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Economia & Mercado

BNDES libera cartão de crédito para MEI – Micro Empreendedor Individual – com taxas de até 1,05% ao mês

Publicado

O BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – oferta o cartão de crédito da instituição para Microempreendedor Individual (MEI), pequenos empreendedores que tem faturamento anual de até R$ 81 mil.

O cartão BNDES para MEI é uma ferramenta que pode ajudar de forma significativa no desenvolvimento dos pequenos negócios, já que o objetivo do cartão é a atender as despesas da empresa.

Além disso o MEI pode realizar compras diretas através de uma conta online e realizar compras indiretas, como, por exemplo, a aquisição de mercadorias em transações realizadas com os fornecedores.

Taxa de juros

O cartão BNDES para MEI possui taxas bem atraentes de juros, que podem chegar no máximo a 1,05% ao mês e ainda a possibilidade do parcelamento da fatura em até 48 meses.

O vencimento da fatura ocorre sempre todo dia 15 e o pagamento é realizado via débito automático na conta corrente do microempreendedor, conta essa informada no processo de solicitação do cartão de crédito.

É importante deixar claro, que o primeiro passo para quem tiver interesse pelo cartão é estar com toda sua documentação em dia no momento da solicitação, além de ter residência fixa no Brasil.

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Como solicitar

O interessado no cartão BNDES precisa ter conta corrente em algum destes bancos: Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banrisul, Banestes, Bradesco, BRDE, Caixa Econômica Federal, Itaú, Sicoob e Sicredi.

Tendo a conta corrente, o próximo passo é acessar o site do BNDES e selecionar a opção “Solicite seu Cartão”. O MEI precisará preencher um formulário com informações da sua empresa como CNPJ e a CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas).

Antes do envio da proposta será necessário selecionar o banco em que o cartão deverá ser vinculado.

Por fim, após a solicitação pelo portal do BNDES, o empreendedor precisará comparecer a agência do banco que escolheu vincular o cartão e apresentar a seguinte documentação: Certidão Negativa de Débitos relativos a Créditos Tributários Federais e à Dívida Ativa da União (CND) ou Certidão Positiva com Efeitos de Negativa de Débitos relativos a Créditos Tributários Federais e à Dívida Ativa da União (CPEN), expedida conjuntamente pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN); Certificado de Regularidade do FGTS; Comprovação de Regularidade de entrega da RAIS; Declaração que comprove estar com a sua situação regularizada perante os órgãos públicos e a legislação pertinentes, conforme modelo disponível no menu ‘Regra’” do site do Cartão BNDES.

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Contudo, caso a solicitação for negada, poderá ser feita em outro banco, tendo em vista que cada instituição possui suas próprias políticas de concessão de crédito.

(Fonte: Jornal Contábil)

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Cidades & Geral

IBGE: Acima da média nacional, PIB do MT cresceu 4,3% em 2018 e 5,1% ao ano desde 2002

Publicado

De 2017 para 2018, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,8%. Entre as 27 unidades federativas, apenas Sergipe (-1,8%) teve queda. Os números são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e foram divulgados oficialmente ontem (sexta,13).

Mato Grosso teve o terceiro crescimento do país (4,3%), superado apenas pelo Amazonas (5,1%) e Roraima (4,8%). Quinze unidades da federação tiveram taxas de crescimento superiores à do país.

A região Norte foi a que mais cresceu (3,4%) e lá estavam três dos cinco estados com as maiores taxas de crescimento do PIB. No Sudeste (1,4%), única grande região com variação abaixo da média do país, só o PIB do Espírito Santo (3,0%) cresceu acima da média nacional.

(Veja quadro com os números por estado ao final da matéria)

O PIB per capita do Brasil em 2018 foi de R$ 33.593,82. O Distrito Federal manteve-se com o maior PIB per capita brasileiro, com o valor de R$ 85.661,39, cerca de 2,5 vezes maior que o PIB per capita do país. No ranking do PIB per capita, os estados do Sudeste, Sul e Centro-Oeste predominaram entre os 10 primeiros.

Essas e outras informações estão disponíveis nas Contas Regionais 2018, elaboradas em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus – SUFRAMA.

