conecte-se conosco


Cidades & Geral

Cabeceiras do Queima Pé sediarão treinamento para recuperação de nascentes em Tangará

Publicado

Recuperação de nascentes será tema de capacitação nos dias 21 e 22 (terça e quarta-feira) em Tangará da Serra. O local, sugestivo, será a área das cabeceiras do rio Queima Pé, principal fonte abastecedora de água da cidade.

O projeto é desenvolvido pelo CBH Sepotuba e Instituto Pantanal Amazônia de Conservação (IPAC), com apoio do Rotary Club Cidade Alta, Governo do Estado, SAMAE, Prefeitura Municipal, Câmara Municipal, Sindicato Rural e Fazenda Santa Amália.

(*) As inscrições seguem em aberto. Até o começo da tarde desta sexta-feira (17), haviam 36 inscritos para as 50 vagas disponíveis. Link para inscrições: https://forms.gle/EVpZk6XSkLTHLAE96

A programação (imagem ao final do texto) consiste em aulas práticas de recuperação de nascentes e instalação de drenos verticais para absorção da água das chuvas pelo solo. As instruções serão ministradas pelo diretor de Meio Ambiente do Município de São José das Palmeiras (PR), Quirino Kesler, que já coordenou os trabalhos de recuperação de mais de 100 nascentes, através de parceria com o Programa Cultivando Água Boa, da Itaipu Binacional.

Situação atual do Queima Pé preocupa. Trabalho de recuperação gera expectativa de melhora.

O engenheiro agrônomo e consultor ambiental Décio Elói Siebert, de Tangará da Serra, também figura entre os instrutores da capacitação. Siebert, que émembro do Comitê Hidrográfico da Bacia do Rio Sepotuba (CBH Sepotuba), explica que a capacitação seguirá um cronograma que inicia pela limpeza da mina/nascente. “Caso haja necessidade, o serviço inicial pode ser feito com o auxílio de máquinas, depois é feito manualmente para se encontrar o ‘olho d’água’, que deverá ser totalmente limpo para aumentar a vazão”, explicou.

Leia mais:  Clubes de Serviço: Rotary de Tangará da Serra iniciam nesta quinta-feira as trocas de diretorias

Décio acrescenta que, em seguida, haverá a implantação de uma barreira com pedras marroadas e solo-cimento para aumentar o depósito de água. “Posteriormente, a vala é preenchida com pedra marroada e no final joga-se cal virgem para desinfecção em cima das pedras. Após, coloca-se uma lona preta e cobre-se com solo-cimento e terra para voltar a nascer a vegetação, na barreira construída, são colocados canos de PVC rígido para escoamento da água para posterior distribuição”, completou.

Para o desenvolvimento das ações, a Estrada da Cabeceira do Rio Queima-pé, nas proximidades da Comunidade Vale do Sol, estará interditada entre os dias 20 e 26 de setembro.

(Redação EB, com Assessoria)

Abaixo, programação do evento:

publicidade

Cidades & Geral

Feira do Centro oferece duas atrações típicas do Brasil e valiosas para a saúde e a culinária

Publicado

Domingo, como reza a tradição, é dia de Feira em Tangará da Serra. E dois produtos muito atrativos na Feira do Produtor do Centro são as castanhas de caju e do Pará. As duas são alimentos saudáveis e compõem receitas extraordinárias, como nos links ao final do texto.

A castanha-do-pará é rica em proteínas, fibras, selênio, magnésio, fósforo, zinco e vitaminas do complexo B e vitamina E. Também fornece antioxidantes ao organismo, promovendo a diminuição do colesterol total. Melhora o sistema imunológico e ajuda a prevenir alguns tipos de câncer, como de mama, próstata e cólon.

Contribui para a saúde do cérebro e mantém o cabelo e as unhas saudáveis. Reduz a pressão alta, ajuda a regular a tireoide e é excelente fonte de energia.

Já a castanha-de-caju vem do fruto do cajueiro e é rica em antioxidantes, gorduras boas e minerais. Ajuda a prevenir o desenvolvimento de doenças do coração e anemia, além de melhorar a saúde da pele, unhas e cabelo. Segundo especialistas, consumir cerca de 30 gramas de castanha de caju por dia é uma alternativa para complementar os nutrientes consumidos diariamente.

Leia mais:  Clubes de Serviço: Rotary de Tangará da Serra iniciam nesta quinta-feira as trocas de diretorias

Castanhas nos boxes

A castanha-do-pará oferecida na Feira do Centro é proveniente da região de Juína e de outras cidades e localidades da região norte do estado. Já a castanha de caju vem, principalmente, da região Nordeste do Brasil.

São comercializadas em vários boxes do setor de hortifruti, em especial nos boxes 16-C, de Elieder Santos; 21-A, de Francisco da Silva; 23-A, de Eliane Resende; e 42-A, de Elton Pereira.

Veja, a seguir, receitas com as duas castanhas:

https://www.receiteria.com.br/receitas-com-castanha-do-para/

https://www.receiteria.com.br/receitas-com-castanha-de-caju/

Continue lendo

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana