expansão entre em operação no próximo ano elevando a capacidade de abate de 150 mil para 300 mil aves por dia, o que aumentará ainda mais a demanda por proteína”, disse o proprietário do grupo, Cidinho Santos.

A ampliação da unidade abrirá ainda 800 empregos diretos e 2,4 mil indiretos em toda a região. Hoje a unidade conta com 1,3 mil colaboradores.

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(Texto/fotos: Gabriele Schimanoski/Assessoria MT Par)

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Diesel e gasolina ainda sem alíquota reduzida de ICMS; Altas em 2021 chegaram a 44%

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A gasolina e do diesel em Tangará da Serra ainda estão sendo comercializados com incidência de alíquota de 25% e 17% de ICMS, respectivamente.

Os preços já com as alíquotas reduzidas de 23% e 16% serão praticados somente após as primeiras aquisições de cargas pelos postos de combustíveis. A informação foi levantada pelo Enfoque Business junto a estabelecimentos.

A redução de 2% na alíquota de ICMS representará de R$ 0,10 a R$ 0,14 a menos no preço do litro da gasolina nas bombas, assim que passar iniciar a comercialização dos novos estoques.

Desde o último sábado (01/01/2022) vigora o pacote de redução de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) implementado pelo Governo de Mato Grosso sobre a energia elétrica, a comunicação, o gás industrial, a gasolina e o diesel.

As reduções das alíquotas estão determinadas pela Lei Complementar nº 708, sancionada pelo governador Mauro Mendes em dezembro.

No país

Segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio da gasolina comum subiu 44,3% e o do diesel, 44,6%, nos postos de combustíveis do país em 2021.

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A gasolina começou o ano, em janeiro passado, com o valor médio de R$ 4,622 enquanto o diesel estava em R$ 3,696 o litro. Em dezembro, os combustíveis fecharam o ano com uma média de R$ 6,670 e R$ 5,347 respectivamente.

O preço dos combustíveis foram um dos principais motivos para a alta da inflação em 2021. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) terminou 2021 com alta de 10,42%, valor quase três vezes acima da meta estabelecida pelo governo para o ano, de 3,75%.

Só em dezembro, a alta do IPCA-15 foi influenciada, principalmente, pelos preços dos combustíveis (+3,4%) e, em particular, da gasolina (+3,28%). Além disso, os preços do etanol (+4,54%) e do óleo diesel (+2,22%) também subiram, embora as variações tenham sido menores que as do mês anterior (7,08% e 8,23%, respectivamente).

(Redação EB, com informações de R7)

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