Em 2018, o PIB do Brasil cresceu 1,8% na comparação com 2017. Entre as unidades federativas, a única variação negativa foi de Sergipe (-1,8%). O estado apresentou redução em volume nos quatro últimos anos da série e, em 2017, já havia sido um dos três únicos que não tiveram crescimento em 2017, ao lado de Rio de Janeiro e Paraíba.

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Norte, Centro-Oeste e Sul acima da média

A região Norte obteve a maior variação em volume em 2018, tendo crescido 3,4%, influenciado principalmente pelos crescimentos do Amazonas (5,1%), Roraima (4,8%), Rondônia (3,2%) e Pará (3,0%). Já o Sudeste (1,4%) foi a única região com variação inferior à média nacional de 1,8%, onde apenas o Espírito Santo (3,0%), cresceu acima da média nacional.

O Centro-Oeste (2,2%) e o Sul (2,1%) registraram a segunda e terceira maiores variações em volume.  Já o Nordeste cresceu o mesmo que a média brasileira (1,8%).

Entre as 27 unidades da federação, as maiores variações em volume ocorreram no Amazonas (5,1%), Roraima (4,8%), Mato Grosso (4,3%), Santa Catarina (3,7%) e Rondônia (3,2%). No Amazonas, destacaram-se, sobretudo, as Indústrias de Transformação (8,8%), impulsionadas pela fabricação de produtos de informática e produtos eletrônicos.

A alta em Roraima teve a influência da atividade de Serviços, com destaque para Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas, Administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social e Atividades imobiliárias.

Já em Mato Grosso, o destaque foi a Agricultura, inclusive apoio à agricultura e à pós-colheita, devido às produções de soja e de algodão herbáceo.

MT: 5,1% ao ano

Na série 2002-2018, o PIB em volume do Brasil apresentou crescimento médio de 2,4% ao ano. Mato Grosso foi quem mais cresceu entre as 27 unidades federativas, com variação média de 5,1% a.a. Em seguida no ranking vem o Tocantins, com crescimento de 4,9% a.a., Roraima, com 4,2% a.a., e Piauí, com 4,1% a.a.

Mato Grosso, Tocantins e Piauí ganharam relevância nacional no setor de Agropecuária ao longo da série, devido ao cultivo de soja. No caso do Mato Grosso, destaca-se também o cultivo do algodão herbáceo e a criação pecuária de bovinos.

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Em todos os estados do Norte e Centro-Oeste, as taxas de crescimento anual do PIB ficaram acima da média nacional no período. No Nordeste, apenas Bahia (2,2% a.a.), Rio Grande do Norte (2,0% a.a.) e Sergipe (2,0% a.a.) ficaram abaixo da taxa média da série (2,4% a.a.).

No Sudeste, apenas o Espírito Santo (2,9% a.a.) apresentou variação superior à média nacional. O Rio de Janeiro (1,4% a.a.) teve o menor crescimento médio entre as 27 UFs.

No Sul, Santa Catarina ocupou a maior posição (2,5% a.a.), enquanto a variação percentual do Rio Grande do Sul (1,8% a.a.) foi a segunda menor na comparação nacional.

Em termos de participação no PIB ao longo da série, Centro-Oeste e Nordeste foram as regiões que tiveram maior ganho relativo entre 2002 e 2018, com avanços de 1,3 p.p. e 1,2 p.p., respectivamente, em relação ao total do PIB. No sentido contrário, o Sudeste foi a única região a perder participação. Mas, mesmo com a redução de 4,3 p.p., o Sudeste manteve-se como região de maior participação e representou 53,1% do PIB em 2018 (57,4% em 2002).

O Mato Grosso foi o estado com maior acréscimo de participação ao longo da série, tendo crescido 0,7 p.p. entre 2002 e 2018, o que resultou em um avanço de duas posições relativas no ranking de participação do PIB (da 15ª para a 13ª posição). São Paulo (-3,3 p.p.) e Rio de Janeiro (-1,6 p.p.) foram os dois estados com a maior redução de participação no período, mas mantiveram as posições de primeira e segunda economia do país.

(Redação EB, com IBGE)

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