conecte-se conosco


Cidades & Geral

Audiência pública abre período de 30 dias para consulta sobre os estudos ambientais de hidrelétricas no Formoso

Publicado

A audiência pública promovida ontem (terça-feira, 23) pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA-MT) para apresentação do EIA-RIMA dos projetos das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) Formoso I, II e III, no rio de mesmo nome, em Tangará da Serra, deu início a um período de 30 dias de consulta pública para apreciação dos Estudos Ambientais realizados por equipe técnica multidisciplinar para os referidos empreendimentos.

(Ao final do texto, link do YouTube com a íntegra da audiência)

A divulgação da realização da Audiência foi feita via publicação no Diário Oficial, bem como, amplamente divulgada por meio de carro de som, rádio, distribuição de panfletos e faixas em três principais pontos de circulação.

Audiência pública é uma das etapas do processo de análise dos projetos dos empreendimentos.

Rito essencial no processo de licenciamento ambiental, a audiência pública foi realizada pela manhã, na modalidade remota, a partir da capital, Cuiabá, com transmissão ao vivo pelo YouTube da SEMA e do Empreendedor e retransmissão em dois ambientes com telões interativos montados em Tangará da Serra, no auditório da Associação Comercial e Empresarial (ACITS) e no Hotel Colibri.

A partir de agora, a sociedade terá 30 dias para encaminhar suas manifestações acerca dos projetos dos empreendimentos, sob responsabilidade da Itamarati Norte SA Agropecuária – empresa da Brennand Investimentos. Estas manifestações podem ser encaminhadas por áudio, por vídeo, por escrito, através dos e-mails da SEMA-MT (ver no link http://www.sema.mt.gov.br/site/index.php/sema/%C3%BAltimos-avisos/5259-contatos-sema) e da Brennand Investimentos ([email protected]).

Audiência foi aberta a manifestações da sociedade.

“Cada uma destas manifestações, perguntas e respostas da sociedade serão levadas em consideração, qualquer que seja a forma, na análise do processo de licenciamento (…) A SEMA considerará não só as informações apresentadas pelo empreendedor como toda informação técnica que for considerada relevante”, disse, na abertura da audiência, o superintendente de Infraestrutura, Mineração, Indústria e Serviços, Valmi Simão de Lima, que presidiu a audiência.

Leia mais:  Queda acentuada da umidade do ar indica estiagem severa; Tangará já prevê racionamento

O superintendente esclareceu que a audiência pública é uma das etapas do processo de análise dos projetos dos empreendimentos. “Esse empreendimento ainda está em fase de análise de sua viabilidade ambiental. Caminhamos, ainda, para que esse processo seja analisado…”, completou.

Roteiro

Após as apresentações institucionais, foi apresentado vídeo com os resultados  do EIA-RIMA dos empreendimentos. Na sequência, houve reprodução de vídeos com pronunciamentos de membros do poder público e da sociedade.

Logo após, foram respondidas indagações dos mais diversos segmentos que chegaram à mesa diretoria da audiência via chat e mensagens de aplicativos. Manifestações vindas dos ambientes onde ocorriam as retransmissões (ACITS e Hotel Colibri) –da população em geral e da comunidade indígena – também foram ouvidas e respondidas pelos empreendedores e outros integrantes da mesa.

Projetos

Os projetos das três pequenas centrais hidrelétricas preveem investimentos na ordem de R$ 513 milhões, com potência instalada de 53 MW. A divisão em três unidades é motivada por questões de relevo, geologia, hidrologia, entre outros fatores ambientais e técnicos.

Leia mais:  Incêndio consome matas e causa prejuízos na Gleba Triângulo, interior de Tangará da Serra

Também há projeção de 1.500 empregos diretos e indiretos na fase de construção. Haverá, ainda, execução de projetos de recuperação da vegetação nativa no entorno das áreas dos empreendimentos, com destaque para as APPs, entre outros programas socioambientais.

Os empreendimentos abrem possibilidade de aproveitamento dos reservatórios para uso múltiplo. Em caso de aprovação dos projetos pela SEMA-MT, os usos múltiplos dos reservatórios entrarão em análise, ocorrendo uma segunda audiência pública que consistirá na discussão do PACUERA (Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno do Reservatório Artificial).

Nesta fase, propostas e projetos voltados à exploração turística e produtiva dos reservatórios poderão ser apresentados, principalmente pelo poder público.

Veja audiência pública, na íntegra:

publicidade

Cidades & Geral

Centro de Eventos: Ajustes no projeto e divergência forçaram paralização; Obras prosseguem

Publicado

A paralisação verificada esta semana nas obras do Centro de Eventos, em Tangará da Serra, foram motivadas por ajustes no projeto e divergência funcional. Uma equipe de técnicos, com um engenheiro, esteve ontem na cidade para regularizar as duas situações e dar prosseguimento às obras.

Segundo o secretário municipal de Turismo, Wellington Rondon, a equipe informou que a cobertura será toda pré-moldada, com fabricação das estruturas em Cuiabá. “Houve ajustes no projeto e começaram a fabricação”, disse o secretário, conforme as informações que recebeu.

Equipe da empreiteira responsável pelas obras avalia adequações no projeto do Centro de Eventos (Foto: SEDEC/SEADTUR).

Outro problema que forçou a paralisação temporária das obras – segundo informações repassadas pelo secretário de Indústria e Comércio do município, Silvio Sommavilla – diz respeito a divergências funcionais com um colaborador, que acabou sendo substituído pela empreiteira.

Obra

O Centro de Eventos de Tangará da Serra está sendo construído pelo Governo do Estado de Mato Grosso, através da SEDEC/SEADTUR, com recursos do Programa de Desenvolvimento Sustentável de Turismo (PRODESTUR), via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Leia mais:  Cesta Básica: Acompanhamento e informação serão estratégias do Procon para coibir eventuais abusos nos preços

Novela

Com projeto concebido e aprovado em 2012 e obras iniciadas em 2016, o Centro de Eventos de Tangará da Serra teve suas obras paralisadas por diversas vezes, seja por ineficiência e atrasos nos repasses do governo à empresa responsável, seja por problemas técnicos das empreiteiras.

Desta vez, a paralisação foi motivada por necessidade de ajustes no projeto, mas terão continuidade.

Estrutura

O Centro de Eventos representará uma nova fase para Tangará e região no turismo de negócios. Os grandes eventos voltados a qualquer setor (agropecuária, indústria, tecnologia, serviços, educação, meio ambiente, etc.) proporcionarão fluxos importantes de visitação aos pontos turísticos existentes no município.

Com uma área física projetada de 3,8 mil metros quadrados e capacidade para comportar até oito eventos simultâneos, o Centro de Eventos terá estrutura interna com ilhas de WC, cozinha, varanda de serviços, depósitos, dependência administrativa, área para carga e descarga e espaço para câmara fria. Haverá, também, uma área externa de 9 mil metros quadrados para eventos como o Carnaval e outros de grande porte. O estacionamento contará com cerca de 450 vagas.

Leia mais:  Queda acentuada da umidade do ar indica estiagem severa; Tangará já prevê racionamento

A gestão do espaço e a captação de eventos deverá ser de responsabilidade um ‘convention bureau’, espécie de autarquia formada por representantes do trade turístico e do poder público.

Continue lendo

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana