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Economia & Mercado

Caged: Sapezal, Campo Novo e Tangará da Serra figuram entre os 13 melhores do MT

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As estatísticas do CAGED do primeiro semestre desse ano mostram os resultados dos municípios de Mato Grosso no quesito geração de empregos.

Na região sudoeste e parte do Chapadão dos Parecis, os municípios com melhores resultados são Sapezal (10º no estado), Campo Novo do Parecis (11º, foto acima) e Tangará da Serra (13º).

Os outros 10 municípios com melhores resultados são Cuiabá, que apresentou um saldo de 10.518 empregos registrados em carteira, considerando as admissões e os desligamentos ocorridos nos primeiros seis meses do ano.

Depois de Cuiabá aparecem, na sequência, os municípios de Rondonópolis (2º, saldo de 3.811), Sinop (3º; 3.474), Sorriso (4º; 2.714), Primavera do Leste (5º, 2.108), Várzea Grande (6º; 2.080), Lucas do Rio Verde (7º; 1.985), Nova Mutum (8º; 1.445), Aripuanã (9º; 1.270) e Campo Verde (12º, 899).

Sapezal

Na região polarizada por Tangará da Serra, Sapezal é o município que registrou os melhores saldos no Caged do primeiro semestre deste ano. Até 30 de junho, o município registrou 4.279 admissões contra 3.322 desligamentos, perfazendo um saldo positivo de 957 empregos registrados em carteira.

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Em junho, o saldo também foi positivo, de 696 empregos formais, resultado de 1.173 admissões contra 477 desligamentos.

Campo Novo do Parecis

O segundo maior saldo da região, no primeiro semestre de 2021, é de Campo Novo do Parecis. O ‘Celeiro da Produção’ registrou somente no mês de junho, um saldo de 944 empregos em carteira, como resultado de 4.934 admissões ante 3.990 desligamentos.

Campo Novo também foi positivo em junho, com 898 admissões contra 689 desligamentos, resultando num saldo positivo de 209 empregos registrados em carteira.

Tangará da Serra

Tangará da Serra é a maior economia da região sudoeste de Mato Grosso.

Dono da maior economia da região sudoeste e do Chapadão, o município de Tangará da Serra fechou o semestre com saldo positivo de 889 empregos formais, resultado de 6.550 admissões contra 5.661 desligamentos.

Em junho, o saldo tangaraense também foi positivo, com 203 empregos formais. O município teve, no último mês do primeiro semestre, 1.153 admissões contra 950 desligamentos.

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Barra do Bugres

Barra do Bugres, por sua vez, mostra saldo positivo de empregos gerados no acumulado de 2021. No primeiro semestre do ano, o município que margeia o rio Paraguai teve 1.354 admissões contra 788 desligamentos, perfazendo um saldo de 566 empregos registrados.

Em junho, porém, houve ligeira superioridade dos desligamentos (174) sobre as admissões (140), representando um saldo negativo de -34 vagas.

Nova Olímpia

Nova Olímpia, por sua vez, mostrou um primeiro semestre com saldo positivo de 585 empregos, já que houve 1.173 admissões contra 477 desligamentos.

Em junho, a exemplo do vizinho Barra do Bugres, a capital da cana também teve mais desligamentos (243) que admissões (207), o que resultou num saldo negativo de -36.

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Na escalada dos preços, frango, ovos, carnes e derivados disparam e assustam consumidor

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As sucessivas altas dos preços em todos os segmentos já deixaram de apenas assustar e já se promovem a roteiros de filmes de terror para o consumidor. Ao lado dos combustíveis, os preços das proteínas são, agora, as maiores afrontas aos bolsos dos cidadãos.

O levantamento dos produtos da cesta básica cobrados no principal centro consumidor do país – São Paulo –  divulgado nesta semana pelo Procon mostra que o frango resfriado acumula altas muito acima das outras proteínas de janeiro a setembro de 2021. Segundo a pesquisa, o quilo do frango aumentou 35,89%, 519% o percentual apurado pelo medidor oficial da inflação nacional, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE, de 6,90% nos nove meses deste ano.

A carne da ave custava R$ 8,67 no fim de dezembro de 2020 e foi encontrada por R$ 11,78 em média em setembro de 2021. Pelo jeito, os nutricionistas vão precisar trabalhar dobrado para convencer os brasileiros a não renunciarem às proteínas nas compras do supermercado.

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O quilo do presunto aumentou 23,22% nos nove primeiros meses, de R$ 26,05 a R$ 32,10. A dúzia de ovos está 20,08% mais cara (era R$ 7,32 e está R$ 8,79). A carne de segunda sem osso subiu o dobro da inflação medida pelo IPCA, de R$ 31,45 para R$ 35,81 (13,86% de variação).

A carne de primeira foi a com menor elevação, mesmo assim acima da inflação de todos os produtos. De janeiro a setembro, o produto, cada vez mais nobre, aumentou 9,46%. Saía por já bem dolorosos R$ 39,10 o quilo para R$ 42,80.

A explicação para a disparada no frango, acima das outras proteínas, justifica-se por uma série de fatores. O milho, utilizado como ração aos animais, subiu mais de 50% em um ano por causa das secas e da valorização das commodities. Ao mesmo tempo, a procura pelo produto aumentou com a impossibilidade de o consumidor bancar carnes mais caras. E se tem gente demais querendo comprar, o reajuste é inevitável.

Carne suína sobe menos

Mesmo com a alta acumulada ao longo do ano, a carne suína não acompanhou o ritmo de valorização do produto bovino e do frango. É o que mostra um levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP. De acordo com a pesquisa, a carcaça especial suína subiu 0,8% de janeiro a outubro deste ano frente a igual período de 2020, chegando à média de R$ 10,54 por quilo em 2021 em valores deflacionados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de setembro. Na mesma base de comparação, a carcaça bovina e o frango inteiro resfriado avançaram 21,4% e 28,8%, respectivamente, com médias de R$ 20,44 e R$ 7,09 por quilo.

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Para o presidente da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), Valdecir Folador, o desempenho mais fraco do produto suíno pode ser explicado pelos baixos valores de exportação, que funcionam como bússola para os preços internos.

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